A selecção nacional júnior masculina de andebol integra o grupo A do Campeonato do Mundo da categoria, a decorrer de 14 a 28 de Julho na Sérvia.

Segundo o sorteio, Angola, treinada por Filipe Cruz, vai disputar a primeira fase com as formações da Tunísia, campeã africana e terceira do último mundial, França, Rússia, Dinamarca e Sérvia, cujos jogos da primeira fase vão ser disputados em Banja Luka.

O grupo B é composto por Alemanha, Croácia, Suíça, Qatar, Holanda e Argélia. No C estão Birmânia, Eslovênia, Congo, Argentina, Coreia e Hungria. Espanha, Suécia, Brasil, Egipto, China e Koweit constituem a série D.

A Espanha é a detentora do título conquistado em 2011 na Grécia e a Dinamarca foi medalha de prata

Um acórdão do Tribunal Supremo devolveu à liberdade 6 dos réus do “caso frescura” –  noticiou   a Ecclesia esta segunda-feira.

O caso remonta de 23 de Julho de 2008, quando oito jovens foram assassinados na zona da “Frescura”, no município do Sambizanga, em Luanda.

Sete agentes da polícia nacional haviam sido julgados e condenados por homicídio qualificado.

O Tribunal Provincial de Luanda tinha condenado os réus a 24 anos de prisão.

O Tribunal Supremo analisou o recurso e decidiu colocar os homens em liberdade, por falta de provas.

A Imagem de Nossa Senhora da Muxima chegou esta sexta-feira à cidade de Buenos Aires, capital da Argentina, onde foi acolhida com muito entusiasmo.

A réplica é acompanhada por Bispos da CEAST, governantes angolanos e homens de cultura, que vão testemunhar a sua entronização no Santuário de Luján.

Integram a peregrinação, a ministra da cultura, Rosa e Silva, o arcebispo emérito do Lubango, dom Zacarias Camuenho, os bispos do Uíje, dom Emílio Sumbelelo, do Kuito, dom José Nambi, de Mbaza Congo, dom Vicente Kiazico, de Menongue, dom Mário Lucunde, e de Cabinda, dom Filomeno Vieira Dias.

O programa de entronização inclui para esta sexta-feira, 12/4,  visita à catedral de Buenos Aires, à antiga sede do Papa Francisco, encontro com o administrador apostólico da Arquidiocese de Buenos Aires, e um convívio com a comunidade angolana.

Para sábado, o destaque recai para o encontro com os missionários argentinos que trabalharam em Angola, enquanto a partida para o santuário e a realização do acto de entronização está marcado para domingo.

O santuário de Luján está situado a 67 quilómetros de Buenos Aires e faz parte da Basílica de Nossa Senhora de Lujan, a padroeira da Argentina, Uruguai e Paraguai.

Antes da viagem, realizou-se a 10 do corrente a missa que assinalou a caminhada para o santuário de Lujan.

Dom Zacarias Kamwenho presidiu a eucaristia com centenas de fiéis que se deslocaram ao local para as despedidas da réplica da imagem da mamã Muxima.

O Arcebispo emérito do Lubango pediu que a busca da fé fosse associada à conversão do coração, deixando um recado claro à necessidade da envagelização na reconstrução de Angola.

Em seguida, a delegação rumou para a Paróquia da Sagrada Familia, em Luanda, onde a padroeira de Angola recebeu muitos devotos para as despedidas.

Na ocasião, Bispo auxiliar de Luanda, dom Anástacio Kanhango exprimiu agrado pela presença dos fiéis e, na missa paroquial, convidou os presentes a olhar o acto com sentido de internacionalização da Muxima.

“Nós somos um povo entre outros povos do mundo, por isso pedimos que a mamã nos leve para longe” – disse.

A delegação para Argentina fez escala no Brasil. A Muxima é a devoção mais poupular de Angola e tem mais de 400 anos.

Bispos, padres de leigos a caminho da Argentina reuniram-se, na Muxima, neste dia 10 para a missa que assinala a caminhada para o santuário de Lujan. Dom Zacarias Kamwenho presidiu a eucaristia com centenas de fiéis que se deslocaram ao local para as despedidas da réplica da imagem da mama Muxima. O Bispo pediu a que busca da fé fosse associada a conversão do coração, dexando um recado claro a necessidade da envagelização na reconstrução de Angola.

