O bispo da diocese do Uíge, Dom Emílio Sumbelelo, apelou este, domingo, aos cristãos a primarem pela vigilância durante o tempo do Advento.

Ao falar na homilia dominical na paróquia de São Francisco de Assis, o prelado Católico, disse ser importante que os cristãos primem pela vigilância porque nunca se sabe a hora da chegada do salvador.

A Igreja vigília como Cristo pediu, o Cristão não dorme, tem de orar vigiar, disse Emilio Sumbelelo.

Segundo a fonte, estar vigilante é o verdadeiro tema para começar o advento, que é o tempo de preparação da vinda do Messias que virá para a casa de cada  família cristã e não cristã desde que esteja preparada para recebe-lo.

O prelado pediu que o momento é de levantar a cabeça de que ele virá no momento e hora certamente  e que ninguém sabe.

Na ocasião, o Bispo solicitou aos membros da ordem Franciscana da diocese que hoje renovaram a sua promessa, que coloquem em prática os pedidos ao  senhor.

“O porteiro não pode dormir nem tão pouco distrair-se pois se assim for, não saberá a hora que virá o seu patrão,  os membros da Ordem Franciscana devem ser Vigilantes.

 

O bispo da diocese do Uíge, Dom Emílio Sumbelelo, apelou este, domingo, aos cristãos a primarem pela vigilância durante o tempo do Advento.

Ao falar na homilia dominical na paróquia de São Francisco de Assis, o prelado Católico, disse ser importante que os cristãos primem pela vigilância porque nunca se sabe a hora da chegada do salvador.

A Igreja vigília como Cristo pediu, o Cristão não dorme, tem de orar vigiar, disse Emilio Sumbelelo.

Segundo a fonte, estar vigilante é o verdadeiro tema para começar o advento, que é o tempo de preparação da vinda do Messias que virá para a casa de cada  família cristã e não cristã desde que esteja preparada para recebe-lo.

O prelado pediu que o momento é de levantar a cabeça de que ele virá no momento e hora certamente  e que ninguém sabe.

Na ocasião, o Bispo solicitou aos membros da ordem Franciscana da diocese que hoje renovaram a sua promessa, que coloquem em prática os pedidos ao  senhor.

“O porteiro não pode dormir nem tão pouco distrair-se pois se assim for, não saberá a hora que virá o seu patrão,  os membros da Ordem Franciscana devem ser Vigilantes.

 

Os membros da Obra de Maria, comunidade assistencialista afecta à Igreja Católica, foram domingo exortados a implementação de acções para o bem-estar dos mais necessitados, com vista a cumprir com os objectivos do grupo.

Falando no encontro com as pequenas comunidades do Centro da Cidade, Candombe Velho e Novo, Piscina, Popular e Pedreira, assim como Katapa, o coordenador diocesano da Obra de Maria no Uíge, Alberto Lukoky, pediu aos presentes a cumprirem com as recomendações do encontro.

Para a actividade com os mais necessitados foi recomendada a colheita de bens diversos para ajudar os que não têm condições de festejar o natal condignamente.

Durante o encontro que serviu também para a partilha de experiências  dos membros das diversas comunidades, os presentes foram informados sobre a Preparação do Encontro Anual, a realizar-se na província do Uíge com a presença das demais dioceses do país.

Recordou que a acção do membro da Obra assenta na dedicação ao próximo, praticando a caridade.

“Para além da reflexão da Palavra do Senhor a nossa actividade deve incidir em acções sociais que visam prestar maior atenção aos que sofrem, visando ajudá-los ou confortá-los espiritual e materialmente”, lembrou.

O Banco Económico realizou a ampliação da escola Santa Catarina de Sena, no Município do Cazengo, na Província do Cuanza Norte, através da construção de três salas de aulas e de um anfiteatro. A entrega destas novas infraestruturas foi efectuada ao pároco responsável, Padre Constantino Miguel, e à Irmã Anita Vatala, numa cerimônia de inauguração que contou, também, com as presenças do Bispo Dom Almeida Kandal e do Dr. Inocêncio Miguel, Administrador do Banco Económico.

