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De acordo com o INAMET, prevê-se a ocorrência de aguaceiros ou chuva, que poderá ser forte (25 a 50 milímetros de precipitação em 24 horas), acompanhada, por vezes, de trovoada durante a tarde, noite, madrugada e manhã em alguns municípios do Uíge, Lunda Norte, Lunda Sul, Bié, Moxico, Cunene e Cuando Cubango.

Embora possa se estender por mais dias, indica o documento, chuva poderá ocorrer com maior intensidade nesta quinta-feira e sexta-feira, sobretudo nas regiões Centro e Sul do país, num altura em que as temperaturas extremas (máxima/mínima) para algumas cidades de Angola nas próximas 24 horas são:

Luanda 23/30, N’dalatando 2/26, Cuito 16/26, Cabinda 24/28, Malanje 18/28, Luena 17/28, Sumbe 22/26, Dundo 21/29, Lubango 17/27 Caxito 23/31, Saurimo 18/28, Menongue 18/26, Mbanza Congo 21/28, Benguela 22/29, Moçâmedes 20/28, Uíge 20/27, Huambo 09/25 e Ondjiva 21/27 graus centígrados.

Fonte: Angop

As inscrições para o concurso público de ingresso na Saúde iniciam segunda-feira, dia 9, visando preencher sete mil vagas nas carreiras profissionais da saúde e do regime geral em todo território nacional.

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Segundo uma nota da Direcção Nacional de Recursos Humanos do Ministério da Saúde), trata-se de 1.242  vagas para a carreira médica, 2.757 para a área de enfermagem, 1.691 para técnicos de diagnóstico e terapeuta, 779 para apoio hospitalar e 531 para o regime geral.

As candidaturas deverão ser feitas  no portal www.ingresso-minsa.com até sete de Janeiro de 2020.

Este será o segundo concurso promovido no sector da saúde. O primeiro ocorreu em Dezembro de 2018, com cinco mil candidatos admitidos.

Angola conta com seis mil e 400 médicos para uma população de cerca de 28 milhões de habitantes.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda um médico para cada mil habitantes.

Fonte: Angop

A segunda edição do prémio SYTA (Shalina Young Talents Award) organizado pela empresa farmacêutica SHALINA HEALTHCARE, teve como vencedor o jovem Jerónimo Capata, estudante do 4º ano do curso de farmácia da Universidade Jean Piaget de Angola.

Vencedor com os Responsáveis da Shalina

Além de disponibilizar produtos de saúde acessíveis e de qualidade em toda a África, a Shalina está activamente envolvida no desenvolvimento das comunidades onde opera, e um dos exemplos é  a realização do prémio SYTA (Shalina Young Talents Award), que decorreu de Outubro à Novembro, em três instituições do ensino Superior angolanas, nomeadamente no ISCISA-UAN (Luanda), no Instituto Superior Privado (ISP), Jean Piaget Benguela e na Universidade Jean Piaget de Angola (Luanda).

Nove concorrentes disputaram os três primeiros lugares, que dá acesso a um Reconhecimento e destaque académico, um Prémio monetário, maior interacção com especialista troca de experiência e ainda a Possibilidade de integração em empresas farmacêuticas.

Na final Jerónimo Capata ficou em primeiro lugar e levou o prémio de 200 mil Kwanzas, e um certificado de participação, o segundo lugar ficou com Mariquinha Gabriela Rodrigo que levou 150 mil Kwanzas e o terceiro foi para Margarete Manuela Evaristo Pontes que ficou com 100 mil Kwanzas.

Jerónimo Capata vencedor da competição, disse na final que “foi uma mais valia para os estudantes e finalistas do curso de farmácia”, porque “incentiva os estudantes a estudarem mais”. O finalista do curso de farmácia da universidade Jean Piaget de Angola (Luanda) agradeceu a empresa Shalina pelo gesto, “foi uma boa oportunidade para eu e para todos os meus colegas que concorremos”

Jerónimo Capata, 1º Classificado

A estudante do Instituto Superior de Ciências da Saúde ( ISCISA-UAN), Mariquinha Gabriela, segunda classificada, disse sentir-se feliz por ter conseguindo aquele feito e, enaltecendo a iniciativa da empresa criadora do prémio, porque a experiência foi “muito maravilhosa”.  A estudante concluiu que “a minha preparação foi consultar livros sem esquecer que a minha família foi um júri antes de chegar aqui”.

