IMG_0245A afirmação é de Dom Zeferino Zeca Martins em missa crismal celebrada esta 5ª feira na Catedral de Luanda, no dia 17 de abril de 2014.

“A paróquia não é uma instituição religiosa onde o sacerdote é apenas um funcionário religioso e onde os fiéis encomendam, batismos e casamentos”, disse.

O Bispo Auxiliar de Luanda é de opinião que a compreensão dos leigos estraga a própria igreja e a sua missão, defendendo que o sacerdócio dos leigos ou “sacerdócio comum”, não é menos que o ministerial.

Para dom Zeca, quando os leigos não se comprometem desvirtuam não só o seu batismo como também, a originalidade da missão cristã. “Somos consagrados, leigos e sacerdotes, como fiéis continuadores a missão de Cristo”, defendeu.

Na ocasião, o Bispo Auxiliar de Luanda estava ladeado de dom Anastácio Kahango e do núncio apostólico de Angola e São Tomé, Dom Novatus Rugambwa. De viva voz proclamou aos presbíteros a necessidade da unidade pastoral e a comunhão eclesiástica no exercício da missão.

Aqui o prelado lembrou que era necessário o respeito pelas diferenças no presbitério nos padres, mas na visão da complementaridade.

Para dom Zeca existem aqueles padres que são que são os últimos: incompreendidos, fraco moral ou espiritualmente ou ainda pobres materialmente. Neste caso, deixou o seu recado, “ é necessário aceitar que a concórdia seja imperfeita, mas a caridade é necessária, como estrada a percorrer, evitando o individualismo”, lembrou.

O Bispo auxiliar de Luanda foi antes de ser bispo membro do clero de Luanda. As suas palavras calaram o fundo no coração dos padres que em seguida renovaram os compromissos de serviço ao povo de Deus.

 

 

imagemO Texto intitula-se “Mensagem da Páscoa de 2014” e foi publicada no dia 14 de Abril de 2014. A mensagem vem publicada na página de facebook do Bispo de São Tomé.

Dom Manuel dos Santos começa afirmando que o mundo é “desanimado”, apontando a páscoa como alternativa.  Para o prelado, a páscoa é uma mensagem de amor e do perdão que vence a morte.  Com efeito o bispo recorda a figura da quaresma como cego de nascença, apontando que a cruz na páscoa transforma-se em caminho de vida.  Dom Manuel defende que  a certeza da vitória está na cruz de Cristo que anuncia a superação das limitações até mesmo físicas.

Leia a mensagem na íntegra:

MENSAGEM DA PÁSCOA DE 2014

Vivemos num mundo “desanimado”, onde se perderam esperança e sonhos. Criámos um mundo de necessidades, onde somos “obrigados” a ser felizes! Não ser feliz com aquilo que o mundo nos dá é uma frustração. Para que isso não aconteça, apresentam-nos produtos de todo o tipo: livros de auto-ajuda, receitas mágicas, psicólogos, curandeiros, astrólogos, sacerdotes e sacerdotisas que anunciam todo o tipo de religiões de prosperidade e felicidade garantida, carros e casas de sonho, marcas convidativas… e esquecemo-nos de cultivar os nossos jardins de afectos, de relações amigas, de uma fé confiada e solidária.

Estamos a celebrar a Páscoa. E quando falamos da Páscoa, recordamos Jesus, um homem que viveu uma vida plenamente feliz, embora tenha morrido na cruz.

De facto, a Páscoa fala-nos, em primeiro lugar, de cruz. Há sempre uma cruz erguida nas paisagens pascais. Essa cruz fala-nos de amor; fala-nos do Filho de Deus amando-nos até ao fim e que hoje continua na cruz, braços abertos, coração aberto, grito de perdão, palavra de paz.

Páscoa fala-nos também de ressurreição. Nas paisagens da Páscoa, para além da cruz, há um sepulcro vazio que nos fala de vida. “Ele não está aqui, ressuscitou!” (Mt 28,6). E o amor venceu! A cruz tornou-se afirmação da vitória do amor.

Páscoa fala-nos, pois, de uma felicidade que Deus nos oferece construída nos caminhos do amor, nos caminhos do perdão, na atenção ao outro, no sairmos de nós para vivermos felizes no sorriso do irmão a quem curamos feridas; nos olhos agradecidos daquele a quem estendemos as mãos; numa vida dada, entregue, na consciência de sermos um dom de Deus para servir.

