A Congregação para as Igrejas Orientais e a Rádio Vaticano são as vencedoras do Prémio de Reconciliação “Capítulo de União Polonesa-Ucraniana”. Instituído em 2001 pelo Capítulo da união polonesa-ucraniana, o reconhecimento é atribuído a cada ano a personalidades e instituições que, com sua atividades tenham promovido a compreensão recíproca entre os povos da Europa centro-oriental.

A cerimônia de entrega da honorificência se realizará em Roma na próxima quinta-feira (12/10), no Colégio Ucraniano São Josafá. Na mesma data, o Papa Francisco celebrará a santa missa pela manhã, na Basílica de Santa Maria Maior, pelo centenário da Congregação para as Igrejas Orientais.

Motivações da premiação

O dicastério vaticano é premiado pelo apoio aos valores que unem os povos na edificação de um futuro comum e em harmonia com as palavras de São João Paulo II:

“Graças à purificação da memória histórica estejam todos prontos a colocar acima de tudo aquilo que une e não aquilo que separa, para construir juntos o futuro baseado no respeito recíproco, na colaboração fraterna e na autêntica solidariedade.”

A redação da Rádio Vaticano – seções polonesa, ucraniana e eslovaca – recebe o reconhecimento pela transmissão imparcial das informações e pela promoção do diálogo intercultural na Europa central e oriental superando os estereótipos e os preconceitos recíprocos.

Encontro de 30 anos atrás deu primeiro passo de um longo caminho de reconciliação

O primeiro encontro entre os representantes do episcopado da Polônia e do Sínodo da Igreja greco-católica realizou-se 30 anos atrás em Roma. Na ocasião foi proclamada a declaração de perdão e de reconciliação polonesa-ucraniana. Foi o primeiro passo de um longo caminho de reconciliação entre os dois povos. O primeiro prêmio foi entregue a João Paulo II. (RL)

 

 O pároco da Nossa Senhora de Assunção (Sé Catedral da Diocese do Luena), Jorge Manuel Chalelo, defendeu domingo a necessidade dos fiéis da congregação absterem-se de práticas de feiticismo, por considerar que contraria o progresso da humanidade.

Na sua homilia durante a missa, o prelado católico referiu que cada cidadão deve cultivar atitude positiva para que o Dom de Deus reine nas suas vidas.

“Devemos tomar atitudes firmes, coerentes e especialmente atitude de conversão para que as nossas vidas transbordem na graça de Deus”, salientou o sacerdote.

O pároco acrescentou que o bom cristão deve comprometer-se com a virtude da verdade, os sentimentos de justiça e de nobreza perante as comunidades e as instituições, assim como pensar de acordo com os ensinamentos de Deus, para que a paz no mundo seja uma realidade.

O desempenho mostrado na acção social pela Congregação das Irmãs Consoladoras de Jesus Cristo, em 50 anos da sua existência, foi destacado neste Domingo pelo Bispo de Caxito, Dom António Jaka.

Na sua homilia durante a missa que marcou  o jubileu dos 50 anos da fundação da congregação, afirmou que o trabalho da comunidade notabiliza-se nos domínios da educação, saúde e promoção da justiça social.

O prelado católico realçou ainda o serviço da comunidade das Irmãs Consoladoras no incentivo a comunhão fraterna.

Dom António Jaka afirmou que as irmãs, ao comemorar esta data, manifestam o desejo de continuar a apoiar o Governo, para melhorar a qualidade de vida da população em vários domínios.

A congregação das Irmãs Consoladoras de Jesus Cristo Sumo e Eterno foram fundadas em 1967 pelo padre Agostinho Veríssimo Sondjanba com objectivo de promover a Sã convivência entre os membros das comunidades em que está inserida.

 

Está representada nas províncias do Huambo, Bié, Benguela, Huíla, Namibe, Cuando Cubango, Luanda, Lunda Sul, Lunda Norte e Bengo.

O acto, marcado pela consagração dos votos perpétuos e jubilar de sete madres, foi testemunhado pelos governadores das províncias do Huambo, João Baptista Kussumua, e do Bié, Álvaro de Boavida Neto, assim como BIspos da CEAST.

O pároco da paróquia de São Francisco de Assis, Padre Dario Elias João Baptista, exortou neste Domingo, na cidade do Uíge, os cristãos a cultivarem a justiça e reconciliação no seio da sociedade.

Falando na homilia da missa das comemorações de São Francisco e padroeiro da referida paroquia, o religioso disse ser importante que os cristãos sejam os promotores da justiça, paz, e reconciliação nas comunidades.

“O Cristão deve reconhecer Cristo que é o salvador da humanidade,  saber dignificar o verdadeiro significado do Cristianismo na igreja e na sociedade”.

