imigrantes-ilegais-tentando-atravessar-o-rioA província de Cabinda partilha uma vasta fronteira com a República Democrática do Congo e o Congo Brazzaville, que tem sido diariamente invadida por cidadãos estrangeiros em situação ilegal, desde crianças a adultos de ambos os sexos, que procuram em Angola as melhores condições de vida.

Os imigrantes em situação ilegal utilizam a província de Cabinda como trampolim para atingirem outras zonas do país, como Luanda e as regiões diamantíferas das Lundas. Outros assentam arrais na província, promovendo todo tipo de actividades ilícitas. Com isso aumenta a criminalidade.

O actual quadro migratório da região é preocupante. Já residem no território da província de Cabinda centenas de milhares de estrangeiros em situação ilegal.

Muitos dedicam-se ao comércio ambulante e actividades religiosas. Mas há também traficantes de drogas e alguns fazem assaltos à mão armada. Entre as mulheres em situação ilegal, um número elevado de jovens dedica-se à prostituição.

A imigração ilegal altera o quadro demográfico o que cria grandes dificuldades na aplicação de programas sociais, que implicam uma definição, ainda que aleatória, da população.

Quando as autoridades vão para o terreno encontram sempre muito mais gente. São os imigrantes em situação ilegal que provocam esses desequilíbrios.

O problema tem uma dimensão cultural. Neste momento o “lingala” é uma língua comum na província. E há cada vez mais práticas de feitiçaria que afectam sobretudo as crianças. A proliferação de seitas religiosas com origem na RDC está a causar sérios problemas.

Os pastores afirmam que têm artes mágicas e fazem desse “poder” um negócio onde corre muito dinheiro. As camadas mais pobres da população são as principais vítimas do charlatanismo.

O comandante provincial da Polícia Nacional, comissário Eusébio Domingos Costa, afirma que “devido aos problemas de ordem económica nos seus países de origem, milhares de imigrantes entram ilegalmente em Angola pelas fronteiras de Cabinda”.

A governadora de Cabinda teve um encontro com as autoridades tradicionais para analisar o “fenómeno de imigração ilegal”.

Na reunião, o comissário Eusébio Costa referiu que a província é propensa à imigração ilegal devido às facilidades que os cidadãos estrangeiros encontram para entrar no país através dos caminhos existentes ao longo da linha de fronteira e a utilização de passes de travessia, violando o acordo migratório tripartido existente entre Angola (Cabinda), RDC (Baixo Congo) e Congo Brazzaville (Ponta Negra).

Repatriamento compulsivo

O número de imigrantes ilegais em Cabinda é elevado, pois diariamente entram dezenas na província. O comandante provincial da Polícia Nacional, Eusébio Domingos Costa, afirma que, durante ano passado, os Serviços de Migração Estrangeiro (SME), repatriaram mais de 14 mil imigrantes ilegais, além dos oito mil que deixaram o país voluntariamente.

Só no primeiro semestre deste ano foram já repatriados mais de oito mil, maioritariamente da República Democrática do Congo.

O auxílio à imigração ilegal e a facilitação de documentos de cidadania nacional são outros males que a Policia Nacional está a combater energicamente.

“Muitos cidadãos estrangeiros em situação ilegal são detidos e exibem Bilhete de Identidade e Passaporte nacionais” disse o comissário Eusébio Costa.

Isso só acontece, acrescentou, porque cidadãos angolanos que trabalham em instituições do Estado intervêm no processo de atribuição de cidadania nacional.

Autoridades tradicionais

A contribuição das autoridades tradicionais desde regedores, sobas e coordenadores de bairros no combate à imigração ilegal, denunciando todos os que de forma clandestina residem nas suas áreas de jurisdição, pode ser a maneira mais segura, fácil e duradoura de impedir que os estrangeiros em situação ilegal se fixem no país, defende o comandante provincial da Polícia Nacional.

Se cada regedor ou qualquer outra autoridade tradicional convidar os cidadãos estrageiros ilegais que se encontram na sua área de jurisdição a saír de maneira voluntaria ”podemos ter a certeza absoluta de que vamos diminuir em grande escala a imigração ilegal, até podemos chegar à estaca zero”, disse o comissário Eusébio Costa.