Já Margareth pontes da Unipiajet, terceira classificada, afirmou que “Todos participantes foram bons”, em relação ao prémio monetário que recebeu a estudante disse que “o dinheiro é uma mais-valia, mais neste momento não tenho planos”. 

Os três vencedores

O gestor de assuntos regulamentares da África Pharmacy, Tiago Rico Gonçalves Martins, fez saber que todos os estudantes que participaram nesta competição são vencedores independentemente da posição alcançada. No momento aquele responsável afirmou ainda que “estes jovens serão o futuro de Angola, porque mostraram o quanto estão a estudar para o profissionalismo”, o que deixou feliz aquele responsável.

Tiago Rico – Gestor da Shalina

O prémio SYTA tem como objectivo incentivar e fornecer uma plataforma para que todos os farmacêuticos FINALISTAS que brevemente vão iniciar a sua actividade profissional possam mostrar o seu talento num fórum nacional. Esta actividade é destinada aos “Farmacêuticos Finalistas”, e está inserido num vasto grupo de actividades desenvolvidas pela empresa que demonstra a importância que esta deposita nos futuros profissionais deste País e na responsabilidade social sempre associada à empresa Shalina.

Tem uma componente didáctica através de uma formação científica e outra de competição saudável entre os vários finalistas para seleccionar os três (3) vencedores.

A grande final foi realizada nesta terça feira 03/12/2019 no Hotel Continental e teve como vencedor o estudante do 4º ano de farmácia da universidade Jean Piaget de Angola, Jerónimo Capata.

A Shalina Healthcare é uma empresa farmacêutica líder de mercado em Angola, através da empresa África Pharmacy LDA, a mais de 18 anos e actua em África a mais de 30 anos.

Por: Adão dos Santos

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Angola foi admitida, nesta quarta-feira, em Paris, pelo Conselho Mundial dos Desportos, como membro da Federação Internacional de Automobilismo (FIA).

A admissão do país foi caucionada pelos 23 membros do órgão.

A decisão deverá ser ractificada, na quinta-feira, na Assembleia-Geral da FIA.

em actualização…

Fonte: Angop

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rovas “esmagadoras” de conduta inapropriada do presidente Donald Trump.

Esta a conclusão do relatório de 300 páginas produzido por um comité especializado da Casa Branca.

No centro da questão estariam pressões exercidas por Trump sobre o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskiy, com vista a ganhar vantagens eleitorais para as eleições norte-americanas de 2020.

As acusações teriam como alvo um dos rivais demcoratas de Trump à presidência, o antigo vice-presidente, Joe Biden.

O relatório conclui oficialmente que “Trump teria interferido nos assuntos de um país estrangeiro de forma a aumentar as possibilidades de re-eleição, comprometeu ainda a segurança nacional, ordenando uma campanha sem precedentes para bloquear o Congresso”.

O presidente do comité afirma que ainda há mais trabalho a fazer.

“Uma das questões que estamos a investigar é se este esquema começou muito antes do que pensamos. Será que foi utilizado para pressionar o presidente ucraniano anterior, Poroshenko?”, afirma Adam Schiff, congressista democrata e presidente do comité de inteligência do Congresso.

O presidente Trump reagiu classificando Schiff como “louco” enquanto os Republicanos classificaram o relatório como uma “vergonha”.

“Apesar do presidente da câmara dos representantes ter afirmado que a destituição de Donald Trump requer provas claras, convincentes e bipartidárias, os democratas falham em todas as frentes”, adiantou Liz Cheney, republicana e presidente da Conferência Republicana.

O relatório que lança as bases para o afastamento do presidente será agora apreciado pelo comité jurídico do congresso que poderá iniciar um procedimento formal de destituição contra Donald Trump.

Fonte: Euronews

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O magistrado judicial fez estas declarações à imprensa, momentos depois da chegada à província do Huambo do juiz presidente do Tribunal Supremo, Joel Leonardo, para, entre outras actividades, inaugurar os tribunais de Comarca dos municípios da Caála e do Bailundo.