Na ocasião, o prelado Católico manifestou-se indignado com a falta de amor e partilha que se regista na sociedade, avançando que o ódio e a ganância não levam ninguém à salvação.

Por outro lado, Padre Dário Elias pediu aos jovens a não terem medo de seguir os passos de Francisco que amava todos e tinha todas as criaturas como irmãos.

Francisco de Assis deve servir de modelo de vida,  pois foi pacificador e edificador dos corações, disse o prelado.

Por sua vez, a vice-governadora para o sector Político e Social, Maria Fernandes da Silva e Silva, considerou São Francisco como um dos Santos importantes que a Igreja Católica tem.

Maria da Silva verbalizou ser fundamental que a sociedade tenha a vida de Francisco não só como Santo mas como humanista.

Participaram da missa celebrada pelo pároco da paróquia de São Francisco de Assis, Padre Dário e concelebrada pelo padre Joaquim Calombe, bem como animada por vários grupos corais da referida paroquia, membros do governo, dos vários movimentos apostólicos e fiéis oriundos das diversas comunidades.

 

Arrancou anteontem o mandato presidencial de João Manuel Gonçalves Lourenço. Logo, findou de jure, a longínqua era do predecessor, José Eduardo Dos Santos. Uf! O palpitante processo das quartas eleições gerais, vivido praticamente nos últimos dois anos em Angola, também, transitou para o pretérito.

O tempo dará a justa medida da mudança das duas personagens no timão do barco da pátria comum. Lourenço tomou posse na Praça da República, vulgo Memorial António Agostinho Neto, o primeiro Presidente da República pós- independência. Na cerimónia, conjugaram-se a carga histórica, a solenidade, a euforia e uma enchente de estadistas estrangeiros.

E que impressionante variedade, nesta última bancada! Lado a lado, vimos, por exemplo: − O Ivoiriense Alassane Ouatara (a pisar o solo angolano pela primeira vez, como que encerrando o capítulo de um desaguisado diplomático); − O Congolês Joseph Kabila (vizinho ora incómodo por mau acatamento do desfecho constitucional do seu reinado); − O Ruandês Paul Kagame (estratégico parceiro ímpar no intrincado dossiê dos Grandes Lagos); − O Português Marcelo Rebelo de Souza (o chefe da antiga metrópole e, espontaneamente, mais aplaudido pela assistência. Encantou o coração do povoléu anfitrião num rodopio de gestos e atitudes tais como um simpático mergulho na praia da Kianda, a partilha de uma partida de basquetebol, repentinos ‘selfies’ com transeuntes, nos seus passeios e breves diálogos com os mesmos em estilo desabrido. Em suma, Marcelo demonstrou a íntima afinidade com a alma simples e volátil do mwangolê, neutra às melindrosas desinteligências da alta laia).

A organização da investidura foi impecável, confirmando apenas a capacidade nacional em tamanhas realizações. Mas, ufania à parte, falhas não faltaram. A breve detenção do repórter Pedro Teca, do jornal “Folha 8” (de linha frontal contra as falhas governativas), foi uma destas manchas, assim como aquela falha de caneta na hora da assinatura. O caso do jornalista carece de cabal clarificação, em abono da advocacia do novo Presidente pela tolerância da crítica por parte dos servidores públicos. Além deste incidente, reduziu o gáudio a notória ausência da Oposição, expondo a nu os limites e desafios de sobra da nossa paz e reconciliação nacional. A Oposição entendeu assim protestar contra o controverso chumbo das suas queixas pelo Tribunal Constitucional. Até quando se deleitará nesse agastamento aliás cívico? A ver vamos, presumindo que dure pouco ante a iminente retomada da vida parlamentar que impõe o exercício de sensata conciliação. O novo Presidente deve submeter já na primeira sessão, que abre a 15 de Outubro próximo, o Orçamento Geral do Estado para 2018. Primeiro orçamento do seu executivo, espera-se que evidencie os dados consentâneos ao lema “Melhorar o que está bem e Corrigir o que está mal”. Vincou esta divisa no seu discurso de tomada de posse, de tonalidade mais à pomba do que a falcão como a última vez. O marcial rubro e preto cedeu o lugar à amena cor branca, nas camisolas vistosas dos activistas na Praça da República, anteontem. Até os encómios à fortuna eleitoral têm exaltado o papel do novo Presidente no apaziguamento das mentes.

