Bienal de Luanda

Decorrem as actividades na primeira edição da Bienal, Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, que tem como palcos o Memorial Dr. António Agostinho Neto e o Museu das forças Armadas, aberta quarta-feira e termina no domingo, onde o ponto primordial é cultura e paz.

Ontem Fórum da Juventude é dividido em duas sessões dedicadas a Juventude, paz e segurança, Criatividade, empreendedorismo e inovação, este Fórum é também uma ocasião para que as mulheres e a juventude africana afirmem o seu papel no desenvolvimento do continente africano, sendo um momento especial dedicado ao lançamento de campanhas de sensibilização pública no contexto do Dia Internacional da Paz, a ser realizado em 21 de setembro de 2019.

Angola mostrou-se pronta em albergar a primeira edição do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz, conhecida como Bienal de Luanda, depois da participação do país à vigéssima quarta sessão da Assembleia da União Africana adoptada em Janeiro de 2015, a Decisão 558-XXIV solicitando à Comissão da União Africana para “tomar todas as medidas adequadas, em consulta com a UNESCO e o Governo da República de Angola para a organização do Fórum Pan-Africano para a Cultura de Paz em África, Bienal de Luanda”.

Durante sua visita oficial à França no final de Maio de 2018, o Presidente da República de Angola, Sua Excelência o Sr. João Manuel Gonçalves Lourenço reuniu-se com a Directora Geral da UNESCO, Sra. Audrey Azoulay, e reafirmou seu compromisso de sediar o Fórum Pan-Africano para uma Cultura de Paz em África, Bienal de Luanda em parceria com a UNESCO e a União Africana, cuja primeira edição terá lugar em Setembro de 2019.

O evento continental é parte da implementação da Agenda 2030, da Organização das Nações Unidas, incluindo o Objectivo do Desenvolvimento Sustentável 16 e aspirações da Agenda 2063 da União Africana e suas iniciativas, “A Agenda para a Paz”  assim como como “Silenciar as Armas até 2020” terá como objectivo promover uma cultura de paz e não-violência em África. Faz ainda parte da estratégia operacional da UNESCO para a Prioridade África (2014-2021) que visa “trazer respostas africanas às transformações que afectam suas economias e sociedades”.

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