“O combate à imigração clandestina não é apenas uma tarefa das estruturas da Polícia Nacional e do Ministério do Interior, tem de dhaver uma participação de todos” alertou o oficial.

A Polícia Nacional tem estado a promover palestras, seminários e encontros com associações,autoridades tradicionais, administrativas e coordenadores de bairros para os sensibilizar para o combate à imigração ilegal.

O comandante da Polícia Nacional em Cabinda considerou preocupante a imigração ilegal na província pelos contornos negativos que está a atingir.

“Peço aos cidadãos uma consciência patriótica, um sentido de Estado porque o que está a acontecer coloca em perigo a soberania e o Estado”, disse Eusébio Costa.

Em Cabinda, disse o comandante Eusébio Domingos Costa, os imigrantes ilegais, estão a praticar crimes graves, como furtos e assaltos à mão armada que muitas vezes culminam em mortes.

O comandante Eusébio Domingos Costa revelou que na cadeia do Yabi estão detidos mais de 500 estrangeiros que cometeram crimes graves, sendo metade deste número cidadãos da República Democrática do Congo. “A maior partes dos assaltos que acorrem na cidade de Cabinda é praticada por cidadãos da República Democrática do Congo que faziam parte de grupos de delinquentes em Kinshasa”, disse aquele oficial superior da Polícia Nacional.

Fiscalização nos bairros

O regedor Simão Congo é de opinião que, com um pouco mais de trabalho na vertente de fiscalização nos bairros se pode reduzir o número de cidadãos estrangeiros em situação ilegal.

“Ninguém pode aceitar que cidadãos estrangeiros além de estarem ilegais no país, roubem, fazem todo o tipo de desmandos e matem ao seu bel-prazer”, afirmou.

O município de Buco-Zau, situado 120 quilómetros a norte de Cabinda, começa a registar também um número crescente de imigrantes ilegais. Muitos conseguem obter a nacionalidade angolana, com o auxílio de autoridades locais.

O regedor de Buco-Zau, Filé Matoco Boma, lança um apelo à sociedade no sentido de não dar tréguas aos imigrantes ilegais e sugere um severo castigo aos que auxiliam a imigração ilegal e também a todos cidadãos estrangeiros em situação ilegal que cometem crimes graves.

Defesa da soberania

A governadora provincial de Cabinda defendeu a necessidade de todas as forças vivas da região redobrarem esforços para estancar a “invasão silenciosa” de que está sendo alvo a província mais ao norte do país, por parte de estrangeiros em situação ilegal.

Aldina Matilde da Lomba afirmou que apesar da província de Cabinda partilhar uma longa fronteira com dois países não pode servir de base à imigração ilegal: “temos de estar cada vez mais vigilantes na defesa da soberania nacional identificando os cidadãos nacionais que auxiliam os estrangeiros em situação ilegal”.

A governadora de Cabinda defendeu a necessidade da população denunciar todos aqueles que vêm à província para fins inconfessos, como sendo a delinquência, e outros actos que em nada ajudam a fortalecer a paz conquistada.

A criminalidade na cidade de Cabinda é em grande parte protagonizada por cidadãos estrangeiros em situação ilegal. A governadora Aldina Matilde da Lomba lembrou que “começamos a assistir a assaltos à mão armada e à morte dos proprietários das habitações ou casas comerciais que os meliantes assaltam diariamente”.

A governadora fez referência ao recente assalto às bombas de combustíveis na aldeia de Caio perpetrado por um grupo de marginais composto por cidadãos nacionais e congoleses democráticos e que culminou na morte de um elemento da segurança privada. “Esta situação exige a contribuição de todos, para o bem de Cabinda”, concluiu.

Palanca Negra Gigante Ameaçada

Repovoamento da Palanca Negra Gigante Ameaçada

A caça furtiva e a exploração de inertes no Parque Nacional de Cangandala, na província de Malange, estão a comprometer os esforços de repovoamento da Palanca Negra Gigante, disse em Luanda a consultora ambiental Sendi Baptista.

Colaboradora da Fundação Kissama, a especialista referiu que os últimos dados da organização indicam que existem no Parque Nacional menos de 100 animais devido à instalação de armadilhas e queimadas, o que coloca a espécie em vias de extinção por ser endémica.

