Angola está à beira de eliminar a poliomielite.

A notícia foi avançada  esta terça-feira à Agência oficial de notícias, ANGOP, pela directora provincial de Luanda da Saúde, Rosa Bessa.

A responsável exemplificou que a província de Luanda está desde 2011 sem registar casos da doença.

Rosa Bessa falava a propósito da nova campanha de vacinação contra a pólio, que prevê vacinar mais de um milhão e oitocentas crianças, menores de cinco anos de idade, residentes em Luanda,  entre os dias 10 a 12 deste mês.

Neste sentido, apelou  ao engajamento das administrações municipais, vacinadores e outros técnicos envolvidos.

“Aos pais apelo que levem os filhos aos postos fixos criados ou que permitam que os vacinadores entrem em suas casas, para darem a gora milagrosa às crianças, pois só assim estarão a protegê-las”, disse.

Na última campanha, realizada em Dezembro de 2012, foram imunizadas um milhão 701 mil e 386 crianças.

A poliomielite ou paralisia infantil é uma doença viral altamente contagiosa que afecta principalmente crianças pequenas, causando deformações no corpo.  O vírus é transmitido através de alimentos e água contaminados e se multiplica no intestino, invadindo o sistema nervoso.

Muitas crianças infectadas não apresentam sintomas, mas continuam a contaminar outras, sendo a vacinação a única forma de prevenção.

Assim se desenrola o paradoxo da actualidade. Uns rejubilam-se pela alegada mordomia com o acesso às moradias do Kilamba em Luanda enquanto, na Huila, o espectro lúgubre da fome dita a lei.

É de condenar os jornalistas beneficiários do direito de aquisição de casas na centralidade do Kilamba? A questão alimenta a controvérsia nas fileiras da profissão, de momento.

As opiniões variam entre o subjectivismo, alguma paixão e certa ponderação.

Os não contemplados destacam-se em condenar os selecionados, sob o argumento poderoso da ética. Os apaixonados enfatizam a alienação dos beneficiários à propaganda do partido no poder. De facto, a lista privilegiou uma malta ostensivamente identificada com esta propaganda durante as recentes eleições. E, é consabida a censura que a postura da mídia pública (onde labora o grosso dos afortunados laureados do ‘jackpot’) mereceu dos observadores sérios.

Portanto, os respectivos agentes afastaram-se mais do serviço público de informar, caindo no papel de reles propagandistas. O princípio de premiar jornalistas, pela mais-valia do interesse público do seu ofício, não é um mal em si. O mal é distorcer a sua prática, com a promiscuidade da politiquice e dos contravalores, deformação que a Rádio Ecclesia, por exemplo, evitou. Os observadores notaram-no e podemos testemunhar o seu empenho na atempada chamada de atenção sobre o Código de Conduta Eleitoral, pisada por actores perante a demissão da Comissão Nacional Eleitoral.

Nesta ordem de ideias, há quem aconselha mais moderação na abordagem da sanção moralizante sobre a tal lista dos favorecidos do Kilamba. Melhor é atacar o vício na raiz. Ou, seja, a situação que força profissionais a acederem a um bem, tão fundamental como a casa própria, por esta exclusiva, senão, estreita via. Pois, afinal de contas, os beneficiários suportarão na mesma os encargos da compra. O embuste consistiu somente em entreter a ilusão de uma prerrogativa, inexistente na impiedosa realidade comercial. E, simultaneamente, mascarou-se o problema do preço elevadíssimo de tais residências. Não convinha reclamar o fim de tais práticas e futuras distribuições acarretarem a inclusão, por exemplo, do sindicato da classe? Em especial, na perspectiva de “produzir mais para distribuir melhor” – lema em perigo de desgaste pela imprevista crise de água e corrente eléctrica na capital. E, no interior do país, pela tragédia da fome recorrente na Huila, rico celeiro de Angola e não só.

O drama levou o Arcebispo e presidente da CEAST, Dom Gabriel Mbilingui, a renovar um discurso eivado de clamores proféticos ao país.

