A onda de desmaios voltou a aterrorizar a cidade de Ndalatando, capital da província do Kwanza-Norte.

Várias escolas enfrentam o problema desde segunda-feira última.

O medo instalou-se na comunidade estudantil, causando absentismo em muitas escolas.

O caso voltou a ocorrer esta quarta-feira na escola São João Baptista, onde desmaiaram três alunas.

Segunda-feira, 22/4, o pânico invadiu o complexo escolar Santa Maria Goretti, em Ndalatando, onde mais de 20 raparigas do 1º ciclo do ensino secundário, desmaiaram, em plena sala de aulas.

Os desfalecimentos surgiram quando as adolescentes assistiam à aula de matemática, segundo fez saber uma das vítimas dos desânimos.

O pânico, o temor e aflição tomou conta dos pupilos bem como do corpo docente daquela instituição do ensino comparticipado, sob tutela das Irmãs Domicanas de Santa Catarina de Sena da Igreja Católica naquela cidade capital do Kwanza Norte. Com o sucedido, as aulas ficaram interrompidas no período diurno desta segunda-feira.

E, José Hoti, administrador hospitalar da maior unidade sanitária daquela pequena cidade, garantiu que a situação está controlada e as vítimas estão todas fora de perigo.

De acordo com o médico, “trata-se apenas de uma questão de síndrome-estérico”.

De recordar que esta vaga de desmaios ameaçou várias províncias do país nos dois últimos anos.

A proposta do Banco Nacional de Angola, BNA, foi aprovada esta quinta-feira, 9, pela Comissão Permanente do Conselho de Ministros.

O instrumento faz parte de um conjunto de medidas previstas nas reformas que o BNA tem vindo a implementar no sistema financeiro.

O objectivo é adequá-lo às normas internacionais e à gestão de riscos, segundo o BNA.

O governador do Banco Nacional de Angola (BNA), José de Lima Massano, assegurou terem sido revistas, na reunião, as regras para o licenciamento de novas instituições financeiras bancárias, com destaque para o tempo máximo de seis meses como limite para a emissão de uma licença de autorização de funcionamento.

“As novas regras impõem que o banco central deve pronunciar-se no período máximo de seis meses, tempo que pode ser estendido para 12 meses”, frisou o governador do BNA.

Ressaltou que em caso de não haver uma resposta nesse período o processo é tacitamente declinado.

Afirmou que aprovação da proposta do BNA é apenas um ajustamento ao nível de risco para as instituições que operam no mercado bancário angolano.

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