Sociedade angolana quer combate as drogas

fesaO evento reuniu especialistas, governantes, entidades religiosas, ex-toxicodependentese membros da sociedade civil, em Luanda, na Sala 2 do Palácio dos Congressos na Assembleia Nacional, numa iniciativa da FESA.

Durante 2 dias de trabalho as discussões sore consumo de Álcool e Drogas. Foram 15 temas inseridos em três painéis, contou com a participação de especialistas nacionais e internacionais e uma assistência com cerca de 800 participantes. Para o combate ao consumo de drogas, uma luta preventiva contra os efeitos nocivos precisa-se tendo em conta os males que causa para a sociedade. Os argumentos são do Ministro da Justiça e dos Direitos Humanos, Rui Mangueira no discurso de abertura.

O objetivo da organização propôs-se segundo os seu organizadores, contribuir para o bem-estar das pessoas, num propósito aproximar a conjugação de esforços com o lema: “Por uma Angola sã, livremo-nos das drogas e da toxicodependência”. Na ocasião, o Secretário de Estado da Saúde Carlos Alberto Masseca, manifestou preocupação sobre o aumento considerável de mulheres que consomem o álcool a nível do país. Segundo o responsável, em Angola, número total de pacientes atendidos com problemas ligados ao consumo de álcool nas consultas externas e de urgências tem vindo a crescer igualmente.

A publicidade de bebidas alcoólicas também esteve em reflexão neste encontro. Os participantes questionaram as mensagens publicitarias e foram  criticos. A diretora geral do Hospital Psiquiátrico de Luanda Antónia de Sousa. Para o presidente da Associação Angolana de Publicidade José Guerreiro, não há uma influência direta na publicidade. Segundo o especialista não é a publicidade que diz quantas grandes a pessoa deve consumir, a decisão é da pessoa. “Se calhar precisamos de ver os horários em que a publicidade passa e reforçar as campanhas antidroga”, disse.

A sessão de encerramento desta conferência internacional, o Ministro da Assistência e Reinserção Social João Baptista Kussumua. O ministro considerou na sua comunicação, que o país precisa de forma urgente de uma lei contundente para pôr fim ao tráfico de drogas que concorre para o seu excessivo consumo na sociedade. A Conferencia Internacional sobre o Consumo de Álcool e Drogas produziu 14 conclusões e 14 recomendações.

RE/S. Silva

 

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