Citamos: “Muitos problemas económicos que afectam as grandes comunidades rurais, só poderão acabar se tivermos um Governo capaz de combater as assimetrias regionais (…) Espero que o novo Governo, mesmo com as assimetrias que existirão sempre, combata as existentes entre o litoral e o interior das províncias, entre a capital e as outras províncias (…) Quando não havia progresso em quase lado nenhum, talvez nós não notássemos tanta diferença. Agora que, efectivamente, há um desenvolvimento, ao menos a nível das infraestruturas, vemos com maior apreensão que, de facto, quem estiver afastado dos centros urbanos, parece estar um pouco esquecido”. Fim de citação das declarações de Dom Mbilingui sobre a fome ora reinante nas áreas rurais da Huila. Esperamos que seja ouvido. Uma esperança vigorada por certos sinais captados em Cabinda e Sumbe. Nas duas capitais, os governadores recém-nomeados destacaram a sua estreia com visitas significativas aos respectivos paços episcopais. Com comoventes boas-intenções anunciadas! Oxalá não se fique por aí.

(Uma coprodução de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Margareth Nanga no programa ‘Visão Jornalística’ da Rádio Ecclesia, na quinta-feira 25 de Outubro de 2012)

A partilha entre cristãos de boas práticas da caridade foi defendida recente pelo Seminário regional da Cáritas.

O evento que decorreu na cidade Malanje reuniu 32 participantes das dioceses de N’Dalatando, Malange e Uíje.

Os participantes abordaram temas como: “Missão e Estatutos da Caritas, no âmbito do Plano Estratégico parao quinquénio 2013-2017.

O encontro recomendou o reforço da educação à caridade cristã organizada.

Um objectivo que requer “criar espaço de partilha das boas práticas a nível das paróquias no que concerne a pastoral social dentro da Igreja”, segundo as recomendações.

Na Igreja Católica, a paróquia é a primeira instância da vida comunitária organizada.

Para educação à caridade cristã organizada, impõe-se, por isso, o serviço social no espaço paroquial.

Santa Sé contra obstáculos à fé cristã em Angola.

O representante do Vaticano no país citou o fenómeno da feitiçaria como um dos principais males ao desenvolvimento do povo cristão.

Numa missa campal, no último domingo, em Mbanza Congo, dom Novatus Rugambua informou que os bispos da conferência episcopal de Angola e São-Tomé (Ceast) receberam da Santa Sê indicações sobre estes males que afectam a sociedade angolana e que devem ser superados pelos cristãos e as comunidades.

Além da feitiçaria, citou a poligamia, o amigamento, o oportunismo do alembamento e a questão das heranças, como atitudes nocivas à vida e a harmonia da família.

“ Reportamos isto como grande obstáculo à fé, sobretudo neste ano em que a igreja é convidada pelo Papa a atravessar a porta que nos coloca no caminho da fé e nos leva a reforçar a crença num único Deus que é amor”, realçou.

O núncio apostólico falou também sobre a resolução de conflitos familiares e comunitários, sublinhando que o caminho é a reconciliação, justiça e a paz, tendo apelado no sentido de todos os cidadãos servirem de agentes de reconciliação e da promoção da justiça e da paz.

“ A paz e a harmonia são possíveis entre nós se soubermos ouvir a voz de Deus e obedecermos ao espírito de Cristo”, acrescentou.

O representante do Vaticano em Angola cumpre, desde sexta-feira última, uma visita pastoral de cerca de duas semanas à diocese de Mbanza Congo, destinada ao reforço das comunidades católicas locais. Já se deslocou aos municípios do Tomboco e Nzeto.

Nesta segunda-feira desloca-se ao município do Kuimba, enquanto terça-feira vai reunir-se com o governador local, José Joanes André, para no dia seguinte rumar para o município do Soyo, última paragem da sua visita, na companhia do bispo local, dom Vicente Carlos Kiaziku.

Homenagem aos antigos missionários

“Angola orgulha-se e a humanidade sente o dever de proteger esta memória como seu património” – sublinhou o Prelado na homilia de domingo.

