INADEC proíbe consumo da ‘carne de caça’ por ser prejudicial a saúde.

O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) aconselha a população, em geral, a evitar o consumo de ‘carne de caça’ comercializados nos mercados informais, a nível nacional, uma vez que apresentam sinais de más condições de conservação para consumo o humano. sabe-se que durante a caça furtiva, em alguns casos, os caçadores utilizam produtos químicos, tais como veneno de ratos, para abater os animais.

Segundo o comunicado de imprensa enviado o INADEC assegura que estes produtos, não possuem condições higiénicas necessárias de quem comercializa, uma vez que, os animais comercializados poderão estar infectados, no momento da sua captura, por alguma doença infecto-contagiosa para o ser humano.

Com isto, de acordo com o documento, tendo em conta que o consumo deva ser consciente e responsável, aconselhamos aos cidadãos consumidores a não consumir as “carnes de caça”, devido os aspectos ora mencionados.

No entanto, recomenda a população a denunciar aos órgãos competentes (INADEC, Serviço de Investigação Criminal e a Inspecção do Ministério da Agricultura e Florestas) para que os prevaricadores sejam devidamente responsabilizados.

Leia o comunicado na íntegra:


O Instituto Nacional de Defesa do Consumidor (INADEC) por força do Decreto-Presidencial n.º 94/16 de 16 de Maio combinado com a Lei n.º 15/03 de 22 de Julho, tem como escopo social, o bem-estar, a saúde e a protecção dos interesses económicos dos Consumidores.

Assim, considerando este princípio, o INADEC fruto das suas actividades de fiscalização do mercado de consumo, tem constatado a comercialização de carne de caça no mercado formal e informal, como também em alguns restaurantes da Cidade de Luanda como prato principal.


Nisto, mediante as alíneas a), b) do artigo 4.º da Lei n.º 15/03 de 22 de Julho – Lei de Defesa do Consumidor conjugado com os artigos 78.º, 30.º da Constituição da República de Angola, levamos ao conhecimento dos cidadãos consumidores em geral que estes animais abatidos, vulgo “carne de caça” na maior parte das vezes encontram-se impróprias para o consumo humano pelos seguintes aspectos:

1.º – Não possuem condições higiénicas necessárias de quem comercializa;

2.º – A sua forma de transportação não oferece os requisitos adequados referente a sua conservação especificamente num frigorífico apropriado para o efeito;

3.º – Os animais poderão estar infectados no momento da sua captura, por alguma doença infecto-contagiosa para o ser humano;

4.º – O seu acondicionamento na maior parte das vezes é de carácter duvidoso para o consumo;

5.º – Dentre outros aspectos que podem tornar o bem alimentar apto ou não apto para o consumo.

Com isto, tendo em conta que o consumo deva ser consciente e responsável, aconselhamos aos cidadãos consumidores absterem-se de consumirem as “carnes de caça”, devido os aspectos ora mencionados, e caso vivenciem tal situação, denunciarem aos órgãos competentes (INADEC, SIC e a INSPECÇÃO DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA E FLORESTAS) para que os prevaricadores sejam devidamente responsabilizados.

“Exigir o seu direito enquanto Consumidor é exercer o seu dever de cidadania”

DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO E DIVULGAÇÃO DE PRÁTICAS COMERCIAIS E SERVIÇOS DO INADEC, EM LUANDA, AOS 25 DE NOVEMBRO DE 2019. 

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