A necessidade da união e coesão no seio dos membros do grupo juvenil e de adultas da Associação da Ajuda Mútua na diocese do Uíge foi exortada, sábado, pelo Reitor do Santuário de Santa Rita de Cássia, padre Nkenge Dominique, como pressuposto para o desenvolvimento da acção feminina na igreja.

Na sua homilia durante a missa solene de abertura do ano, o sacerdote apontou a união entre os membros como mola impulsionadora para atingir resultados satisfatórios no trabalho da igreja e da sociedade.

O sacerdote recordou que a actividade de solidariedade e ajuda aos necessitados só terá expressão quando os próprios membros estão unidos entre si.

Reconheceu o trabalho positivo que têm levado a cabo no apoio à comunidades, missões e pessoas com necessidades materiais e espirituais.

Pediu, no entanto, a necessidade de continuarem a trabalhar com o mesmo dinamismo para que mais mulheres se integrem na associação com vista a alargar a actividade da Ajuda Mútua na diocese.

O assistente diocesano da Ajuda Mútua, padre Frederico André reforçou a necessidade da conversão e mudança de atitude entre os membros da associação feminina na igreja, como indispensável para alcançar objectivos preconizados.

Para o presbítero, ser do grupo ajuda mútua significa estar disponível para ajudar material e espiritualmente os necessitados.

Já a vice-presidente diocesana da Ajuda Mútua, Suzana António, exortou empenho, dedicação e trabalho durante o ano 2018 com vista a alcançar os objectivos preconizados em prol da transmissão da mensagem de Deus a todas criaturas.

Participaram à eucaristia de abertura centenas de mulheres enquadradas na referida associação, provenientes das paróquias de Nossa Senhora das Mercês, Nossa Senhora de Fátima, Santa Cruz, São Francisco de Assis, Sé Catedral e dos centros pastorais do Divino Pastor, Santa Bakita e Kilala.

Presidente da CEPAMI lança repto a sociedade angolana no sentido de sofrer com os refugiados.

É no espírito dos 4 verbos” acolher, proteger, promover e integrar” citados pelo Papa Francisco na vivência da jornada mundial dos Migrantes e refugiados.

 

Neste Domingo a diocese de Viana acolheu mais de 500 migrantes e refugiados que participaram na Eucaristia que o Presidente do CEPAMI Dom Anastácio Kahango presidiu e foi concelebrada pelos directores Arquidiocesanos de Luanda e Viana.

 

 

 Vinte mil delegados participarão na Segunda Jornada Nacional da Juventude denominada ?JNJ Lucavi 2018″ que se realizará de 15 a 20 de Maio sob a égide da Comissão Episcopal da Juventude da CEAST (Conferência Episcopal de Angola e S.Tomé).

O anúncio foi feito, nesta semana, em conferência de imprensa, pelo coordenador da organização juvenil católica, Fernando Kawendimba, e afirmou que o evento tem como objectivo principal a troca de experiência  entre a juventude quer religiosa ou não, nas suas mais diversas manifestações culturais.

Luanda, Caxito e Viana são as dioceses que vão albergar a jornada.

Segundo o responsável, os delegados serão oriundos de vinte dioceses e de mais de cinco movimentos apostólicos juvenis, sendo que está previsto num número geral de participantes com 160 delegados para cada diocese.

Avançou que no primeiro dia do evento, está prevista uma missa de abertura celebrada pelo arcebispo da arquidiocese de Luanda, Dom Filomeno Vieira Dias, show de música sacra, via-sacra, uma vigília no santuário da Nossa Senhora da Muxima e uma missa de encerramento.

A jornada Lucavi 2018 terá como lema “Eis a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a tua palavra” e as despesas logísticas estão orçadas em 50 milhões de kwanzas.