O representante do Santo Padre homenageou os antigos missionários que se notabilizaram na evangelização da região.

Um reconhecimento especial aos reis Nzinga Nkuvu ( baptizado com o nome de Dom João I) e ao seu filho mais velho e sucessor Mbemba-a-Nzinga ( dom Afonso), que o prelado considerou “ homens e cristãos que ficarão para sempre na memória da humanidade e da evangelização de Angola e da África subsaariana.

A visita de trabalho do ministro das Relações Exteriores, Georges Chikoti, aos Estados Unidos da América, inicialmente prevista para esta semana, foi adiada “sine die” por razões de agenda política, de acordo com o embaixador dos EUA em Angola, Cristopher McMullen.

Em declarações à imprensa no dia 7 deste mês, o diplomata norte-americano explicou que o adiamento da visita oficial do chefe da diplomacia angolana aos Estados Unidos da América, deve-se ao facto de o secretário de Estado do seu país, John Kerry, ter viajado à Rússia para um encontro com o presidente russo, Vladimir Putin.

Cristopher McMullen informou que a deslocação de George Chikoti ao seu país tem como objectivo principal a entrega de uma missiva do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, ao seu homólogo Barack Obama, embora se preveja igualmente encontros com membros do Congresso e organizações da sociedade civil.

“A visita foi adiada pelo facto de o secretário Kerry ter ido à Rússia para falar sobre a situação política na Síria com o presidente Putin e nada mais que não tenha a ver com esta questão”, justificou o embaixador dos Estados Unidos em Angola, adiantando que pelo mesmo motivo também se cancelou a visita de Ellen Johnsom aos EUA.

Portanto, prosseguiu, “eu falei com o ministro Chikoti e vamos tentar negociar com a Embaixada de Angola em Washington (capital dos EUA), com o Ministério das Relações Exteriores de Angola e o Gabinete do secretário de Kerry para que a visita do chefe da diplomacia angolana se efective em breve.

Esclareceu ainda que tal adiamento não tem qualquer ligação com um alegado relatório que o presidente da Unita, Isaías Samakuva, enviou ao Departamento de Estado Norte-americano, uma vez que além da individualidade angolana, John Kerry teria também uma audiência com a presidente da Libéria, Ellen Johnson-Sirleaf, no mesmo dia.

O Bispo, Dom Eugénio Dal Corso, já está na capital italiana, para acolher os peregrinos nos próximos dias.

Segundo a organização, cerca de 50 pessoas aderiram ao evento, esperando-se por outras confirmações.

Também a Arquidiocese do Huambo, perspectiva marcar o ano da fé com uma peregrinação a Roma.

O desejo foi expresso pelo Arcebispo Dom José Alves de Queirós.

Catequese aos jovens em Saurimo

Por sua vez, a Arquidiocese de Saurimo, sob a presidência de Dom Manuel Imbamba está a organizar catequese com os jovens, no âmbito do ano da Fé.

A localidade de Kassai foi o lugar escolhido para o arranque.

A metodologia, segundo o Arcebispo de Saurimo é baseada na exposição do tema seguida de colocação de questões, em forma de diálogo.

O próximo encontro será na sede de Saurimo. A adesão dos jovens é total, segundo Dom Imbamba, havendo até a assinalar presença de jovens não católicos.

Em Angola, na liturgia diária, as dioceses e arquidioceses adoptaram uma forma de assinalar a vivência. O símbolo dos apóstolos, bem como o hino do ano da fé está entre as preferências

Abrir banco comercial passa a custar 25 milhões de dólares norte-americanos em Angola.

A proposta do Banco Nacional de Angola, BNA, foi aprovada esta quinta-feira, 9, pela Comissão Permanente do Conselho de Ministros.

O instrumento faz parte de um conjunto de medidas previstas nas reformas que o BNA tem vindo a implementar no sistema financeiro.

O objectivo é adequá-lo às normas internacionais e à gestão de riscos, segundo o BNA.