Páscoa fala-nos de cruz, de abandono, de dor. Mas diz-nos que, quando caminhamos fazendo de Deus e dos irmãos o centro da nossa existência, a cruz transforma-se em caminho de vida. Do cego de Jericó, Jesus dizia que ele nascera cego para que nele se manifestasse a glória de Deus (cf Jo 9,3). Todos nós conhecemos pessoas com deficiência que têm um papel muito activo na sociedade. Conhecemos pessoas que, embora pobres, com dificuldades na vida, exprimem uma felicidade profunda. Quando damos um sentido à nossa vida, mesmo que a cruz seja pesada, sempre teremos razões para sorrir, para saborear a vida, para sermos felizes. Mesmo com as nossas deficiências, as nossas limitações, todos nascemos para que em nós se manifestem as obras de Deus.

Páscoa fala-nos de vida nova, de Jesus Cristo que, por amor, morreu para dar Vida. E a sua ressurreição é a afirmação de que vale a pena viver no amor, mesmo que esse nos leve à cruz. Jesus dizia aos seus discípulos que quem com Ele morresse, com Ele encontraria a Vida (cf. Mt. 16,25). Com Cristo temos de fazer do amor a Deus e aos irmãos a meta da nossa existência. Optar pelo amor é optar pela cruz porque amar nunca é fácil, mas é o único caminho que conduz à vida, a uma vida plena.

Amar é o único caminho que nos poderá conduzir à felicidade que todos procuramos. Não nos preocupemos se temos muitos amigos, se somos admirados; em acordar de manhã sem problemas, sem dificuldades. Preocupemo-nos sim, em ser amigos; em libertar o nosso coração da ambição desmedida; em aprender com Cristo a dar a vida. E seremos felizes!

Uma Páscoa feliz para todos!

São Tomé, 14 de Abril de 2014.

† Manuel Santos CMF

 

 

O PrePazsidente da República, José Eduardo dos Santos, recebeu, nesta terça-feira, 15 de Abril de 2014, Isaías Samakuva em audiência.

Segundo o porta-voz da UNITA, Alcides Sakala em delarações à Lusa o encontro, tratou de uma reflexão sobre o rumo do país.

Para Alcides Sakala foi o Presidente José Eduardo dos Santos a pedir o encontro com Isaías Samakuva, que durou cerca de uma hora.

O dirigente, segundo a fonte que estamos a citar escusou-se a dar mais pormenores, sobre o encontros entre o Presidente da República e o líder da UNITA.

Há cinco dias, a UNITA apontou o aumento da intolerância política no país, A inquietação constou do comunicado final saído da 12ª reunião do secretariado executivo do Comité Permanente da UNITA.

Num debate na Emissora Católica de Angola, uma alta patente do partido angolano na oposição tinha apontado a necessidade de encontros entre os secretários gerais dos partidos como forma de estancar um ambiente politico atual entre os signatários da paz em Angola.

Aquele responsável defendia a ideia de que as comunidades tinham necessidade de gestos concretos para motivar a convivencia de  dirigentes nas bases, nos municipios, nas comunas  e até nos bairros, no dia a dia.

Nas eleições de 2012, a UNITA conseguiu eleger 16 deputados à Assembleia Nacional.

 

CRUZ as 7 frasesAs comunidades diocesanas celebraram o dia com procissões de rua, neste 13 de Abril de 2014.

Dom Benedito Roberto, na missa presidida na igreja Nossa Senhora de Assunção Sé catedral de Malanje, proclamou a semana maior, como dom de Deus para os fiéis. A vida vai continuar acrescenta o Arcebispo, mas continuar em plenitude, para isso é que cristo veio, para isso é que cristo aceitou entrar em Jerusalém e depois morrer.

Dom Mário Lukunde destacou a humildade de Jesus que, de condição divina, tornou-se homem para a salvação da humanidade através da sua morte na cruz. Na sua homilia, o Bispo de Menongue apelou aos fiéis a abraçar uma vida humildade evitando o pecado para não continuar a crucificar Jesus.

E os fiéis da diocese de Menongue que participaram da missa do domingo de ramos celebrada na sé catedral, falam do domingo de ramos como sendo um dia de reflexão quanto a preparação da morte de cristo.

No Lubango, Dom Gabriel Mbilingui começou por falar do significado do domingo de ramos da paixão do senhor, dizendo que os ramos de oliveira recorda-nos a entrada triunfal de Jesus em Jerusalém, os ramos verdes eram sinal de alegria.

Segundo as tradições a festa do Domingo de Ramos abre caminho de maior recolhimento e proximidade com os que mais sofrem. Tal como Cristo os fiéis devem levar a cruz, animados pelo sentido redentor do sofrimento de cristo pelos homens.

ujeA Igreja Católica em Angola apoia o censo populacional, com repetidos apelos a participação cívica dos cidadãos.