O Banco Económico assume-se como uma entidade catalisadora do desenvolvimento e da promoção da responsabilidade social, em Angola. Dado que as crianças e os jovens são os grandes edificadores do futuro do País, o banco definiu a área da educação como uma das linhas prioritárias da sua estratégia de responsabilidade social empresarial.

Tendo em conta as fragilidades que a escola de Santa Catarina de Sena apresentava,  dado que algumas aulas eram leccionadas ao ar livre, debaixo das árvores ou no pátio da escola, sem as condições necessárias para a aprendizagem,  o Banco Económico investiu na ampliação e na remodelação estrutural desta instituição de ensino.

O banco patrocinou as obras nesta escola, que decorreram ao longo de cinco meses,  e terminaram com a construção de mais três salas de aulas e de um anfiteatro. A escola Santa Catarina de Sena, que abrange cerca de 2000 crianças, beneficiou não só de um aumento das salas de aulas em funcionamento e de um anfiteatro, como também foi contemplada com diversos equipamentos importantes, para apoiar as actividades de ensino, nomeadamente, 45 carteiras duplas, três quadros, três armários, três módulos de gavetas e dois computadores.

A iniciativa beneficia alunos, professores e a comunidade escolar do Município do Cazengo, na Província do Cuanza Norte, que contam agora com uma melhoria significativa das infraestruturas escolares, para ajudar a aumentar a qualidade da educação das crianças e jovens desta região.  Esta foi mais uma acção de apoio social, na área da educação, realizada pelo Banco Económico, que teve como objectivo dotar esta escola de melhores condições operacionais para a prática lectiva.

 

O Advento é um período mencionado no calendário religioso, caracterizado pela preparação para o nascimento de Jesus, por essa razão o período do advento é definido pelas quatro semanas que antecedem o Natal, tendo início no Domingo mais próximo do dia 30 de Novembro, indo até o dia 24 de Dezembro, sendo o primeiro tempo do ano litúrgico.

Neste 3 de Dezembro a paróquia de Nªsrª das graças comemorou o seu 39º aniversário, e na celebração mais de 140 fiéis jovens e adultos receberam o sacramento da confirmação.

A missa de acção de graça foi presidida pelo Núncio apostólico em Angola e São Tomé, Dom Petar Rajic.

Na sua homilia Dom Petar começou por falar do tempo que os católicos começaram, a viver neste Domingo (3), como momento de alegria e expectativa da vinda do senhor, para nos libertar do pecado e de tudo que bloqueia a sua entrada nas nossas vidas.

Falando aos crismados Dom Petar disse que o sacramento que vão receber torna-os adultos na fé, e os potencializa na interpretação dos sinais do tempo.

O Ministério da Comunicação Social está empenhado em encontrar uma solução consensual para a extensão do sinal da Rádio Ecclésia (Emissora Católica de Angola) a todo o território nacional, afirmou, esta terça-feira, em Luanda, o titular da pasta, João Melo.

O ministro avançou essa intenção à margem da abertura de uma acção formativa destinada aos directores do Gabinete de Imprensa da Conferência Episcopal de Angola e São Tome (CEAST), que decorre no município de Viana, em Luanda.

Depois de realçar o respectivo papel e importância histórica no mundo e em Angola, João Melo considerou que “é perfeitamente legítimo que a Igreja Católica se preocupe em aperfeiçoar, cada vez mais, os seus mecanismos e instrumentos de comunicação com o resto da sociedade”.

Na ocasião, o presidente da comissão da Comunicação Social da CEAST, Dom Tirso Blanco, disse que a expansão do sinal da Rádio Ecclésia a todo o país permitirá fazer ouvir a voz dos bispos, dos pastores e o evangelho.

Durante dois dias,  os participantes vão abordar temas como a “Assessoria de imprensa vs relacionamento com mídia e instituições oficiais”, “A comunicação ontem e hoje”, “Técnicas de assessoria de imprensa”, e “Princípios éticos – ética da comunicação”.

Vão reflectir ainda sobre as “Fontes de informação”, “Instrumentos e técnicas de comunicação”, “Tecnologias de comunicação”, “Procedimentos para elaboração de projectos” e “O impacto da comunicação radiofónica”.