Em seguida, a delegação rumou para a Luanda  Paróquia da Sagrada Familia. Aí Muxima recebeu muitos devotos para as despedidas. Na ocasião, Bispo auxiliar de Luanda, dom Anástacio Kanhango exprimiu agrado pela presença dos fiéis e, na missa paroquial, convidou os presentes a olhar o acto com sentido de internacionalização da Muxima. “Nós somos um povo entre outros povos do mundo, por isso pedimos a mama nos leve para longe”.

A delegação para Argentina faz escala no Brasil e chega ainda hoje a Argentina. A Muxima é a devoção mais poupular de Angola e tem mais de 400 anos.

Bispos, padres de leigos a caminho da Argentina reuniram-se, na Muxima, neste dia 10 para a missa que assinala a caminhada para o santuário de Lujan. Dom Zacarias Kamwenho presidiu a eucaristia com centenas de fiéis que se deslocaram ao local para as despedidas da réplica da imagem da mama Muxima. O Bispo pediu a que busca da fé fosse associada a conversão do coração, dexando um recado claro a necessidade da envagelização na reconstrução de Angola.

Em seguida, a delegação rumou para a Luanda  Paróquia da Sagrada Familia. Aí Muxima recebeu muitos devotos para as despedidas. Na ocasião, Bispo auxiliar de Luanda, dom Anástacio Kanhango exprimiu agrado pela presença dos fiéis e, na missa paroquial, convidou os presentes a olhar o acto com sentido de internacionalização da Muxima. “Nós somos um povo entre outros povos do mundo, por isso pedimos a mama nos leve para longe”.

A delegação para Argentina faz escala no Brasil e chega ainda hoje a Argentina. A Muxima é a devoção mais poupular de Angola e tem mais de 400 anos.

Bispos, padres de leigos a caminho da Argentina reuniram-se, na Muxima, neste dia 10 para a missa que assinala a caminhada para o santuário de Lujan. Dom Zacarias Kamwenho presidiu a eucaristia com centenas de fiéis que se deslocaram ao local para as despedidas da réplica da imagem da mama Muxima. O Bispo pediu a que busca da fé fosse associada a conversão do coração, dexando um recado claro a necessidade da envagelização na reconstrução de Angola.

Em seguida, a delegação rumou para a Luanda  Paróquia da Sagrada Familia. Aí Muxima recebeu muitos devotos para as despedidas. Na ocasião, Bispo auxiliar de Luanda, dom Anástacio Kanhango exprimiu agrado pela presença dos fiéis e, na missa paroquial, convidou os presentes a olhar o acto com sentido de internacionalização da Muxima. “Nós somos um povo entre outros povos do mundo, por isso pedimos a mama nos leve para longe”.

A delegação para Argentina faz escala no Brasil e chega ainda hoje a Argentina. A Muxima é a devoção mais poupular de Angola e tem mais de 400 anos.

Bispos, padres de leigos a caminho da Argentina reuniram-se, na Muxima, neste dia 10 para a missa que assinala a caminhada para o santuário de Lujan. Dom Zacarias Kamwenho presidiu a eucaristia com centenas de fiéis que se deslocaram ao local para as despedidas da réplica da imagem da mama Muxima. O Bispo pediu a que busca da fé fosse associada a conversão do coração, dexando um recado claro a necessidade da envagelização na reconstrução de Angola.

Em seguida, a delegação rumou para a Luanda  Paróquia da Sagrada Familia. Aí Muxima recebeu muitos devotos para as despedidas. Na ocasião, Bispo auxiliar de Luanda, dom Anástacio Kanhango exprimiu agrado pela presença dos fiéis e, na missa paroquial, convidou os presentes a olhar o acto com sentido de internacionalização da Muxima. “Nós somos um povo entre outros povos do mundo, por isso pedimos a mama nos leve para longe”.

A delegação para Argentina faz escala no Brasil e chega ainda hoje a Argentina. A Muxima é a devoção mais poupular de Angola e tem mais de 400 anos.