A ambientalista frisou que há necessidade de consciencializar a população para acabar com a caça e a exploração de inertes na reserva, para impedir a fuga e o abate de mais animais. “A protecção efectiva da Palanca deve contribuir a médio prazo para a melhoria das condições de vida das comunidades e o desenvolvimento da região”, frisou.

O Projecto de Conservação da Palanca criou, em 2004, uma equipa de pastores com membros das comunidades, dando início ao processo de localização e preservação do animal. Segundo dados da Fundação Kissama, até aos anos 70 estimava-se uma população de 2.500 palancas, sublinhando que hoje estão reduzidas a menos de cem.

Espécie rara, a Palanca Negra Gigante tem o seu habitat natural no Parque Nacional de Cangandala e na Reserva Natural do Luando, na província de Malange.

Fonte: JA

Bandeiras Angola e Italiana

Bandeiras Angola e Italiana

O acordo sobre a isenção recíproca de vistos de curta duração entre Angola e a Itália para os titulares de passaportes diplomáticos e de serviço está em vigor desde o dia 12 de Julho de 2013, soube hoje (segunda-feira) a Angop de fonte oficial.

O acordo foi rubricado pelo ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoty, e pelo ex-ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Giulio Terzi, durante a visita oficial que o governante angolano efectuou a Itália, de 17 a 20 de Junho de 2012.

Nesta altura, o governante angolano rubricou também um acordo de cooperação cultural, científico e tecnológico para os anos 2012/2016.

A Itália reconheceu Angola no dia 18 de Fevereiro de 1976, e no dia 4 de Junho, do mesmo ano, estabeleceram-se as relações diplomáticas entre os dois Estados.

Fonte: Angop

Equipa Naciona de Hóquei testa diante do 1º de Agosto

Equipa Naciona de Hóquei testa diante do 1º de Agosto

A pré-selecção nacional sénior masculina de hóquei em patins testa na próxima quarta-feira diante da formação do 1º de Agosto, em jogo de preparação tendo em vista a participação na 12ª edição do torneio internacional José Eduardo dos Santos, a decorrer de 22 a 25 do corrente, em Malanje.

O desafio acontece às 19 horas no pavilhão anexo da Cidadela, naquele que será o primeiro jogo amistoso do combinado nacional, onde o seleccionador Orlando Graça vai testar os níveis técnicos , físicos e desportivos do conjunto.

O progrma de preparação prevê ainda a realização de jogos com equipas que participam no campeonato provincial de Luanda.

A viagem para o palco da competição acontece dia 13, um dia depois da inauguração do pavilhão, construído a propósito do evento enquadrado nas festividades natalícias do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, a assinalar-se a 28 deste mês.

Fonte: Angop

Paróquias preparam-se para peregrinação ao Santuário da Muxima

Paróquias preparam-se Santuário da Muxima

As diversas paróquias existentes na provincia de Luanda, nos dias que correm, preparam-se para a peregrinação ao Santuário da Muxima, uma actividade anual dos fiéis católicos, a decorrer de 31 de Agosto a 1 de Setembro do corrente ano.

Na paróquia da Nazaré, foram abertas inscrições para que os fiéis interessados, em uníssono, partam para o local em caravanas devidamente organizadas pelos seus responsáveis religiosos.

Segundo constatou a Angop no local, no âmbito da preparação, os religiosos manterão ainda algumas reuniões, a fim de serem esclarecidos sobre a real missão que os leva ao Santuário da Muxima.

De recordar que, em 2012, a paróquia da Nazaré fez-se representar na Muxima com mais de 550 fiéis, sendo que alguns haviam partido por meios de transportes pessoais.

Por outro lado, na paróquia de Santo António, sita no Kifangondo, os encontros em torno da partida dos fiéis que aí celebram as missas, está entre as informações disponíveis sobre a actividade.

Prosseguindo, Francisco Lumuangano, pároco de Santo António, avançou que a ideia é seguir as pisadas do ano transacto, no qual, os religiosos daquela paróquia partiram em caravanas com autocarros.

Nas demais paróquias da cidade, Cristo Rei, Nazaré, São Domingos e outras, o cenário não muda, responsáveis criam condições para facilitar a partida dos seus fiéis.

Enquanto isso, o Governo Provincial de Luanda, criou uma comissão e várias subcomissões de trabalho, com a missão de velar pela questão organizacional, segurança, logística, saneamento e iluminação pública, antes, durante e após o evento.

