A Natureza vinga-se e faz estragos com chuvas no Moxico

lwenaA cidade ficou inundada de mata verde com a queda de árvores que, nalguns casos danificaram residências entre as dos mais humildes.

Segundo testemunho de Dom Tirso Blanco (foto), muitos tectos despediram-se de seus donos, voando a caça de novos destinos. As infr-estruturas sociais  eclesiais não foram poupadas.

Tudo acontece depois dos gritos do abate de árvores naquela região. Um balanço provisória aponta para maiores danos  nesta época de chuvas em toda província do Moxico em Angola, uma das maiores do país. As chuvas que se  abateram sobre a cidade da paz,  no dia 02 de Dezembro 2016, com uma tempestade de grande vulto ainda está no começo da estação.

No Seminário São João Maria Vianney caiu uma palmeira, danificando duas salas (foto), boa parte da Escola do 04 de Fevereiro voou (característica “bate-chapa”), na Escola Dom Bosco. Segundo o testemunho do Bispo de Lwena, Dom Tirso Blanco,  o tecto da casa onde mora o mais velho Francisco Sales e uma parte do muro do bispado em construção caiu, como também uma velha árvore, recordação do mato, que por pouco não destruiu o prédio outros haveres de subsistência pastoral do bispado.

Segundo a boa maneira angolana de falar isso foi apenas um aviso. Mas o pior está por vir se não se cuidar do meio com a responsabilidade que se impõe. A Laudato Si do Papa Francisco e a recente plenária da CEAST chamaram a atenção sobre o abate indiscriminado de àrvores, sem nenhuma responsabilidade imediata.

Os bispos disseram que talvez até seja bom acelerar a proposta da diversificação económica em face da crise financeira. Mas para os prelados da CEAST justifica a desmatação  cujas as consequências podem prejudicar ainda mais a já fragilizada vida de muitas famílias angolanas

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