Bispos, padres de leigos a caminho da Argentina reuniram-se, na Muxima, neste dia 10 para a missa que assinala a caminhada para o santuário de Lujan. Dom Zacarias Kamwenho presidiu a eucaristia com centenas de fiéis que se deslocaram ao local para as despedidas da réplica da imagem da mama Muxima. O Bispo pediu a que busca da fé fosse associada a conversão do coração, dexando um recado claro a necessidade da envagelização na reconstrução de Angola.

Em seguida, a delegação rumou para a Luanda  Paróquia da Sagrada Familia. Aí Muxima recebeu muitos devotos para as despedidas. Na ocasião, Bispo auxiliar de Luanda, dom Anástacio Kanhango exprimiu agrado pela presença dos fiéis e, na missa paroquial, convidou os presentes a olhar o acto com sentido de internacionalização da Muxima. “Nós somos um povo entre outros povos do mundo, por isso pedimos a mama nos leve para longe”.

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Em seguida, a delegação rumou para a Luanda  Paróquia da Sagrada Familia. Aí Muxima recebeu muitos devotos para as despedidas. Na ocasião, Bispo auxiliar de Luanda, dom Anástacio Kanhango exprimiu agrado pela presença dos fiéis e, na missa paroquial, convidou os presentes a olhar o acto com sentido de internacionalização da Muxima. “Nós somos um povo entre outros povos do mundo, por isso pedimos a mama nos leve para longe”.

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Bispos, padres de leigos a caminho da Argentina reuniram-se, na Muxima, neste dia 10 para a missa que assinala a caminhada para o santuário de Lujan. Dom Zacarias Kamwenho presidiu a eucaristia com centenas de fiéis que se deslocaram ao local para as despedidas da réplica da imagem da mama Muxima. O Bispo pediu a que busca da fé fosse associada a conversão do coração, dexando um recado claro a necessidade da envagelização na reconstrução de Angola.

Em seguida, a delegação rumou para a Luanda  Paróquia da Sagrada Familia. Aí Muxima recebeu muitos devotos para as despedidas. Na ocasião, Bispo auxiliar de Luanda, dom Anástacio Kanhango exprimiu agrado pela presença dos fiéis e, na missa paroquial, convidou os presentes a olhar o acto com sentido de internacionalização da Muxima. “Nós somos um povo entre outros povos do mundo, por isso pedimos a mama nos leve para longe”.

A delegação para Argentina faz escala no Brasil e chega ainda hoje a Argentina. A Muxima é a devoção mais poupular de Angola e tem mais de 400 anos.

A ordenação do reverendíssimo Dionísio Hisiilenapo como novo Bispo do Namibe, ocorreu no domingo último em Onjiva, sede da sua província natural.

Num descampado do recinto do bispado da diocese de Onjiva, o Núncio Apostólico, Novatus Rugambwa, presidiu à Eucaristia da consagração. O núncio foi o ordenante principal, assistido pelo Bispo anfitrião, D. Fernando Kevanu, e o Arcebispo do Lubango e Presidente da CEAST, D. Gabriel Mbilingi.

O vértice do programa começou pela leitura pública do mandato apostólico perante os bispos ordenantes. Seguiram-se os restantes passos do ritual, com destaque para a entrega das insígnias, a saber, anel, mitra, cruz peitoral e báculo. Vibrando de alegria, a assistência recebeu a bênção que o novo prelado andou a brindar-lhe numa breve procissão no local.

Fazer chegar a Palavra de Deus

Na homilia de circunstância, o núncio enalteceu a função do bispo, que consiste em “propiciar o crescimento da Igreja”. O mais importante, acrescentou, é «trabalhar com respeito e responsabilidade para unificar a Igreja Católica e fazer chegar a Palavra de Deus a todas famílias”. Por isso, Dom Novatus recomendou-lhe “maior humildade e dedicação, de modo a servir melhor na casa de Deus”.

“O Namibe e toda igreja necessitam da sua santidade de vida, sê excelente na virtude humana e sobrenatural, e com o amor paterno e fraterno ama tudo quanto Deus confia, sobretudo pobres, emigrantes, deslocados e todos os fiéis, bem como daqueles que ainda não entraram no reino de Cristo”, completou o representante do Papa.