Realçou que o Tribunal de Comarca vai, sobretudo, flexibilizar a actividade deste órgão, com o desdobramento em salas para territórios que estejam na área de sua jurisdição e atender especificamente a demanda de trabalho, visto que os tribunais provinciais deixarão de existir.  

Manuel Victor Assuilo disse que, anteriormente, existiam os tribunais municipais, com a competência de julgar casos com pena igual ou inferior a dois anos, passando, posteriormente, para salas de competências genéricas, que actualmente têm uma outra instância, denominada por Tribunal de Comarca, com competências mais alargadas, na medida em que perderam a limitação.

No caso particular da província do Huambo, planalto central de Angola, estão previstos a implementação de três tribunais nos municípios do Huambo, Caála e Bailundo, que vão atender casos das municipalidades vizinhas: Chicala-Cholohanga, Cachiungo (Huambo), Ecunha, Longonjo, Ucuma e Chinjenje (Caála), Londuimbali e Mungo (Bailundo), no âmbito da colocação deste órgão mais próximo da comunidade.

A província do Huambo conta, actualmente, com 30 juízes, sendo cinco no Bailundo, seis na Caála e 28 no ainda Tribunal provincial, que têm sob sua responsabilidade mais de cinco mil processos-crime.

Ela conta com uma população de dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, distribuídos em 11 municípios, e conta com uma extensão territorial de 35.771 quilómetros quadros.

Dos 60 tribunais de Comarca a serem implementados no país, no quadro do novo mapa judiciário, o primeiro foi inaugurado na cidade do Lobito (Benguela), em Março do corrente ano

Por: Angop

 Mil e quarenta pessoas ficaram desabrigadas na Lunda Sul, em consequência das chuvas que se abateram sobre a região nos últimos seis meses, informou hoje (quarta-feira), em Saurimo, o subcomissário bombeiro, Manuel Queta.

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Em declarações à Angop, o oficial afirmou que está cifra representa um redução de 200 casos em relação ao igual período anterior.

Segundo ele, durante o mesmo período 500 residências ficaram destruídas e outras parcialmente danificadas devido as chuvas.

Fez saber que durante o período foram registados três mortos por desabamento de paredes e levadas pelas correntezas das águas, afectando com maior incidência os municípios de Cacolo, Muconda e Saurimo.

Manuel Queta fez saber que, durante o período em referência, foram registados 134 incêndios de médias proporções, contra dois de igual período anterior, tendo como causas a negligência, curto-circuito e fuga de gás, que provocaram sete mortos e danos avaliados em 33 milhões 195 mil 556 Kwanzas.

Avançou que o Serviço de Protecção Civil e Bombeiros (SPCB) realizou mais de mil actividades de socorros a vítimas de acidentes, com destaque para a extinção de incêndio, afogamentos, assistência aeroportuário, transportação de vítimas de doenças e viação para diversas unidades sanitárias, tendo ditado 228 medidas e 84 inspecções.

Para 2020, acrescentou, pretende-se continuar a levar acções de formação dos efectivos em diversas áreas, melhorar as condições de trabalho, realizar campanhas de sensibilização nas escolas, igrejas, mercados e nos bairros, para prevenir incêndios e outros males que assolam as comunidades.

A subida de preços dos principais produtos da cesta básica tem criado várias dificuldades na aquisição dos mesmos, situação que obriga as famílias a recorrer à prática de “sociedade” ou simplesmente “Sócia”.

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O episódio é bem visível em alguns armazéns da cidade capital, onde a palavra de ordem é “Sócia, Sócia”. Nesta edição o Jornal O Apostolado fez uma ronda para saber o dia-a-dia dos mercados e seus frequentadores.

A comerciante Eliza Kuenha diz que só consegue levar produtos alimentares em casa quando recorre a “Sócia”, que é a prática de fazer sociedade para comprar os produtos. “Veja, o saco de arroz de 25 Kg, que custava 6.000 Kwanzas, hoje custa 10.200 Kz. É impossível a sobrevivência sem a Sócia” – disse Eliza Kuenha, continuando, “para que não falte nada em casa, porque do jeito que a vida está difícil, se não nos ajudarmos como vamos viver?” – remata a comerciante.