Por seu turno, o presidente da Comissão Episcopal da Juventude da Ceast, Dom Zeferino Zeca Martins, apelou aos jovens a participar em massa nas segundas jornadas e que a crise económica financeira que o país atravessa não seja um obstáculo que impeça a sua participação.

A primeira Jornada Nacional da Juventude foi realizada na província do Huambo em Agosto de 2015 com cerca de 7 mil jovens.

                          VISÃO JORNALISTICA 

Porquê o presidente norte-americano, Donald Trump, comprou mais uma briga supérflua? Isto por ter comparado, na sua fama de xenófobo, os migrantes haitianos e africanos a “Shitole”. Quer dizer, lixeira, retrete, sarjeta, ruim na semântica do vernacular inglês yankee. Morfologicamente, a pejorativa terminologia junta dois vocábulos: ’Shit’ (excremento) e ‘Hole’ (buraco, lugar desagradável). O lapso gerou um repúdio geral, expresso cá pelo emblemático presidente da Comissão da União Africana, o Chadiano Moussa Faki Mahamat. Segundo a mídia internacional, Trump desculpou-se em discreta carta enviada aos Chefes de Estado do continente recém-reunidos em Adis-Abeba. Nesta correspondência, ele teria atribuído a bronca toda à má interpretação do seu pensamento. Verdade?! Sim e não. Não, pois tal explicação não desmente a estigmatização confirmada por testemunhas oculares do encontro onde a usou. Sim, por consciência de um faro diplomático, que não falta integralmente ao mais alto mandatário da primeira potência mundial.

Mas, para além das legítimas reacções emotivas, sensato é a África meditar cada vez mais a sério sobre as causas e vias de superar deveras tal estigma. Ou, parafraseando o novo presidente angolano, João Lourenço: «O paradoxo (…) de ser um continente rico em recursos naturais, mas assolado pela pobreza». Ou, ainda, “um corpo inerte onde cada abutre vem debicar o seu pedaço”, uma alegoria de Agostinho Neto com mais de 40 anos. E foi no mesmo fórum pan-africano, daquela vez em Cartum (no Sudão hoje em balcanização radicada no islamismo e no racismo). Mero palavreado de circunstância, parece! Pois, a incúria dos caminhos da viragem, ela, se repete de uma cimeira a outra dos responsáveis do continente.

Ressalta de novo esta impressão da 30ª cimeira, realizada na Etiópia de 28-29 de Janeiro do ano em curso. A União Africana gorou em definir a fonte autónoma do seu orçamento, ora suportado a 80% pela Comunidade Internacional. A este ritmo, como conquistar o atestado mínimo de maturidade? Que os novos estadistas pressionem mais na sagacidade e resiliência em inverter o quadro! Tal como, em sinergia, a virulência popular da cidadania contra as mordaças das suas elites dirigentes. Pertinente, foi a mensagem do Secretário-geral da ONU, António Guterres, na tribuna de Adis-Abeba. Ao contrário de Trump, brindou-nos o apreço de considerar África como “uma das forças do bem no mundo”. Porém, nem tão enlevo de carinho eclipsa as vergonhosas realidades tais como: contínuas guerras civis; evasão dos capitais para as antigas metrópoles causada pelas próprias elites governativas [por cá, surgiu um arauto a justificar o vício por uma guerra vencida há 15 anos]; o défice democrático culminando no abuso dos mandatos; 1.500 médicos desempregados numa Angola que precisa de 6 mil; etc.

Enquanto isto, o calendário civil proporcionou à Igreja Católica em Angola um olhar mais sensível e humano para os humildes da terra. Ocorreu por ocasião do 442º aniversário da fundação desta cidade de São Paulo de Luanda e o Dia mundial dos Migrantes. O Arcebispo de Luanda, Dom Filomeno do Nascimento V. D, ressaltou na missa dedicada à efeméride da capital. Na sua homilia, advogou um ordenamento básico do território à altura de satisfazer a necessidade de casa condigna ao assalariado de baixa renda. Aquele que vence mensalmente, exemplificou, uns parcos 50 mil Kwanzas. Na vertente migratória, registou-se a pregação do responsável da CEAST pela pasta, Dom Anastácio Kahango, Bispo Emérito Auxiliar de Luanda. Martelou aos seus compatriotas o profético repto bíblico, que citamos: «Recorda-te tu, também foste peregrino no Egipto. Por isso, procura acolher o peregrino. Então, Angolano, tanto quanto possível, acolhe!»