 

Sua Ex.cia,

Dr. Aníbal João da Silva Melo

Ministro da Comunicação Social

Pe. Maurício Camuto, Director da Rádio Ecclesia

Distintos directores diocesanos da comunicação social:

Votos de saúde e paz!

DUAS EXPECTATIVAS:

Tempos atrás estive numa aldeia chamada Sakuliva (escutar-se). Perguntei ao soba o porquê do nome do bairro. Ele disse que o seu nome é Sakuliva porque governar é escutar-se. Sabedoria dos nossos mais velhos.

Queremos ser uma Igreja com capacidade de escuta, de ir ao encontro, de ouvir e assumir o clamor dos pobres, dos aflitos, de estar junto a todas as situações humanas que requerem solidariedade.

Por outra parte, a Igreja conta com um grande capital cultural, espiritual e humano que a torna apta para dar o seu contributo nos diversos domínios do saber e do agir social. Nada do que é humano é alheio ao coração de Cristo; a Igreja, fundada por Ele, prossegue na história a obra que o seu Senhor começou e continua a realizar por meio dos seus discípulos. Carrega em si uma mensagem, uma Boa Nova que não pode ser calada.

Estamos na era das comunicações: se antigamente a melhor estratégia para sobreviver era o segredo, hoje só existe quem se comunica e na medida em que se comunica. Quantos gestos de amor, de solidariedade, de caridade activa são realizados em nome de Cristo e merecem ser comunicados, não para exaltar uma vaidade humana, mas para suscitar a emulação e assim ter um impacto multiplicador.

Uma ferramenta valiosa para este desiderato é o Gabinete de Imprensa. A expressão “Gabinete de Imprensa” pode considerar-se anacrónica há mais de 50 anos, pois hoje um GI desenvolve a sua actividade num âmbito muito mais amplo: rádio, TV, a Nete as Redes sociais. Seria talvez mais conveniente chamá-lo de “Serviço para Comunicação Pública” ou Gabinete de Comunicação …Mas Gabinete de Imprensa é um termo consagrado e de uso corrente.

De um modo geral, O gabinete de imprensa é um instrumento que, sob a direção do orgão superior de uma entidade, trata das relações públicas e tem como objectivo fazer conhecer este ente de modo que seja mais amplamente circundado de simpatia e prestígio, por aquilo que é e por aquilo que faz. É uma ferramenta indispensável para uma empresa ou instituição que queira viver e progredir.

Guardo a imagem de uma paróquia onde diariamente decorrem celebrações matinais, demasiado cedo para meu gosto, e que tem apenas aberta a meta da porta lateral do templo. Entrada que só os “iniciados” conseguem ver.

No campo específico da Igreja, o GI tem como duas funções:

  1. A função de estabelecer um contacto directo com a comunicação social.
  2. A função de comunicar no interior da Igreja e com a sociedade civil, onde, em primeiro lugar, se inclui a opinião pública.

Para uma Diocese o GI é um luxo ou uma necessidade?

No mês de Novembro, decorreu a Assembleia de Pastoral da Diocese de Lwena. Convidamos jornalistas para cobrir o evento. Alguns dentre eles ficaram entre desencantados e desapontados porque para eles a notícia carecia de interesse, pois tratava-se de uma actividade da Igreja. Chama a minha atenção porque até desde o ponto de vista social, uma instituição que traçará as suas estratégias e planos de acção para os próximos dois anos, que inclui 14 escolas e programas de alfabetização com um universo de aproximadamente 30.000 alunos, pioneira a nível mundial de alguns projectos que integram a inclusão digital com plataformas educativas de alta qualidade, que implementou com sucesso o resgate e melhoramento das técnicas tradicionais de construção voltada a estruturas com 100 anos de existência, que leva para frente projectos de recuperação das víctimas do alcoolismo de eficácia reconhecida, cujo raio de acção abrange todo o país, que leva para frente programas de inserção social de reclusos, casas para recolher crianças que vivem na rua, que conta com comunidades que se estendem capilarmente por todo o canto da maior província de Angola, essa instituição carece de interesse para a comunicação social porque é uma Igreja. A Igreja Católica não soube apresentar o seu capital religioso, social e cultural na esfera pública.

