PRA-JA-SA reúne 750 delegados para projectar Congresso

A reunião que teve como objectivo iniciar o processo de reflexão,  preparação da estruturação da organização politica, que vai culminar com a realização do primeiro congresso, sem data marcada.

Mais de 750 delegados provenientes das 18 províncias do país do Partido de Renascimento Angolano – Juntos por Angola (PRA-JA) reuniram-se na última sexta-feira, 29 Novembro, em Luanda, onde foram debatidos vários assuntos entre os quais: Apresentação e discussão sobre os objectivos e formato do congresso, assim como o balanço do processo de legalização, questões institucionais, estratégia de promoção da imagem e marketing, objectivos e formato do congresso, o papel da juventude na edificação do PRA-JA e a fiscalização e avaliação do desempenho do governo, dominaram o encontro.

Na sua intervenção o coordenador da Comissão Instaladora daquele aparelho Politico, Abel Chivukuvuku, mostrou-se optimista com a resposta do Tribunal Constitucional (TC), afirmando “que foram cumpridas de forma célere todas as obrigações organizacionais e legais para a criação do partido, faltando apenas à deliberação do TC e Colocar o partido no firmamento político-nacional”, com o “soar do apito” dando início ao surgimento de uma alternativa viável com disponibilidade pragmática.

Abel Chivukuvuku fez uma radiografia sobre a actual situação sócio-económica do país, onde a desvalorização do Kwanza e suas consequências como sendo o factor do aumento do custo de vida dos Angolanos. “Registou-se, nos últimos quatro anos, uma grande retracção da actividade económica, levando centenas de pequenas e médias empresas à falência por causa da falta de pagamento aos serviços prestados”.

 O Politico considerou que “o sector petrolífero continua a ser o elemento dominante da economia nacional e é pouco competitivo”. Por outro lado o Coordenador do PRA-JA- SA considera, não sendo visível da parte de quem Governa a intenção da realização das eleições autárquicas no país, nenhuma intenção de se efectuar a tão esperada reforma constitucional, para o aprofundamento da democracia, que lamenta. “Infelizmente, o processo de implantação das autarquias, previsto para 2020, continua desconhecida, è uma incógnita e, nenhuma das tarefas concretas relacionadas com a realização desse processo foi cumprida”, afirmou Chivukuvuku.

O Partido do Renascimento Angolano – Juntos por Angola (PRA-JA) é o novo projecto político, iniciado este ano e é liderado por Abel Epalanga Chivukuvuku.

Por: Tiago Figueira

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