O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, assegurou terem sido revistas, na reunião, as regras para o licenciamento de novas instituições financeiras bancárias, com destaque para o tempo máximo de seis meses como limite para a emissão de uma licença de autorização de funcionamento.

“As novas regras impõem que o banco central deve pronunciar-se no período máximo de seis meses, tempo que pode ser estendido para 12 meses”, frisou o governador do BNA.

Ressaltou que em caso de não haver uma resposta nesse período o processo é tacitamente declinado.

Afirmou que aprovação da proposta do BNA é apenas um ajustamento ao nível de risco para as instituições que operam no mercado bancário angolano.

Historiadores angolanos e namibianos tentam pôr fim à controvérsia sobre a imagem do rei mandume Ya Nemufaio.

Os peritos concluem ser falso o rosto do soberano que se espalhou pelo país e o mundo.

Mandume é conhecido com a imagem de um homem de grande porte físico, com o corpo descoberto e mais jovem.

No entanto, os especialistas apresentaram no recente encontro realizado no seu memorial, uma imagem diferente.

A imagem do rei Mandume, apresentada numa sequência de fotos aparece de corpo inteiro, com uma estatura média, trajado dos pés à cabeça, muitas delas no meio dos seus soldados, armados com espingardas.

A própria Universidade “Mandume Ya Nemufaio” já anunciou que vai alterar a imagem que ostenta.

Reconstituir a história do país

A Ministra da Cultura salientou na localidade de oihole, Cunene, a importância de se investigarem factos que marcaram a resistência à ocupação colonial e o papel dos soberanos na defesa da integridade territorial de Angola.

Rosa Cruz e Silva que falava no encerramento do seminário internacional sobre ” Resistência à ocupação colonial do sul de Angola: caso Cunene”, referiu que o trabalho de investigação vai ajudar os historiadores a reconstituirem a história do país.

O encontro, promovido pelo ministério da cultura em parceria com o Governo provincial, inseriu-se nas comemorações do 96º aniversário da morte do rei Mandume Ya Ndemufaio, tombado em combate a 6 de Fevereiro de 1917.

A produção historiográfica, declarou, ainda está centrada nos textos e livros produzidos no peíodo colonial.

” Não quero dizer com isto que esses livros não têm qualquer mérito ou utilidade, mas é preciso os investigadores terem paciência e interesse em rever os documentos que lhes deram origem” – disse.

Lembrou que a História de Angola tem sido tratada ao longo dos anos, mas que nem sempre houve interesse e muito empenho para se encontrar as fontes orais ou escritas.

O país, referiu, ” tem um acervo grande sobre a resistência que ainda não foi suficientemente explorado pelos angolanos”.

No caso da rainha Njinga Mande, disse que foi feito um trabalho de reconstituição, pois a maioria dessas figuras não têm fotografias.

O problema, alertou, “reside no facto das pessoas se fixarem na imagem feita pelos europeus”.

O seminário juntou especialistas angolanos e namibianos, no auditório do memorial do rei Mandume.

O músico angolano Waldemar Bastos apresenta, em Abril, dois concertos em Portugal, o mais recente trabalho, “Classics of My Soul”, que gravou com a Orquestra Sinfónica de Londres

Os espetáculos em Portugal estão agendados para o dia 28 de Abril, no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e no dia seguinte, na Casa da Música, no Porto, com produção Uguru.

O músico angolano afirmou que não vai ser uma orquestra em palco, mas sim o seu quinteto, com três violinos, sendo as canções interpretadas com “novos arranjos só para cordas”.

Sobre o disco, Waldemar Bastos afirmou: “Para mim, foi um sonho que sempre acalentei pela música de Angola”, disse o músico, referindo que, no seu primeiro álbum, também gravou alguns temas com a Orquestra Municipal do Rio de Janeiro.

“Tive sempre o sonho de cantar uns clássicos da música de Angola, vestidos com outra roupagem, neste caso os arranjos feitos pela Orquestra Sinfónica de Londres”, que é dirigida por Nick Ingman.