A comissão geral será coordenada pelo vice-governador provincial para a área social, Adriano Mendes de Carvalho, englobando as sub-comissões para organização liturgia e protocolo, transportes e tráfego, energia e águas, saúde e primeiros socorros, actividades comerciais e alojamento, embelezamento, som palco, iluminação e comunicação social.

Este ano, a peregrinação ao Santuário da Muxima decorre sob o tema “Família levanta-te e caminha, família e cultura”.

No primeiro dia haverá cânticos, confissões, catequeses, via-sacra e a missa de abertura que será orientada às 18 horas, por Dom Joaquim Ferreira Lopes, bispo de Viana.

Fonte: ANGOP

Angola vai acolher a próxima cimeira ordinária da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos (CIRGL), agendada para Dezembro deste ano, soube-se quarta-feria, em Nairobi (Quénia), no término da sexta cimeira extraordinário desta organização regional.

Angola participou no encontro com uma delegação multi-sectorial chefiada pelo ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, em representação do Presidente da República, José Eduardo dos Santos.

A cimeira manifestou o seu apoio às conversações de Kampala entre o governo da RDCongo e o Movimento M23, tendo apelado às partes a concluirem o mais rapidamente possível o acordo de paz.

Os Chefes de Estado e de Governos ou seus representantes reafirmaram o seu apoio ao mandato da brigada de intervenção, com vista a se por fim às forças negativas, em conformidade com a resolução da CIRGL e do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A RDCongo e o Rwanda foram encorajados a prosseguir com as discussões bilaterais, tal como o fizeram antes da actual crise, na busca de confiança e cooperação entre si, enquanto que o Sudão e o Sudão do Sul foram recomendados a manter os mecanismos de entendimento para resolver de forma bilateral e pacífica os seus diferendos.

Constaram igualmente das recomendações a mobilização de recursos para a gestão dos programas e projectos de desenvolvimento regional e a promoção de eventos culturais e desportivos, visando o reforço das relações entre os povos e a elevação da segurança, estabilidade e desenvolvimento.

Integraram a delegação angolana o ministro da Defesa Nacional, Cãndido Van-Dúnem, o secretário de Estado das Relações Exteriores, Manuel Augusto, o director para África do Ministerio das Relações Exteriores, Joaquim Espírito Santo, Embaixador de Angola no Quénia, Ambrosio Lukoki, e o director e coordenador da Região dos Grandes Lagos, Coimbra Baptista.

Os membros da Conferência Internacional da Região dos Grandes Lagos Sao: Angola, RDCongo, Congo, República Centro Africana, Zâmbia, Sudão, Sudão do Sul, Tanzânia, Quénia, Burundi, Rwanda e Uganda.

Don Gabriel Mbilingi

Don Gabriel Mbilingi

D. Gabriel Mbilingi assume liderança da SCEAM e lembra conflitos no continente
O arcebispo angolano D. Gabriel Mbilingi foi eleito como novo Presidente do Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagáscar (SCEAM), após a reunião plenária desta organização episcopal em Kinshasa, República Democrática do Congo (RDC).
O arcebispo de Lubango disse à Rádio Vaticano que a prioridade para os membros do organismo deve passar por promover a “comunhão”, com “sensibilidade aos problemas que se vivem em cada região”, bem como “a justiça e a reconciliação”.
Os participantes deixaram em particular uma mensagem sobre a situação na RDC, lembrando uma guerra que fez seis milhões de mortos em 20 anos.
Os bispos “convidam todas as partes envolvidas a procurarem uma solução para esta guerra e a trabalharem ativamente pela paz”, fazendo um apelo nesse sentido junto das Nações Unidas, União Europeia e União Africana.
D. Gabriel Mbilingi abordou ainda a situação “muito especial” na República Centro-Africana e no Egito, cujos bispos estiveram ausentes.
“Queremos ver uma África mais reconciliada, mais justa, com maior garantia de paz”, precisa.
Os bispos do SCEAM adotaram um plano estratégico de cinco anos que inclui projetos em matéria de governação e formação em práticas democráticas, entre outros.
“As linhas de força estão estabelecidas num plano estratégico, pastoral, de 2013 a 2018, pelo que nos próximos tempos, nós poderemos ver como concretizar realmente o que lá está traçado”, refere o novo presidente.
Na mensagem final da assembleia plenária, divulgada pela Agência Fides, do Vaticano, os bispos africanos convidam todos os cidadãos do continente “a envolverem-se com urgência na luta por uma ordem social justa, onde todos possam gozar dos direitos associados à sua dignidade humana”.