O Santo Padre, inclusive, abençoou o seu mandato – uma graça que os seus predecessores não tiveram pela conjuntura das respectivas épocas. Uma bênção de timbre condensado nas explícitas palavras que citamos: < < (…) Saudações e votos de bom êxito no seu mandato ao serviço da coesão, harmonia e crescente prosperidade dessa nobre Nação sobre a qual com ferventes súplicas imploro do Altíssimo benéfica e especial assistência para que se esforcem os vínculos de fraterna convivência no concorde labor dos cidadãos em ordem a um futuro sereno cada vez mais solidários sob as bênçãos de Deus”>>. (Fim de citação parcial do telegrama do Papa Francisco ao novo Presidente da República de Angola, João Lourenço).

(Uma coprodução de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Esmeralda Chiaca)

Luanda, quinta-feira 28 de Setembro de 2017.

O Papa recebeu em audiência o novo Embaixador da República do Gana, Senhor Joseph Kojo Akudibillah, que lhe apresentou as Cartas Credenciais. Casado e pai de quatro filhos, Joseph Kojo nasceu a 21 de Janeiro de 1948 em Konongo-Odumasi. Diplomou-se em Enfermagem e já desempenhou entre outros, os seguintes encargos: Enfermeiro-chefe no Hospital Bawku, no Gana, de 1978 a 1998; Vice-director dos Serviços de Enfermagem no “Bauku Rural Eye Program”, de 1998 a 2000; Coordenador Nacional para a Avaliação do Tracoma, Ministério da Saúde (1998-1999); no ano 2000 exerceu também, por conta do mesmo Ministério, o papel de Coordenador Nacional do Programa de Controlo do Tracoma.

Do ano 2001 a 2004 foi membro independente do Parlamento (MP) para o Garu-Tempane e de 2002 a 2003 foi membro do Parlamento da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental – CEDEAO. No ano seguinte (2003-2004) desempenhou o cargo de Vice-Ministro da Defesa no governo do Presidente Kuffour. A  partir desse mesmo ano de 2004 até hoje desempenhou o cargo de Administrador Delegado da Budsum Co.Ltd Bawku, Região do Nordeste. No mesmo período foi Director Executivo da “Kropo Charity Hospital” de Kumasi, Região dos Ashantes.

Ele fala inglês, kusaal twi, mampruli, haussa e mori.

 

O Arcebispo metropolitano de Malanje, Dom Benedito Roberto, exortou no sábado, no município de Calandula, os fiéis a perseverar na fé, através da renúncia de acções negativas, e a adoptarem uma conduta religiosa.

De acordo com o prelado, que falava na missa de celebração dos Arcanjos São Rafael Gabriel e Miguel, ambos padroeiros da missão de Calandula, o cristão deve servir de modelo para os demais membros da sua comuna, aldeia ou bairro, não compactuando com práticas obscuras, para não enfraquecer a fé.

Assim sendo, Dom Benedito defendeu a constante auto-vigilância dos cristãos.

Por outro lado, o arcebispo orientou aos cristãos para evitarem práticas como a prostituição, alcoolismo, misticismo, entre outras.

A missa contou com a presença de fiéis oriundos de vários pontos do município e culminou com a consagração do crisma a 56 fiéis da localidade.

 

 

Pelo menos 7 pessoas morreram em vários confrontos entre manifestantes separatistas e forças de segurança nas regiões anglófonas dos Camarões, onde no domingo passado (01/10) foi declarada simbolicamente a independência da chamada Ambazonia. Os confrontos – informa a agência Fides – tiveram lugar tanto no sudoeste como no noroeste do País, onde o governo decretou o recolher obrigatório e enviou quase mil agentes de segurança.

Os separatistas escolheram a data de 1 de outubro em memória da independência da área anglófona do Reino Unido, em 1961. A parte francófona se tinha tornado independente da França em 1960. Um referendo tinha em seguida estabelecido a criação de um único estado bilíngue.

Na véspera das manifestações, a Comissão Episcopal “Justiça e Paz” publicou um Comunicado em que se exprime a indignação da Igreja “pela persistência da crise anglófona, a amplitude do movimento de 22 de Setembro de 2017 (dia em que iniciaram os protestos organizados para pedir a separação, NDR.) e o projecto da proclamação da independência das regiões do noroeste e sudoeste”.

“Justiça e Paz” renova o apelo da Igreja “a todos os protagonistas da crise, para que se busque a paz através do diálogo à luz da verdade”. O Comunicado critica o governo por não ter sabido gerir a crise e convida-o “a reconhecer as limitações e erros na aplicação do processo de construção nacional” e a iniciar a descentralização administrativa.

Os protestos dos separatistas resultam do pedido dos habitantes das regiões anglófonas de usar o inglês no ensino e nas actividades administrativas, e de adoptar o sistema da Common Wealth de origem britânica em vez do direito fundado no código de inspiração francesa.

Sublinhando que não é tarefa da Igreja definir a forma do Estado, “Justiça e Paz” pede que seja aplicada a descentralização, introduzida na Constituição, para responder aos pedidos das regiões anglófonas.