A igreja deve ter a capacidade de explicar-se a si mesma, em primeiro lugar aos jornalistas, que são membros de uma classe profissional e que têm uma cultura própria. Se o jornalista não conhece a dimensão religiosa que é constitutiva do ser humano, pode ser culpa sua, mas também é culpa da Igreja.

Inclusive, a Igreja Católica pode ser considerada a “rede social mais antiga”, que até há poucos anos, não contava com o suporte electrónico. É preciso então, com mais este meio, agarrá-las com todas as forças, estando bem posicionados nelas.

Qual é a primeira expectativa deste Ciclo de Formação sobre os GI/?

  • Que possais assessorar o vosso bispo diocesano, do qual directamente dependeis, para estruturar um gabinete de imprensa, com suas actividades típicas, como é, por exemplo, uma conferência de imprensa, uma nota de imprensa, dar a conhecer as nossas atividades de modo que sejam notícias que interessem.
  • Compreender e dar a conhecer a função do assessor de imprensa, tentando corresponder ao perfil requerido para esta figura.
  • Saber também assessorar a Diocese sufi-cientemente nos diversos aspectos técnicos e até financeiros: o GI não vai precisar um prédio, nem de grandes financiamentos. Por outra, o responsável de qualquer área de pastoral deve saber mostrar com clareza quanto custa e quem paga e os mecanismos para obter os financiamentos (não é que se faz um projecto porque há financiamentos; há financiamentos porque há um projecto).

Só assim o GI poderá tomar conta do relacionamento com os jornalistas e outros operadores de informação, de jornais, semanários, TV, rádio, e com os MCS, poderá redigir notas de imprensa e organizar conferências de imprensa, organizar entrevistas com membros que representam a Igreja local oficialmente por ocasião de eventos e atividades de comissões diocesanas e paroquiais, coordenar os serviços que transmitem ou retransmitem eventos eclesiais, como uma celebração eucarística radio-difundida por ocasião de Natal ou da Páscoa, etc.

 

SEGUNDA EXPECTATIVA

Não posso deixar de dirigir o olhar a uma segunda vertente ligada aos órgãos de Comunicação Social públicos da Igreja.

Sonho com rádios locais e nacionais, canais de TV, em plural. O recentemente criado Comité Directivo da Rádio Maria é um exemplo.

Não descartamos o uso das novas tecnologias de comunicação e informação que acabam sendo também criadores de notícia, de informação e de produtos comunicativos em geral.

Mas o caso emblemático para nós é a expansão da Rádio Ecclesia: na história da evangelização de Angola representa um capítulo incontornável. A expansão do sinal a todo o país permitirá que a voz dos bispos, a voz dos pastores, a voz das comunidades cristãs seja ouvida, que o Evangelho seja ouvido. Penso que devemos avançar, pois as condições estão criadas. Só pergunto: qual é a diocese que está em condições de arrancar?Portanto, longe de cessar a nossa oração pela expansão da RE, devemos torná-la agora insistente e perseverante:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Senhor,

que enviastes os vossos Apóstolos

a anunciar a Boa Nova a todas as Nações,

abri os corações,

removei os obstáculos

e desbloqueai os caminhos

para que as ondas da Rádio Ecclesia

possam chegar a todo o país,

levando a todos a vossa Palavra

de justiça, paz, amor e reconciliação.

AMEN.

 

 

Tenho dito.

 

O Papa Francisco dedicou aos jovens o seu último compromisso em terras birmanesas.Com a missa celebrada na Catedral Santa Maria, em Rangum, Francisco se despediu de Mianmar e, como de costume, com uma mensagem de encorajamento à futura geração.

Com a capacidade para acolher apenas 1.500 pessoas, milhares porém, de fiéis e peregrinos, participaram na mesma da celebração estando do lado de fora da Catedral e até mesmo pelas ruas.

Comoventes cantos da tradição local animaram a cerimónia litúrgica, vivida em espírito de recolhimento pelos jovens vestidos todos com trajes tradicionais.