Moradores dos distritos da província de Luanda dizem enfrentar dificuldades para tratar documentos nas administrações dos bairros em que residem. Em causa está a divisão político-administrativa de Luanda, que distancia as estruturaras administrativas das populações locais.

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Nesta reportagem sobre o funcionamento das adminis­trações distritais, o Jornal O Apostolado procurou saber dos moradores o impacto da nova divisão político-admini­trativa sobre as suas vidas.

Moradores de alguns distritos do município de Luanda dizem enfrentar dificuldades para tratar documentos nas administrações das zonas em que residem. No Distrito Urbano do Ngola Kiluan­je, alguns moradores dos bairros N´Dala Mulemba e Farol das Lagostas, afirmaram que a distância que os separa da administração é tanta que procuram tratar documentos nas Comissões de Moradores. “Uns deslocam-se a pé até à administração, para procurar resolver os seus problemas”, afirma João António, morador da zona há mais de 15 anos.

Mais dados na versão imprensa

O país prepara-se para realização das eleições autárquicas no ano de 2020, mas de forma gradual, situação reprovada pelo Partido de Renovação Social “PRS”, que considera “não ser concebível” e que a realização das eleições autárquicas de forma gradual vai prejudicar os municípios não seleccionados para tal.

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Em entrevista ao jornal o Apostolado, o presidente do Partido de Renovação Social, Benedito Daniel, referiu que o seu partido não está de acordo com a implementação das Autarquias de forma gradual, por considerar uma artimanha política da parte do executivo. Segundo o político, “se realizadas apenas em 36 municípios, o PRS não estará de acordo”. E diz mais “não estamos, porque nós advogamos que, as eleições autárquicas devem ser universais. Devem ser feitas em todo território nacional”. O número um do Partido de Renovação Social advertiu que o “país já vive assimetrias muito acentuadas e não podemos aumentá-las mais. Pese embora há quem diga que a realização das Autarquias não poderá trazer assimetrias, mas nós não partilhamos dessa opinião. Nós estamos certos que os municípios que realizarão as Autarquias terão mais desenvolvimento em ralação àqueles que não forem contemplados com as Autarquias” – afirma Benedito Daniel.

Para o também Deputado “se for vencido”, o seu partido dará resposta através dos resultados das Autarquias, “provavelmente seremos capazes de dar respostas nos pontos onde a eleição ou escolha recair. Mas aqui devemos assinalar que será um problema para os angolanos.

Ali não sei como aqueles que governam vão gerir estas situações”, perspectivou o Renovador Socialista, assegurando que “o grande problema é esse gradualismo”. O político defende que o “gradualismo com o qual nós concordamos é o gradualismo da atribuição de competências, é o gradualismo da atribuição de tarefas. Isto sim, pode-se fazer porque nós sabemos que existem municípios que estão pobres em infira-estruturas. É necessário que se transfira as competências, primeiro das estruturas centrais, depois das estruturas provinciais para as municipais. Isto sim pode ser um processo, pode demorar, mas a eleição em si se realiza num só dia”.

Para o político, “não é concebível” que a realização das eleições autárquicas “tenha gradualismo”, e que ela deve ser realizada num dia e no “outro dia se divulgar os resultados. Para quê gradualismo? Uma eleição não precisa ter gradualismo. Por exemplo, o território nacional é vasto, mas a proclamação da independência foi feita num só dia, e todo mundo conheceu a independência” – relembrou Benedito Daniel, considerando ainda que o “Estado está a criar mais uma artimanha política”, porque, “não vemos esta necessidade de haver o gradualismo, nem a própria Constituição diz que as eleições autárquicas devem ser graduais na sua realização”.

Benedito Daniel considerou ainda ser “mais uma artimanha política simplesmente” do Executivo que quer avaliar os momentos,   

situação política e climas políticos, bem como “avaliar os comportamentos políticos. É apenas isso”. Disse Benedito Daniel.

Quanto à implementação do Programa Integrado de Intervenção nos Municípios (PIIM), Benedito Daniel, considera “um projecto contrário”. O PIIM “é um projecto contrário das autarquias, e porque não fomos consultados para a implementação do PIIM e, se fôssemos consultados, em nenhum momento nós haveríamos de aceitar que o PIIM fosse implementado, por diversas contradições que o PIIM trás”, – afirma o Político.