Sobre a questão, Olivier Bonnel entrevistou o Presidente da Conferência Episcopal dos Camarões, D. Samuel Kléda, Arcebispo de Douala, capital económica do País:

“Gostaria de recordar que, em abril passado, a Conferência Episcopal dirigiu uma carta a todos os camaroneses. Nesta carta, exprimimos claramente a nossa oposição: a Igreja dos Camarões é antes de tudo pelo diálogo, para que as partes voltem a dialogar. A violência não resolve nenhum problema. Nós também nos dirigimos às instituições porque tem aquela que chamamos de “descentralização do poder”: dar uma maior autonomia às regiões está na nossa Constituição e isto nunca foi aplicado. Pedimos que a descentralização seja aplicada na sua totalidade. Desde então, continuamos a pedir aos nossos fiéis que rezem para evitar que o País entre numa situação de conflito. Até hoje temos vivido em paz e rezamos por isto. Mas queremos que os problemas de ordem social sejam resolvidos, que a justiça seja aplicada para todos”.

Para si, porque é que esta descentralização nunca foi aplicada nos Camarões?

“A pergunta pode ser dirigida aos políticos: é o texto da lei! O governo tem tentado fazer algo noutros aspectos, mas esta descentralização nunca foi aplicada de maneira completa para que as regiões tenham um pouco mais de autonomia”.

As regiões anglófonas dos Camarões se têm considerado muitas vezes como “segundas zonas”. Hoje, o senhor compreende esta reivindicação?

“Havia, inicialmente, dois âmbitos: o âmbito da educação, ou seja, que o seu ensino, tudo aquilo que fizeram no sistema anglófono, seja respeitado, e isto é absolutamente legítimo; em relação à justiça, a mesma coisa. Agora, é um pouco mais difícil: se eles querem separar-se, proclamar um seu Estado, isto é mais difícil … Acho que quase todos os camaroneses não são favoráveis a esta separação”.

Devemos temer outras tensões no futuro?

“Se, na verdade, eles se consideram como um Estado, como se dizia, e querem proclamar a sua independência, então Camarões já não é um País unido. Creio que este é o temor de todos os camaroneses. Se isto acontecesse, o que sucederia depois no futuro?”

Para si, as reivindicações das províncias anglófonas não correspondem àquilo que o povo camaronês quer?

“Não, apenas em alguns pontos … Sobre a separação, creio que muitos camaroneses não estão de acordo. Hoje queremos, antes, o desenvolvimento do nosso País, que todos nos unamos para desenvolver o nosso País e caminhar juntos. Isto é o que fazemos a nível da Conferência Episcopal. A tensão é permanente. Se tivéssemos ainda que enfrentar outros conflitos, isso correria o risco de desestabilizar o nosso País”.

(BS)

 

 

O vigário paroquial de São Francisco de Assis, Padre Frederico André, apelou às famílias, no sentido de fazerem da Bíblia o seu alimento diário.

Em declarações o prelado Católico disse ser importante que as famílias meditem sempre, fazendo a leitura da Bíblia, pois é um livro sagrado que não deve faltar às famílias.

“Se cada dia lermos um capítulo ou versículo do antigo ou novo testamento e partilharmos os seus ensinamentos, será uma boa forma de as famílias estarem conectadas com Deus”, disse.

Frederico André afirmou que durante o mês de Setembro os Católicos  de São Francisco de Assis celebraram o mês da bíblia e tem promovido cursos bíblicos aos sábados.

 

 

Cinquenta e seis fiéis católicos do município de Calandula, em Malanje, foram confirmados na fé cristã no sábado, através do sacramento do crisma, durante uma missa presidida pelo arcebispo metropolitano, Dom Benedito Roberto.

A confirmação esteve inserida no encerramento da visita pastoral que o arcebispo efectuou a circunscrição, com o propósito de inteirar-se da vida da igreja nas comunas que compõem o município.

Na ocasião, Dom Benedito caracterizou o crisma como sendo um acto de renovação da fé e de elevação do comprometimento dos fiéis com Cristo, bem como a transformação de cada um em permanente anunciador da palavra divina.

Por isso, o prelado pediu mais responsabilidade e reflexão em torno do compromisso aos jovens.

Por sua vez, os crismados, numa mensagem, garantiram dedicar-se à vida religiosa com todo fervor, assim como assumiram tudo fazer em prol da expansão do evangelho e do crescimento espiritual da comunidade católica no município, e não só.

O Apostolado Nas Redes Sociais

Twitter O ApostoladoFacebook Jornal O Apostolado

Apostolado Divisoria


Apostolado Divisoria


Apostolado Divisoria


Apostolado Divisoria