O novo álbum, disse, intitula-se “Classics of My Soul” e nele o músico angolano destacou “o papel fundamental” do produtor, Derek Nakamoto, que foi pianista de Michael Jackson.

“Trabalhámos com franqueza relativamente ao que se estava a fazer, o Derek Nakamoto já tem o problema do ego resolvido e era arte o que queríamos fazer”, disse, acrescentando que “foi uma sorte trabalhar com ele, mas foi fundamental para este álbum, em que procuro cantar a alma angolana”, rematou o artista.

Além de temas cantados em português, o álbum, editado pela Enja, inclui canções em umbundo e em quimbundo. O novo disco inclui ainda 11 temas, entre os quais “Teresa Ana”, “Calção roto no rabo”, “Humbi Humbi Yangue”, “Muxima” e “Mbiri Mbiri”.

“Foi um disco suado, foi duro fazer isto, houve uma longa caminhada para chegar a estes pormenores”, disse o músico, que acrescentou: “Quis realmente mostrar ao mundo aquela música ancestral que é a angolana e os arranjos musicais dão uma maior dimensão à própria realidade da música angolana”.

“O violão e a minha voz é que são determinantes neste disco”, sublinhou o músico. Nos palcos portugueses, com Waldemar Bastos (violão e voz), vão estar Derek Nakamoto (piano), Mitchell Long (violão acústico), Mafwala Komba (percussão e bateria) e Jonas Dowouna-Hammond (contrabaixo).

Nascido há 59 anos, em Mbanza Congo, no norte de Angola, o músico realçou que nos primeiros tempos foi influenciado pelo seu pai, que compunha música sacra. Hoje, as novas gerações de músicos apontam-no como uma referência, mas não se sente uma estrela.

“Falam do meu trabalho, tomam-me como uma referência, mas eu ando na rua, abraço todos e tenho a felicidade, graças a Deus, que tudo sabe, de ser reconhecido em todo o país, em qualquer lado que vá, isso é verdade”, afirmou.

Com o disco “Classics of my soul”, Waldemar Bastos conta actuar, ainda este ano, em França, Áustria, Coreia do Sul e Brasil. “Em 2014 provavelmente actuarei em Lisboa, com a Orquestra Gulbenkian”, adiantou.

Waldemar Bastos começou a tocar acordeão aos sete anos, seguindo-se as aulas de viola e de formação musical. Constituiu uma banda, a Jovial, com a qual actuou em várias regiões de Angola. Waldemar Bastos formou outros grupos de baile com êxito, como o realizado em Luanda, em 1990, ao qual assistiram 200 mil pessoas, segundo dados do músico.

Na década de 1980 viveu no Brasil e, com o apoio do músico Chico Buarque, com o qual colaborou anos antes no projecto Kalunga, gravou o seu primeiro disco, “Estamos Juntos” (1983).

Viajou para Paris e, depois, para Lisboa, onde gravou os álbuns “Angola Minha Namorada” (1990) e “Pitanga Madura” (1992). Em 1997, na cidade de Nova Iorque, gravou “Pretaluz” (1997), ao qual se seguiu, em 2002, o disco “20 Anos de Carreira”.

Do álbum “Pretaluz”, os temas “Muxima”, “Sofrimento” e “Querida Angola” integraram a banda sonora do filme “Sweepers”, de Dolph Lundgren.

O álbum “Renascence” foi lançado em 2005, com o selo da neerlandesa World Connection.

A convite de David Byrne, Waldemar Bastos participou ainda na recompilação “Afropea 3: Telling Stories to the Sea”, na qual também participou Cesária Évora.

Cabinda incentiva hábitos de leitura às crianças.

Um jardim do livro infantil foi organizado esta terça-feira naquela cidade.

O evento assinalou o dia internacional da literatura infantil.

A importância do acto foi destacada por  Simão Capita, responsável para área do património cultural da secretaria provincial da cultura.

“Serviu para um incentivo à cultura de leitura nas pessoas. É nesta perspectiva culturista que nós estamos a dar cultura, incentivando o gosto à leitura” – disse à Ecclesia.

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