‘Spiritus Domini Super me’

Por seu turno, o novo Bispo jurou cumprir com a missão confiada, contando, salientou, com o amparo esperado dos pares da CEAST, do clero e de todos os cristãos na oração.

‘Spiritus Domini Super me’ (O Espírito do Senhor está sobre mim) é o lema da legenda sintetizando as armas de Dom Hisiilenapo. Nas mesmas, constam uma cruz, uma pompa, um cacho de uvas, uma Bíblia, um cálice, uma palmeira, uma planta trepadeira e ovelhas. A imagem da Nossa Senhora amaina o conjunto, contendo ainda espigas de trigo e a planta desértica Welwitcha Mirabilis, típica da província do Namibe.

A cerimónia totalizou cinco horas, boa parte ocupada com intervenções em português, seguidas das traduções para a língua autóctone kwanyama e o inglês devido à presença de convidados e público vindos da vizinha Namíbia. Dom Dionísio alegrou amiúde a assistência com a frequente expressão na língua veicular local.

 

Trabalhar para o bem comum

O governador da província do Cunene, António Didalelwa, reafirmou na ocasião a disponibilidade do governo na parceria com a Igreja para o resgate dos valores cívicos e morais

“O governo da província do Cunene se junta a celebração para expressar a sua voz de júbilo, por este histórico acto, reafirmando a sua firme convicção de todos trabalhar para o bem comum”, acrescentou.

Brindou o novo prelado de uma viatura cujas chaves foram entregues publicamente na ocasião.

Testemunharam o conjunto do acto, o Presidente do Tribunal de Contas, Julião António, ministro da Hotelaria e Turismo, Pedro Mutindi, vice-minitro da Educação, Paula Inês Sacramento, da Reinserção Social, Ângelo Vietname, da Cultura Cornélio Caley, deputados do ciclo nacional e provincial, bispo e arcebispos oriundos das 18 províncias do país e da República da Namíbia.

Bibliografia

De acordo com a biografia contida no guião litúrgico distribuído na ocasião, o consagrado nasceu em Epumbu, comuna de Mongwa, município do Kwanyama, Diocese de Ondjiva, província do Kunene, a 6 de Outubro de 1966, filho de Jonas Ndimulinai e de Regina Kavehowa.

Fez os seus estudos propedêuticos e filosóficos no Seminário padre Leonardo Sikufinde do Lubango e os teológicos no Seminário Maior do Sagrado Coração de Jesus, em Luanda.

Fez o serviço militar durante três anos no seio das então Forças Armadas Populares de Libertação de Angola (FAPLA).

Foi ordenado sacerdote na Missão Católica de Omupata, Diocese de Ondjiva, no dia 6 de Dezembro de 1998. Depois da ordenação, Dom Dionísio Hisiilenapo trabalhou na sua diocese durante dois anos como superior da Missão de Okanautoni. Em 2000 foi enviado para Roma a fim de aprofundar os seus estudos na Sagrada Escritura na Pontifícia Universidade Gregoriana, tendo obtido com sucesso o grau de licenciado. De regresso ao país, em 2004, foi novamente colocado na Missão de Okanautoni, desempenhando, também, o ofício de professor no Seminário Médio do Imaculado Coração de Maria, em Omupanda.

Pregador de retiros diocesanos de várias comunidades religiosas e laicais, membro da Comissão Diocesana da Pastoral Bíblica, da Comissão da Pastoral da Família e da Comissão da Pastoral Juvenil e das Vocações da Diocese de Ondjiva; docente da Universidade Católica de Angola, onde lecciona o grego e o latim; ele é, ainda, assistente eclesiástico nacional da ACGD (Associação Cristã de Gestores e Dirigentes).

O novo Bispo do Namibe desempenhou desde 2008 o cargo de secretário Executivo e Coordenador do Secretariado da CEAST (Conferência Episcopal de Angola e São Tomé).

O Bispo da diocese do Lwena efectuou uma visita pastoral à várias comunidades cristãs do interior da diocese.