(Uma coprodução de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Tomás de Melo)

Luanda, quinta-feira 01 de Fevereiro de 2017.

 

 

                            VISÃO JORNALÍSTICA

Os sábios cabelos brancos bantu pecam em não escrever, contando só com a caudalosa oralidade. Em verdade, aumentam os desmentidos desta lapalissada, corrente na era colonial. A Universidade Católica de Angola (UCAN) presenciou uma magnífica prova a 19 de Dezembro passado. O seu anfiteatro anexo albergou o lançamento, bastante concorrido, de mais uma densa obra da autoria de um embondeiro nacional. Dom Alexandre Cardeal do Nascimento, arcebispo emérito de Luanda, brindou-nos com o livro intitulado “O meu DIÁRIO”. Acabamos de navegar nas suas 749 páginas, de três volumes agrupados. Quer dizer, um rol de apontamentos que foi transcrevendo desde os 22 anos, enquanto estudante no seminário da sertaneja Missão dos Bângalas, em Malanje. Completará 93 anos de idade a 1 de Março próximo. Os registos cobrem os anos de 1947 a 2003, portanto, largamente, os caminhos da Providência sobre o seu destino ímpar. No essencial, versam sobre a sua intimidade espiritual, a sua vocação de homem íntegro de fé. Avisou, aliás: “O Meu Diário é sobretudo (pretende ao menos que seja) o espelho da minha vida mais profunda e íntima.” O texto, sim, respira de referências bíblicas, reflexões teológicas e profissões de fé. Abre notando, a 25.V.1947, sobre o Espírito Santo, que “Dos seus dons, pedir o da fortaleza, de que tanto preciso”. Encerra com o toque de fé datado de 6.9.2003. No corpo, abundam marcos dolorosos e alegres da singular devoção ao Pai, ao Filho e à Mãe Santíssima. A dor nem ocultou as desinteligências com pares e membros da hierarquia. Os seus autores predilectos são indicados amiúde como o inglês Newman, S. Tomás d’Aquino, Santa Teresa d’Avila.

A repleta religiosidade nem eliminou as cenas da vida profana de alta curiosidade. E que manancial neste plano! Destacamos: 10 mil crianças de cor que os soldados americanos negros deixaram na Alemanha no fim da 2ª guerra mundial; as afinidades com Joaquim Pinto de Andrade; a repressão do preto em ’61; o desterro dos sacerdotes a Portugal; a oração como amparo da luta nacional de libertação; Cónego Manuel das Neves; Salazar; Marcelo Caetano; antigos seminaristas como Rosário Neto, Benedito, Nicolau Spencer; impressões de Agostinho Neto, Lúcio Lara, Nito Alves, Ambrósio Lukoki, Lopo, Savimbi; prisão pela UNITA; Caritas Internacional; José Eduardo Dos Santos; Onofre; João Paulo II e “os comunistas de Angola”; consulta do embaixador americano Sullivan em 2000 sobre o persistente défice democrático em Angola; sondagem do senador americano Solarz sobre “que pensa de um Papa do 3º mundo?”; Mobutu; Júlio Andreotti, Mengistu, sobre os Cubanos na Etiópia; a isenção da Igreja nos Estatutos da IMBISA … Enfim, a ementa sacia bastante fome. Bem como suscita mais sede algures.

