A formação da mulher em todos os domínios para melhor corresponder às exigências do presente e do futuro consta dos principais desafios da direcção diocesana do Uíge da Promoção da Mulher na Igreja Católica (Promaica) para o presente ano.

A secretária da Promaica, Ana Palmira, que prestou a informação nesta semana, no quadro do balanço das actividades desenvolvidas durante o ano de 2017 pela sua organização, referiu que a Promaica prestará maior atenção, durante o ano em curso, na formação da mulher, sobretudo na alfabetização, culinária e outras, tendo em conta o défice existente neste domínio.

Entre os demais desafios, ressaltou, a organização pretende reforçar as visitas de ajuda e controlo aos municípios, preparar as mulheres jovens para o matrimónio, assim como assegurar a formação bíblica a nível de paróquias e missões.

Ana Palmira informou ainda que a sua organização, que conta com 4.750 membros na diocese, participou durante o ano findo, em todas as actividades planificadas e nas programadas pela diocese, assim como manteve encontros com mulheres de demais igrejas sobre a importância da oração.

Maior atenção foi igualmente prestada em actividades que culminou com a realização do Jubileu diocesano que decorreu no município de Negaje, referenciou.

A paróquia de Nossa Senhora das Graças no município do Porto Amboim diocese do Sumbe, acolheu as jornadas dedicadas a família, onde mais de 100 casais participaram.

Na missa de encerramento, Dom Luzizila Kila chamou atenção dos fieis para que promovam uma cultura da vida face as ameaças da morte de muitas crianças inocentes através do aborto provocado até mesmo pelos membros da igreja.

Dom Kiala, falou do amor entre os membros da mesma família, que conduz numa comunhão mais profunda. O prelado falou ainda da ausência dos pais, que faz com que a família perca a qualidade.

                             Visão Jornalistica

Um ambiente algo pachorrento reinou na transição dos anos 2017/2018 em Angola. A Polícia prometeu apresentar amanhã, sexta-feira, o balanço consolidado da sua habitual actuação. Tais estatísticas, pelo visto, apenas confirmarão a percepção sentida nos kandadus trocados. Trocados, entretanto, num meio polivalente de insídias da euforia tradicional, austeridade imposta pela crise e sinuoso xadrez político! A começar por aqueles trocados na cúpula. E, na mira principal dos cidadãos: a Mensagem do Presidente da República à Nação. Mensagem que coube, assim, a João Lourenço, pronunciá-lo nestas vestes em herança dos 38 anos de poder de José Eduardo dos Santos. No essencial, Lourenço convidou à interiorização colectiva dos valores da irmandade, da solidariedade e novos rumos pretendidos para o país.

O discurso da Oposição inscreveu-se na mesma senda, acenando, no fundo, os passos iniciais de Lourenço. Claro, com leituras distintas, desdobradas entre o cepticismo sobre a continuidade e o estigma de um mero exercício de “marketing político”. Na circunstância, o primeiro partido da oposição, a UNITA, adiantou um subsídio valioso de consolidação da reconciliação nacional. Que maior crédito não mereceria emanando de figura imune, na actualidade, da imoralidade do dito por não dito!

No tabuleiro de conjunto, não faltou, naturalmente, pingos de elementos assinalando uma profundidade menos suave da amena superfície. Um renomado observador independente descortinou-o na ausência do Presidente do MPLA e antigo da República, à confraternização do fim de ano. O suficiente, para avivar a curiosidade geral sobre as desinteligências no topo do partido no poder, furando as malhas do segredo de polichinelo. Filtrou, sobremaneira, este furo, na alocução do próprio Vice-Presidente da República, Bornito de Souza. Este, na cerimónia de cumprimentos de fim de ano, driblou, a seu modo, a “langue de bois”, aludindo as seguintes reações sobre o novo Presidente. E citámo-lo: “para uns, acelerado demais, para outros, distante demais das directivas, outros há que o colocam na fronteira da quebra da unidade, motivo de mal-entendidos e naturais desconfortos”. Bornito concluiu a sua referência, pela imagem da corrida de estafetas, em que quem recebe o testemunho não pode ficar parado.

Face aos subtis contornos de tal conjuntura, a autoridade eclesial demonstrou, também, a sua vigilância. Em entrevista à ANGOP no passado 28 de Dezembro, o Arcebispo do Saurimo, Dom José Manuel Imbamba, comprovou esta postura. Na citada entrevista, o também Vice-Presidente da CEAST encorajou a inverter um passado, onde, frisou, “os culpados fomos nós que não conseguimos viver condignamente a nossa cidadania e responsabilidade social”. E, rematou mais liminarmente o prelado, que também citamos: “é preciso que os vícios da corrupção, do nepotismo, da impunidade sejam de uma vez por todas combatidos para permitir que o desenvolvimento sustentável seja um facto no nosso país, permitindo que os angolanos sintam-se orgulhosos da sua própria nação”.