“Vós, disse Francisco, sois uma boa-nova, porque sois sinais concretos da fé da Igreja em Jesus Cristo, que nos traz uma alegria e uma esperança que jamais terão fim”. Entretanto, questionou o Pontífice, é possível falar de boa-nova quando tanta injustiça, pobreza e miséria estende a sua sombra sobre nós e o nosso mundo?

“Contudo, prosseguiu, gostaria que deste lugar partisse uma mensagem muito clara. Gostaria que as pessoas soubessem que vocês não têm medo de acreditar na boa-nova da misericórdia de Deus, porque essa boa-nova tem um nome e um rosto: Jesus Cristo.”

O Santo Padre pediu então aos jovens para que sejam mensageiros autênticos desta boa-nova perante todos aqueles que precisam das suas orações, solidariedade e paixão pelos direitos humanos, pela justiça e pelo crescimento daquilo que Jesus dá: amor e paz.

Comentando a primeira Leitura, em que São Paulo formula perguntas sobre o anúncio da boa-nova, Francisco disse que como “avô” gostaria de apontar aos jovens o caminho para serem esses mensageiros de Cristo.

Antes de tudo, disse, que falem com Deus na oração, compartilhando com Ele os seus medos e as suas preocupações, os seus sonhos e as suas esperanças.

“Não tenham medo, acrescentou Francisco, de colocar perguntas que levem as pessoas a pensar! Gostaria de pedir-vos para gritarem, mas não com a voz; gostaria que gritassem com a vida, com o coração, de modo a serem sinais de esperança para quem está sozinho.”

Por isso, disse ainda o Papa, “não se atirem para a frente com as próprias forças, mas sigam Cristo. Seja qual for a vossa vocação, eu vos exorto: sejam corajosos, sejam generosos e, sobretudo, sejam alegres!”

Finalmente o Papa confiou todos os jovens à intercessão de Maria e com a saudação em birmanês – Myanmar pyi ko Payarthakin Kaung gi pei pa sei (Deus abençoe Mianmar) – concluiu sob aplausos a sua homilia.

 

Morreu neste Domingo o padre Paulo Waloya na Itália.

A notícia surpreendeu a Diocese de Benguela que, logo nas primeiras horas da manhã deste domingo, 26 de Novembro, recebeu a noticia da morte do Sacerdote, do clero diocesano de Benguela.
O padre Paulo Waloya, 70 anos de idade, morreu em Roma, por doença, onde se encontrava em tratamento já há alguns meses.

O padre Paulo Waloya foi ordenado sacerdote em 1982.

Dos vários cargos pastorais que desempenhou destacam-se os de pároco de São Pedro do Liro, professor no Seminário do Bom Pastor de Benguela, pároco da Ganda, pároco de São Julião do Tojal (Lisboa-Portugal), entre outros.

Até ao momento da sua morte, o padre Waloya era director da escola de formação dos evangelistas, na Catumbela.

 

A organização filantrópica Caritas de Angola, afecta à Igreja Católica, está a desenvolver no presente ano um projecto de distribuição de bombas de água potável, equipadas com placas solares, a população de várias localidades do meio rural da província do Cunene.

A informação foi avançada pelo coordenador da Cáritas no Cunene, padre Pascoal Vataleny, referindo que durante o presente ano foram já aplicados sistemas de água no Hospital Municipal do Cuvelai, na comuna de Oshimolo, município de Cuanhama e em Onaulila, município de Ombadja, com vista a garantir que as famílias tenham acesso a água potável.

O padre disse que a Cáritas tem como objectivo defender e resgatar a vida humana, trabalhando com as comunidades mais desfavorecidas, isoladas e pobres, visando o pleno exercício da justiça, solidariedade e cidadania.

O padre Pascoal Vataleny disse que em Julho último a organização recebeu bens de primeira necessidade, assim como bombas de água que funcionam com placas solares, meios fornecidos por várias empresas da capital do país e que foram doados à família com pessoas com deficiências congenita Haydinguile e às comunidades khoisan da comuna do Evale, Cuanhama .

 

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