Foi com profunda tristeza que a Arquidioceses de Luanda recebeu a notícia do falecimento do Reverendo senhor padre MANUEL DE SOUSA GONÇALVES ocorrido no passado dia 29 de Julho de 2013, em Braga/Portugal, Vítima de doença.

Padre Manuel Gonçalves, de nacionalidade portuguesa, nasceu em Folgosa/Maia, a 8 de Dezembro de 1935.

Sacerdote. Membro da Congregação do Espírito Santo, desempenhou o serviço missionário em Angola nas dioceses de Malange, Huambo e Luanda. Foi porta-voz e responsável do secretariado da pastoral da CEAST; membro da comissão instaladora e administrativa da UCAN Universidade Católica de Angola e assistente pastoral na Paróquia de São Pedro Apostolo/Luanda.

A arquidiocese de Luanda, por esta Chancelaria, COMUNICA aos sacerdotes, Religiosos e Religiosas em serviço na arquidiocese, e ao Povo Santo de Deus que Sua Excelência Reverendíssima Senhor Dom Damião António FRANKLIN, arcebispo metropolita de Luanda, presidirá à missa pela alma do Reverendo Padre Manuel de Sousa Gonçalves, celebra-se esta sexta feira dia 02/08/2013 as 18 horas e 30 minutos na Sé catedral de Luanda.

Suas Excelências Reverendíssimas Dom Damião António Franklin, Arcebispo Dom Anastácio Kahango e Dom Zeferino Zeca Martins, Bispos auxiliares de Luanda, os missionários e todos os Co diocesanos de Luanda apresentam à Família do Reverendo Pe. Manuel Gonçalves e à Congregação do Espírito Santo-Província de Angola os sentimentos de pesar e ao mesmo tempo, associam-se à dor rezando pelo eterno descanso de sua alma.

Pela arquidiocese de Luanda

O Chanceler

Padre António Lungieki Pedro Bengui

Núncio Apostólico Vista Menongue

Núncio Apostólico visita Diocese de Menongue

O Núncio Apostólico em Angola concluíu recentemente a sua primeira visita à a Diocese de Menongue, na Província de Kuando Kubango.

Dom Novatus Rogambwa foi recebido pelo Governador local, Francisco Higino Lopes Carneiro,  a quem manifestou maior engajamento da Igreja com as autoridades ao serviço do bem comum.

O representante do Papa em Angola deslocou-se aos municípios de Mavinga e Cuchi, onde manteve encontros com as diversas congregações.

Dom Mário Lucunde, Bispo da Diocese, manifestou-se satisfeito e, emocionado, descreveu a vista como sendo um acto histórico que marca os novos tempos da comunidade diocesana.

Esta é a primeira visita de um Núncio Apostólico à Diocese de Menongue.

A convicção foi partilhada por Zeferino Estevão Juliana, reagindo a sua eleição como novo presidente da UNIAPAC-Africa. Estevão Juliana foi eleito no fim dos trabalhos da organização, encerrados recentemente, em Yaoundé, Camarões.

Zeferino Juliana é presidente da Associação de Cristã de Gestores e Dirigentes, em Angola, defendeu que vai levar em conta os princípios bíblicos na inspiração da ética na coisa pública.

“Vamos criar, trabalhar para uma melhor consciência para uma sociedade sustentável para a vivência humana à luz da doutrina social da Igreja a partir da bíblia”.

O organismo angolano que reúne no seu seio empresários públicos e privados é único nos países falantes de português, em Africa e existe desde 2009. Inspirado na ética cristã de gestão, com a sua congénere portuguesa tem estado envolvido num conjunto de reflecções sobre a ética na gestão da coisa pública, como valor fundamental da sua existência.

O encontro que elegeu o angolano Zeferino Juliana teve como lema “Empresário e dirigente cristão Africano levanta – te”. Ao evento estiveram presentes 750 delegados vindo de muitas partes do mundo, não só os da África, mas também da Europa e América Latina. Angola fez-se representar com 34 delegados.

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