Dom Tirso Blanco esteve em Luakano, Kamanongue, Luau, Lumege-Kameia e Lumbala-Nguimbo, onde inaugurou a nova sede paroquial.

Dom Tirso queixa-se do estado das vias de acesso, visto que para se chegar às comunidades tem que se ter vias alternativas.

Nunca esteve tão mal o estado da estrada entre Lwena, Lewa e Kameia. O caminho é impraticável.

Mas, como o amor move montanhas e dada a necessidade do convívio com os fiéis das localidades em causa, o Prelado fez todos os possíveis de chegar a Lewa e Kameia.

“Temos que andar a procura das ovelhas. Nós não podemos aguardar que as ovelhas estabelecer os missionários que estejam mais próximos do povo, das pessoas que têm sede de Deus, porque o nosso tempo caracteriza-se pela sede de Deus, do Evangelho e de uma vida diferente daquilo que viveram quando afastados do Evangelho”, frisou.

Nesta época chuvosa, quase fica intransitável a estrada principal Lwena-Lewa e Kameia, situação que impossibilita a acção missionária no Moxico e não só.

O Bispo de Viana apelou recentemente à vigilância contra aqueles que atacam a Igreja.

Segundo dom Joaquim Ferreira Lopes, a Diocese de Viana tem sido alvo, nos últimos dias, de “ataques”.

“Há pessoas que dizem que a Igreja é do poder, quando ela apenas busca cooperar com as autoridades legitimamente constituídas”, esclareceu.

O Bispo de Viana falava na missa que marcou o dia mundial da oração pelas vocações.

“Não tenhais medo, rebanho do senhor dos que semeiam a confusão”, disse.

Na presença das autoridades municipais de Viana, Dom Joaquim pediu que fossem investigados aqueles que destabilizam o rebanho de Cristo.

O Prelado advertiu, dirigindo-se os católicos que exercem cargos públicos, a servirem como verdadeiros diáconos, rejeitando qualquer tipo de corrupção e ao serviço dos mais pobres.

Ainda no último domingo, a diocese de Viana ganhou novo diácono.

A comunidade cristã testemunhou a ordenação a diácono do jovem seminarista Capitango.

A Diocese de Viana foi criada em 2007 pelo Papa Bento XVI e entregue a Dom Joaquim Ferreira Lopes como seu primeiro bispo. A Diocese de Viana está em franco crescimento com novas paróquias e comunidades a Sul de Luanda.

O novo bispo da Diocese do Dundo, Dom Estanislau Marques Chindekasse, tomou posse domingo, 17/3, na Sé Catedral, e de seguida celebrou a primeira missa, que marcou também o início das suas funções na província da Lunda Norte.
Os dois actos foram assistidos por milhares de fiéis de várias localidades do país e entidades governamentais, com destaque para o governador provincial da Lunda Norte, Ernesto Muangala, do Moxico, João Ernesto dos Santos e dos vice-governadores da Lunda Sul e do Huambo.

O novo responsável da Igreja Católica nesta província, Estanislau Chindekasse, exortou, durante a homília, os fiéis no sentido de pautarem pelo amor e perdão, para tornarem forte o coração.

“Todos os cristãos devem fazer do amor e do perdão o coração possante da sua vida”, aconselhou, ilustrando a sua afirmação com o sentimento demonstrado por Jesus Cristo, quando perdoou uma mulher que violou a fidelidade conjugal.

O prelado católico afirmou que para que o seu serviço divino esteja coroado de êxito contará com a colaboração e união dos seus membros e outras entidades na região.

Ordenado a 2 do mês em curso, na província do Huambo, sua terra natal, o religioso de 55 anos, já exerceu várias funções, com destaque para a de padre missionário na República Democrática do Congo e conselheiro superior-geral dos missionários do Verbo Divino, em Roma (2006/2012).

D. Chindekesse é o terceiro prelado a assumir o cargo de bispo da Diocese do Dundo, após as passagens de D. Joaquim Ferreira Lopes (2002-2008) e D. Jose Manuel Imbamba ( 2009-2012)

Cerca de 700 jovens angolanos já se inscreveram para participar na jornada mundial da juventude, a ter lugar de 23 a 28 de Julho próximo, no Rio de Janeiro, Brasil.

do Secretáriado Nacional da Juventude, SNJ.