Kandandus nossos, com a bênção cristalina e cristã do Senhor!

(Uma coprodução de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Tomás de Melo)

Luanda, quinta-feira 04 de Janeiro de 2017.

 

 

62 Anos, passam desde a 1ª emissão da Emissora Católica de Angola em 1955.

A Ecclesia caminhou com os ensinamentos de estar ao serviço da evangelização, da paz e da Democracia.

Por ocasião desta data, várias foram as vozes que não se quiseram calar para felicitar a direcção e os profissionais da rádio, uma dessas vozes é de Dom Dionísio Hissilenapo, bispo do Namibe, que encorajou os trabalhos de todos profissionais da nossa de confiança.

O clero de Benguela e a comunidade de fiéis da diocese de Benguela, reuniram-se na paróquia de Nossa Senhora de Fátima Sé catedral, para darem o último adeus ao padre Paulo Waloia, junto da família.

A cerimônia contou igualmente com a presença do presidente da CEAST e Arcebispo de Luanda, Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias, que prestou homenagem a família e ao clero diocesano de Benguela.

O sacerdote morreu em Roma no dia 26 de Novembro, aos 70 anos de Idade, nasceu aos 20 de Junho de 1947 é natural do Huambo.

Presidiu a cerimônia fúnebre o Bispo de Benguela Dom Eugênio Dal Corso.

O combate a fome e a luta contra a pobreza estão entre os desafios da pastoral social da igreja em Luanda.

A revelação foi feita na manhã deste Domingo pelo Arcebispo de Luanda, Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias, durante a missa de acção de graças que marcou a festa da padroeira da arquidiocese que neste dia ganhou seis novos sacerdotes.

Sobre os desafios da pastoral social, Dom Filomeno manifestou o seu desejo de ver reforçadas as acções da igreja na assistência e apoio aos mais necessitados.

O Arcebispo de Luanda espera contar com o envolvimento de todas as forças vivas da igreja para os novos desafios locais.

Para os recém ordenados Dom Filomeno, agradeceu pela generosidade, pela fidelidade e pediu para que os mesmos continuem a caminhar com o espírito das bem-aventuradas” continuem a sonhar a serem instrumentos da construção de novos céus e novas terras seja o vosso ministério, seja o ensino alimento para o povo de Deus e o vosso modo de viver motivo de alegria e de inspiração para os fiéis de Cristo” afirmou Dom Filomeno do Nascimento Vieira Dias.

                               VISÃO JORNALISTICA

A recatada aldeia ‘Sakuliva’ dista uns 40 km a Noroeste do Lwena, sede provincial do Moxico. Veio à ribalta há dias pela boca de Dom Tirso Blanco, Bispo argentino, benquisto na região por nunca a ter largado mesmo nas agruras da guerra. O vocábulo é Tshokwe e significa literalmente o pai da escuta. Espiritualmente, invoca a qualidade de saber escutar requerida à governação. O prelado exaltou-a dirigindo-se aos Directores do gabinete de imprensa para comunicação social das Dioceses de Angola e São Tomé. Disse inclusive a fonte da sua explicação, isto é, o soba da aldeia que ele contactou na sua inicial estadia missionária por aquele sertão. D Tirso abria na terça-feira, 5 do corrente mês, uma sessão de formação dos referidos responsáveis eclesiais, decorrida na diocese de Viana. A sua intervenção tornou-se uma rica pregação, arreigada da sabedoria dos mais velhos da sua jurisdição pastoral. Da sua comovente exposição, destacamos os seguintes rasgos proféticos:

  • Nós queremos ser uma igreja com capacidade de escuta, de ir ao encontro, de ouvir e assumir o clamor dos pobres, dos aflitos, de estar junto a todas as situações humanas que requerem solidariedade.
  • Nada do que é humano é alheio ao coração de Cristo. A Igreja, fundada por Ele, prossegue na história a obra que o seu Senhor começou e continua a realizar por meio dos seus discípulos. Carrega assim uma mensagem, uma Boa Nova que não pode ser calada.
  • Estamos (…) na era das comunicações, da informação. Se antigamente, a melhor estratégia para sobreviver era o segredo, hoje sô existem quem se comunica e na medida em que se comunicam.
  • Quantos gestos de amor, de solidariedade, de caridade prática são realizados em nome de Cristo e merecem ser comunicados, não para exaltar uma vaidade humana, mas para suscitar a emulação e assim ter um impacto multiplicador.

Fim de citação dos enxertos salientes da mensagem de Dom Tirso perante os Directores de gabinete de imprensa diocesanos. O seminário de formação enquadrou-se no programa de comemoração do 62° aniversário natalício da Rádio Ecclesia (RE), sucedido a 8 do corrente. Honrou a abertura, também, o Ministro da Comunicação Social, João Melo, convidado de honra. O estadista reiterou, na ocasião, o empenho no sentido de se superar a maior ansiedade da emissora católica: “Estamos a trabalhar nesse dossiê no sentido de encontrar uma solução que seja consensual”, declarou o ministro João Melo.