Obra humana, ela acusa insuficiências, que convirá superar em edições vindouras. Exemplificamos: não tradução de inúmeras citações em latim, francês, inglês e italiano. Idem: a falta de ilustração (de tão rica peregrinação missionária pelo mundo fora); a exclusão de rodapés (explicativos dos inevitáveis retoques de actualização ou contextualização, cujos sinais deixam impressão de apócrifos); erros ortográficos de desatenção aqui e acolá.

É certo que a valia dos depoimentos submerge as limitações. A obra resfolga de erudição, poliglotismo, beleza literária, fluidez da prose, estética descritiva e sábia evangelização, que culmina na epígrafe chapada na contracapa. Citamos:

Esta púrpura que me envolve,/ cobre do seu esplendor romano Angola, toda Angola./ É reconhecimento mais do que da minha pessoa,/ reconhecimento do trabalho missionário levado a cabo no passado;/ tomada em devida conta dos esforços no presente e estímulo/ para mais e melhor, no futuro da nossa Igreja.”

(Uma coprodução de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Tomás de Melo)

Luanda, quinta-feira 25 de Janeiro de 2017.

 

                        VISÃO JORNALÍSTICA

Os ecos da conferência de imprensa presidencial de 8 último ainda dominam a actualidade. Isto, devido ao impacto da medida que o presidente João Lourenço (JLO) insinuara em relação ao Fundo Soberano. Exonerou o Conselho de Administração, encabeçado por um filho do seu predecessor. Acto contínuo, nomeou os substitutos e, ao empossá-los, explicitou a decisão sem o habitual chavão da “conveniência de serviço”. Também, explicou a sua esperança nos novos gestores, evocando as provas dadas em postos anteriores. Aposta certa? O período dos vindouros balanços dirá. Em paralelo, o novo presidente resgatou duas figuras marginalizadas: Lopo do Nascimento e Marcolino Moco, ambos antigos secretários gerais do MPLA. Colocou-os no corpo diretivo da SONANGOL, a galinha dos ovos de ouro do parque empresarial nacional. Não teria sido melhor usar a mais-valia destas eminências políticas em colocações consentâneas? Vozes da oposição elevaram-se neste sentido. Difícil de alinhar agora, sendo mais cordata a paciência até à época da colheita. Pelo menos, este tipo de questionamento tem o condão de chamada de atenção sobre o fim do estado de graça, de que gozou o novo chefe de Estado. Daqui em diante, despontam outros quinhentos, mormente, a transparência criteriosa na escolha dos piões. Ademais, o mandato, em verdade, é de quatro anos, tornando-se prematuro o juízo inapelável.

Outro proeminente rescaldo de 8/1: a agudizada crise das relações com Portugal, relacionada com o antigo vice-presidente da república, Manuel Vicente. JLO reacendeu a fogueira, ao martelar sobre a transferência para Angola do processo da presumida corrupção praticada por Vicente. Nada disso – replica a parte lusa, num finca-pé da posição inicial. Pelas redes sociais, mister é reconhecer o divórcio, neste particular, da opinião pública angolana com a tese do seu Governo. Não obstante, o esgrimir dos argumentos técnico-jurídicos flui com um vendaval de informações de difícil distinção entre a verdade e a intoxicação maléfica. A prova dos nove aproxima-se, porém, com aquilo que acontecerá a 22 próximo, data mantida para o julgamento em Lisboa.

Na conjuntura, o motejo de “radical” sobressaiu na rebuliça cena política. A TPA atirou-o ao vice-presidente da UNITA, Raúl Danda, por ter renunciado continuar a participar num programa de debate semanal. A emissão surgiu recentemente na onda de melhorar a credibilidade democrática da TV estatal. Daí, a deceção dos editores, que prometeram uma substituição do dirigente opositor por um correligionário menos radical. Não significa esta represália abonar o Danda de razão em ter recusado a censura contra si? A argumentação da TPA trouxe laivos da filosofia totalitária sobre a democracia, quadro que acomoda até os alegados anarquistas. Se neste ponto de vista, Danda colheu simpatia, não se pode dizer o mesmo quanto à eficiência do gesto unilateral e espetacular. Usando de maior discrição, não teria salvaguardado a presença numa trincheira recém-conquistada? E acautelar a própria alternativa, disposta a lidar com a adversidade, firme na identidade do seu partido? Democracia também requer humildade e coabitação!