“O Brasil é um país que fala português e muito próximo de Angola”, justificou à Emissora Católica de Angola.

A Diocese de Cabinda, a Arquidiocese de Luanda e os Salesianos de Dom Bosco são pontos que estão a receber inscrições, coordenadas pelo SNJ.

A organização no Brasil, segundo o responsável, quer o envolvimento de todos os jovens católicos.

Especialistas preocupados com a falta de sensibilidade para com os doentes mentais em Benguela.

A província não dispõe de hospital para o internamento dos pacientes.

O facto expõe as vítimas ao total abandono pela sociedade, segundo o psicólogo clínico, José  Cratão.

O especialista deplorou o caso das doentes mentais, que deambulam pelas ruas e depois são abusadas sexualmente.

“ Temos muitas doentes mentais que depois aparecem grávidas, porque são abusadas sexualmente” – disse à Ecclesia.

José Crtão alertou as autoridades para investirem na área da psiquiatria, para socorrer vários dementes que abundam em Benguela.

Qauntos Somos, Quem Somos, Onde Vivemos e Como Vivemos

Quantos somos, quem somos, onde vivemos e como vivemos? Eis as perguntas cujas respostas os angolanos saberão em 2014.

O país vai realizar o primeiro censo geral da população, depois da independência em 1975.

A última operação de levantamento estatístico da população de Angola realizou-se há 40 anos.

Um teste piloto arranca a 16 de Maio próximo em algumas províncias.

Segundo o Gabinete Central do Censo, GCC, a experiência vai ter lugar em sete províncias: Luanda, Cunene, Huambo, Kuando Kubango, Kwanza Norte, Uíje e Namibe.

INE será o maior empregador

Com um custo estimado em um milhão de dólares, a prioridade deste Censo Piloto vai para a constatação do que foi preparado até agora pelas equipas multidisciplinares do GCC.

De acordo com o director do INE, Camilo Ceitas, o instituto tem vindo a receber do Estado meios financeiros tidos como suficientes para fazer face a este «investimento muito grande e indispensável a qualquer nação».

Fez questão de reforçar a ideia de que se «trata de um investimento e não de uma despesa»«, porque vai fornecer informação a todos os níveis, que vai ser disponibilizada a toda a sociedade, desde o sector público ao privado.

O Orçamento do INE foi reforçado em 2012, atingindo os 47 milhões de dólares, e em 2013 é de cerca de 50 milhões. No próximo ano, «deverá rondar os 70 milhões de dólares».

O INE deverá, em 2014, empregar temporariamente mais de 65 mil pessoas. «Vai ser o maior empregador do país e, também por isso, terá um dos maiores orçamentos», comentou Paulo Fonseca, o coordenador do gabinete técnico do Censo.

 

Linha telefónica

O ponto da situação do país vai assim ter, a 16 de Maio, um ensaio muito sério. Para tal, o GCC tem já em divulgação uma campanha nacional de publicidade que orçou em mais de 800 mil dólares. O GCC disponibiliza também, a partir da próxima semana, uma linha telefónica de esclarecimento sobre as questões inerentes ao Recenseamento Geral da População e Habitação.

Camilo Ceita, que coordenará o Censo 2014 esclareceu que «a linha telefónica estará disponível diariamente, e em quatro línguas: Português, Umbundo, Kimbundo e Kicongo. O público poderá satisfazer algumas inquietações sobre este processo».

De referir que o Censo 2014 compreende a realização de dois recenseamentos em simultâneo: um sobre a população («Quantos somos, Quem somos») e o outro sobre habitação («Onde vivemos, Como vivemos»). Isto permitirá a obtenção de informação estatística actualizada, necessária ao acompanhamento e avaliação dos programas do Governo, bem como à produção de indicadores que permitam avaliar os progressos realizados no âmbito dos objectivos de desenvolvimento do Milénio.

Os primeiros resultados, provisórios, do Censo 2014 deverão ser conhecidos três meses depois do final do processo.

 

Fonte/Sol/O APOSTOLADO

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