Na sua qualidade de Presidente da Comissão Episcopal da Comunicação Social da CEAST, D Tirso vincou o carácter emblemático do caso e a seguinte posição: “A expansão do sinal a todo o país permitirá que todos os Bispos, a voz dos pastores, a voz das comunidades cristãs sejam ouvidas e o Evangelho seja ouvido”. Recomendou, na esteira, uma oração “agora mais insistente e perseverante”.

A celebração do aniversário contemplou uma peregrinação conjunta ao Santuário da Muxima, isto é, directores diocesanos e o pessoal da rádio de confiança. Naquele lendário local de peregrinação, a comitiva rezou igualmente a oração pela expansão do sinal da emissora, com a qual fechamos a presente crónica:

Senhor / Que enviastes os Teus apóstolos / Anunciar a Boa Nova/ A todas as nações/ Abri os corações/ Removei os obstáculos/ Desbloqueai os caminhos/ Para que /As ondas da RE/ Possam chegar a todo o país/ Levando a todos/ A Vossa Palavra de Justiça, Paz, Amor e Reconciliação/. Amém.

(Uma coprodução de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Tomás de Melo)

Luanda, quinta-feira 14 de Dezembro de 2017.

 

 

O bispo da diocese do Uíge, Dom Emílio Sumbelelo, apelou este, domingo, aos cristãos a primarem pela vigilância durante o tempo do Advento.

Ao falar na homilia dominical na paróquia de São Francisco de Assis, o prelado Católico, disse ser importante que os cristãos primem pela vigilância porque nunca se sabe a hora da chegada do salvador.

A Igreja vigília como Cristo pediu, o Cristão não dorme, tem de orar vigiar, disse Emilio Sumbelelo.

Segundo a fonte, estar vigilante é o verdadeiro tema para começar o advento, que é o tempo de preparação da vinda do Messias que virá para a casa de cada  família cristã e não cristã desde que esteja preparada para recebe-lo.

O prelado pediu que o momento é de levantar a cabeça de que ele virá no momento e hora certamente  e que ninguém sabe.

Na ocasião, o Bispo solicitou aos membros da ordem Franciscana da diocese que hoje renovaram a sua promessa, que coloquem em prática os pedidos ao  senhor.

“O porteiro não pode dormir nem tão pouco distrair-se pois se assim for, não saberá a hora que virá o seu patrão,  os membros da Ordem Franciscana devem ser Vigilantes.

 

O bispo da diocese do Uíge, Dom Emílio Sumbelelo, apelou este, domingo, aos cristãos a primarem pela vigilância durante o tempo do Advento.

Ao falar na homilia dominical na paróquia de São Francisco de Assis, o prelado Católico, disse ser importante que os cristãos primem pela vigilância porque nunca se sabe a hora da chegada do salvador.

A Igreja vigília como Cristo pediu, o Cristão não dorme, tem de orar vigiar, disse Emilio Sumbelelo.

Segundo a fonte, estar vigilante é o verdadeiro tema para começar o advento, que é o tempo de preparação da vinda do Messias que virá para a casa de cada  família cristã e não cristã desde que esteja preparada para recebe-lo.

O prelado pediu que o momento é de levantar a cabeça de que ele virá no momento e hora certamente  e que ninguém sabe.

Na ocasião, o Bispo solicitou aos membros da ordem Franciscana da diocese que hoje renovaram a sua promessa, que coloquem em prática os pedidos ao  senhor.

“O porteiro não pode dormir nem tão pouco distrair-se pois se assim for, não saberá a hora que virá o seu patrão,  os membros da Ordem Franciscana devem ser Vigilantes.

 

Os membros da Obra de Maria, comunidade assistencialista afecta à Igreja Católica, foram domingo exortados a implementação de acções para o bem-estar dos mais necessitados, com vista a cumprir com os objectivos do grupo.

Falando no encontro com as pequenas comunidades do Centro da Cidade, Candombe Velho e Novo, Piscina, Popular e Pedreira, assim como Katapa, o coordenador diocesano da Obra de Maria no Uíge, Alberto Lukoky, pediu aos presentes a cumprirem com as recomendações do encontro.

Para a actividade com os mais necessitados foi recomendada a colheita de bens diversos para ajudar os que não têm condições de festejar o natal condignamente.

Durante o encontro que serviu também para a partilha de experiências  dos membros das diversas comunidades, os presentes foram informados sobre a Preparação do Encontro Anual, a realizar-se na província do Uíge com a presença das demais dioceses do país.

Recordou que a acção do membro da Obra assenta na dedicação ao próximo, praticando a caridade.

“Para além da reflexão da Palavra do Senhor a nossa actividade deve incidir em acções sociais que visam prestar maior atenção aos que sofrem, visando ajudá-los ou confortá-los espiritual e materialmente”, lembrou.

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