A nível da Igreja Católica, entretanto, a repercussão da conferência de imprensa de 8/1 fez-se sentir com o nítido regozijo do episcopado. De Saurimo, registamos e citamos: «Temos muitos projetos, (…) não vamos poupar esforços, vamos partilhar a nossa pobreza, vamos partilhar a nossa pequenez, vamos fazer tudo isso pouco a pouco, mas o da Rádio Ecclesia é urgentíssimo.» Foi o Arcebispo, Dom José Manuel Imbamba, que institui uma coleta especial consagrado ao projeto na sua jurisdição. Do seu par de Malange, Dom Benedito Roberto, ouvimos: «É uma notícia muito feliz, vai fazer muito estimado o Senhor Presidente da República João Lourenço».

(Uma coprodução de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Tomás de Melo)

Luanda, quinta-feira 18 de Janeiro de 2017.

 

 

O reforço de orações para a unidade entre os cristãos das diversas igrejas na província e no mundo inteiro, foi hoje solicitado pelo vigário Judicial da Diocese do Uíge, padre Dário Elias João Baptista, durante a missa celebrada na paróquia de S. Francisco de Assis, cidade do Uíge.

O presbítero pediu, na sua homilia, que os cristãos independentemente da sua confissão religiosa, são todos filhos de um só pai celestial e que deve reinar no seu seio a unidade e a harmonia.

Para que se possa alcançar o objectivo, disse que é necessário suplicar à Deus para que cada um seja tocado e saiba a importância de viver a unidade na diversidade de dons.

Padre Dário Elias João Baptista fez saber que, para atingir a unidade é necessário cultivar o amor entre os fiéis e cada deve um valorizar o outro.

Outrossim, o sacerdote explicou na sua homilia dominical o papel de cada apóstolo de Jesus e exortou a necessidade de seguir o exemplo dos primeiros cristãos.

Participaram da missa animada pelo coro da Santa Cecília, fiéis de diversas comunidades cristãs.

O bispo da Diocese do Dundo, Lunda-Norte, Dom Estanislau Marques Chindecasse, apelou, domingo, no Cuando Cubango, os cristãos a porem termo, ao longo deste ano, a imoralidade diversa que se evidencia na sociedade angolana.

O assistente eclesiástico da Promaica a nível nacional lançou este desafio na missa campal que marcou o encerramento da 14ª Assembleia Nacional da Promoção da Mulher Angolana na Igreja Católica, decorrida de 10 a 14 do corrente mês, no Seminário Menor “São João Paulo II”, em Menongue.

Para o êxito do desafio, o bispo disse que os cristãos devem procurar e caminhar com Jesus Cristo, filho de Deus, nas suas vidas, ao longo deste ano, para pôr fim as diversas imoralidades que se evidenciam na sociedade angolana, com realce para a sexualidade.

Fez saber que a questão da Promaica-jovem esteve no centro das atenções da assembleia, em que se constatou, no contexto sócio religioso de Angola, que muitas vezes são deturpados os verdadeiros valores humanos na jovem mulher angolana.

Para o bispo, a Promaica tem de identificar a voz de Deus nos meios das vozes que diariamente são escutadas, que sugerem a multiplicidade de caminhos e propostas, avançando que o objectivo ou vocação desta instituição religiosa é formar-se para formar os outros, promover-se para promover os outros.

A necessidade dos meios de Comunicação Social enfatizarem, nos programas infantis, os perigos sobre a homossexualidade e “lesbianismo” nas relações sociais e na construção de uma família sólida, dentro da realidade cristã, cultural, africana e angolana, foi recomendada, este domingo, no Cuando Cubango, pelas mais de 200 delegadas da PROMAICA.