Aquele político diz também que “a defesa do Executivo é de que se devem realizar as eleições Autárquicas graduais por falta de dinheiro e, porque não existe dinheiro para se realizar as eleições em 164 municípios de uma só vez. Então, o problema que se coloca, portanto é essa falta de recursos, mas não há problema humano, não há outro problema se não a falta de recursos” – disse Daniel, e acrescentou “em contrapartida há recursos para serem distribuídos nos municípios mensalmente, nos 164 municípios, por cada município, para sustentar o PIIM. E, em nenhum momento os administradores municipais estiveram preparados para fazerem os projectos para o PIIM, porque o PIMM também lhes surpreendeu”. E disse ainda que primeiro foi dado dinheiro para depois fazer os projectos. Esta forma de gestão não é a mais correcta. É assim, tem dinheiro para todos os PIIM e agora tem que fazer. Primeiro tem de haver projectos só assim que se davam os dinheiros, é o que está a se passar. Por isso, e o mais grave ainda, são outros Administradores que deixaram ficar os dinheiros no Ministério das Finanças, porque no meu Município ainda não tem nada, ainda não precisamos agora. Temos que fazer os projectos, isso demonstra falta de projectos, isto prova que eles foram surpreendidos” – Frisou o líder dos Socialistas.

Por outro lado Benedito Daniel revela que o PIIM veio confundir as Autarquias. Pode ser também uma artimanha política de se dizer, e esta mensagem em alguns níveis políticos já se passa, “se a tal Administração está a fazer, porque teremos mais Autarquias, alguém pode ter também esta análise, nós teríamos a estrada que o autarca deveria fazer e o Administração já fez, devíamos ter um hospital que o Autarca deveria fazer o Administrador já fez. Qual é a diferença? Então, não precisamos”. E, aliás, “nós achamos há um choque, esse paralelismo, portanto ainda não se realizou as Autarquias, não há dinheiro, mas entretanto, os din­heiros estão a ser esbanjados para o PIIM. Até 2020 vamos conseguir ter os resultados do PIIM, dos programas que estão a ser implementados, acho que não, então nós vamos chegar em 2020 podemos ainda fazer uma avaliação de tan­tos dinheiros esbanjados, mas sem os resultados esperados. Nós criticamos, este é o nosso dever”, – Sublinhou o político.

O responsável pela Juventude de Renovação Social (JURS), afirmou que as constantes manifestações que o país tem registado é fruto do descontentamento da juventude angolana com o cenário actual de Angola. Por outro lado, Gaspar dos Santos Fernando disse que nos dois primeiros anos de governação de João Lourenço “o estado da nação angolana é precário” tudo porque “o que estava bom está a degradar-se, contrário do slogan corrigir e melhorar”.

O secretário permanente da juventude do PRS aconselha o Executivo a diversificar a economia nacional, lembrando que “as infra­-estruturas das províncias do Uíje e de Malanje foram erguidas no tempo colonial através da produção do café e do algodão”. Aquele líder juvenil discorda também dos empréstimos e políticas do FMI que o governo implementa no betão e não em indústrias.

Em relação a Operação Resgate e Transparência, o líder juvenil do PRS denuncia que, os jovens da região das Lundas e do Moxico estão a viver neste momento dias difíceis devido as duas operações criadas por JLO. “A polícia e os homens da segurança das zonas diamantíferas nestas regiões estão a maltratar os jovens, com muita pancadaria levando uns à morte”. E alerta ao Estado para criar subsídio de desemprego para os jovens das zonas diamantífero, e a repensar o actual estado da juventude angolana. Pois nesta altura regista-se muita delinquência, prostituição, desespero e medo no seio dos jovens.

“A juventude está sem norte e andando pelo Leste devido à falta de políticas públicas que visem facilitar a vida da força motriz da Nação. E o PRS enquanto partido tem mobilizado e capacitado os seus militantes, em particular a juventude, para participarem activamente nas eleições autárquicas que o País vai realizar em 2020 e eleições gerais em 2022”, esclareceu o secretário permanente da juventude do PRS, Gaspar dos Santos Fernando.

Por: Tiago Figueira e Adão dos Santos

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