Esta é uma das conclusões que consta do comunicado final da 14ª Assembleia Nacional Anual da Promoção da Mulher Angolana (Promaica) na Igreja Católica, decorrida de 10 a 14 deste mês em Menongue, capital do Cuando Cubango, que contou com a participação de todas as Arquidioceses e Dioceses das 18 províncias do país.

No comunicado, lido pela delegada Desidéria Ndakupapo, concluiu-se também para a necessidade de que a mulher angolana seja portadora e incentivadora das virtudes de perseverança e fortaleza na família e em família para a recuperação dos valores humanos e cristãos.

As delegadas concluíram ainda que a comunidade Católica  deve manter a perseverança e a fortaleza, dentro e fora da família, como virtudes e estimular na mulher para que sejam recuperados os valores humanos e cristãos, porquanto a vida é um dom de Deus que deve ser respeitado e protegido.

Concluíram igualmente para que as autoridades civis, religiosas e a sociedade estejam e permaneçam vigilantes, para que Angola não seja gravemente agredida pelas ideologias fundamentalistas, intolerantes e destruidoras da noção da família e do matrimónio.

Aos pais estimulou-se a necessidade de permanecerem em constante diálogo com os filhos sobre o “fenómeno do homossexualismo e lesbianismo, vistos como violências à natureza humana, pecado e risco ao projecto original de Deus, mostrando-lhes assim o casamento como sacramento divino que se realiza entre homem e mulher”.

As delegadas recomendaram que todos os membros da Promaica de todas as Arquidioceses e Dioceses estejam abertos aos apelos das suas coordenações sobre o próximo progresso nacional desta direcção da mulher e colaborem para a sua eficaz realização.

A necessidade do próximo ano (2019) se realizar, em todas as Arquidioceses e Dioceses, o mini congresso preparatório, tendo em conta o lema geral de 2020 e os elementos de trabalhos a serem elaborados pelo grupo piloto.

Recomendou-se ainda que o lema: “A mulher da Promaica na sociedade e na igreja diante dos desafios actuais e Perspectivas”, apresentado pelo bispo da Diocese do Uíge, Dom Emílio Sumbelelo, seja estudo e reflectido com seriedade pela Promaica nas Arquidioceses e Dioceses, dado o seu rico conteúdo programático.   

A assembleia programou a realização do Iº Congresso Nacional da Promaica para os dias 19 a 23 de Agosto de 2020, na Arquidiocese de Luanda, com o lema: “Promaica fiel à sua identidade e Missão”.

O pároco da Sé catedral da igreja Católica na província do Bié, o padre Fernando Gomes Tchimo neste domingo os fiéis daquela congregação cristã e sociedade em geral, no sentido de se afastarem dos actos maliciosos, destacando o evangelho caminho certo para unidade das famílias.

Falando na homilia da missa do terceiro domingo do tempo comum, o prelado frisou que os fiéis católicos são chamados deixarem do mal sublinhando que o mundo é passageiro.

Para o prelado, o papel da igreja deve ser contínua no ensinamento das famílias ao perdão, por formas a conquistar o arrependimento e acreditar no evangelho. Salientou ainda a necessidade dos fiéis, sobretudo católicos acautelarem-se da calúnia, infidelidade, hipocrisia entre outros comportamentos prejudiciais, que no seu entender desunem as famílias.

Durante a homilia, o padre Fernando Gomes Tchimo realçou a importância das pessoas usarem correctamente as redes sociais, isto é, não enviar imagem ou ter conversas indecentes, visando contribuir no resgate de valores.

Aconselhou por outro lado os professores e enfermeiros a trabalharem com zelo para o bem da humanidade, mormente valorizarem a profissão por eles escolhido, com base a vocação.

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