No comunicado da plenária de São Tomé, lê-se que a decisão consta da 4ª recomendação, que sobre o censo escreve “os Bispos saúdam esta iniciativa do Governo de Angola que, com certeza, vai galvanizar o desenvolvimento sustentável do País e pedem a todos os angolanos uma participação efetiva nesta ação”. Para a própria CEAST, a instituição vocacionada a comunicação do censo que acontece a partir de 16 até 31 de Maio de 2014 endereçou uma comunicação a CEAST, nela pede-se que a Igreja participe na mobilização dos cidadãos.

Para Dom Emílio Sumbelelo (Foto), secretário da CEAST, as comunidades eclesiais estão a mobilizadas para e ação da Igreja já tem efeitos positivos. Mais informa os bispos localmente podem encontrar mecanismos mais apropriados, com a distribuição de cartilhas ou outras formas junto das autoridades locais.

O último registro foi realizado em 1970 e apontou para uma população de 5,6 milhões de habitantes. Desde então, houve apenas duas amostras parciais: uma em 1983 e outra em 1985, nas províncias de Luanda, Huila e Malanje.

O desafio ainda se prende ainda com a informação para os agentes de pastoral, nas comunidades, em zonas rurais. O INE, segundo informações já tem o diagnóstico das áreas de difícil acesso e quais os meios alternativos a serem utilizados para se alcançar essas zonas.

Os preparativos do censo incluem a criação dos grupos técnicos locais a nível provincial, municipal e comunal, bem como a identificação dos locais que vão acolher os centros de distribuição e arrecadação nas diferentes províncias do país bem como o recrutamento dos assistentes.

O Recenseamento Geral da População e Habitação (RGPH-2014) é uma operação completa de recolha, compilação, avaliação, análise e publicação de dados demográficos e socioeconómicos num momento específico de todos os residentes e das habitações existentes no país.

 

católicaPadre Amadeu Ngula, reitor do ensino superior em Benguela na conferência dos 15 anos da Universidade Católica de Angola, no dia 26 de Março de 2014, em Luanda.

O sacerdote, director do Instituto Politécnico Católico de Benguela, citou os vários documentos da igreja sobre a matéria,  para ressalta que o compromisso das instituições de ensino superior católicas deve ser com os mais pobres, com a verdade, e com a justiça. Para o presbítero, a eficiência não pode ser o único critério de avaliação e funcionamento das instituições católicas, sob pena de cair numa racionalizado puramente mercantilista e por consequência, insuficiente e discriminatória.

O evento teve como tema: o papel das Universidades Católicas no desenvolvimento da Sociedade, e trouxe a Luanda os professores doutores Carlos Leite, vindo do Canada, (economista ao serviço do FMI e figura histórica no processo de criação do CEIC), Braga de Macedo professor catedrático da Universidade Católica Portuguesa e conferencista internacional.

No primeiro painel, sob a moderação do Decano da Faculdade de Economia, Dr. Justino Pinto de Andrade, a primeira apresentação foi sobre a contribuição do ensino superior no crescimento econômico global, regional e local, pelo Professor Doutor Carlos Leite.

O economista apresentou dados que,  indicam que o número de pessoas que frequenta alguma universidade aumentou em todo mundo,  na ordem dos 55% desde 2003, para uma média global de 26%. Em África esse número está nos 6% desde 2008, com um aumento rápido a registar-se nos próximos tempos.

Angola está situada na tabela com uma taxa de crescimento de 4%, no ensino superior e 31% no ensino secundário. A grande conclusão a que o especialista chegou é de que, esses dados revelam aumento na quantidade, mas muito pouco em qualidade,  o que vai provocar maiores atrasos no capital humano.

vianaO Bispo de Viana, Dom Joaquim Ferreira Lopes exortou os fiéis da Diocese a não aderir aos movimentos desviantes de alguns movimentos laicais.

Numa homilia proferida na Sé Catedral, o pastor chamou atenção dos fiéis para o que ele chamou de atitudes desviantes, por parte de alguns servos ou servas nas comunidades.

A constatação dá-se com alguma frequência nos grupos de oração, com fins lucrativos por parte de alguns chamados “servos” ou “servas”.

Os fiéis na comunidade da catedral de Viana reprovam e prometem denunciar os movimentos locais que esteja a praticar ações contrárias às leis da Igreja.

A Diocese de Viana tem a seu cargo os santuários mais populares de Angola. Os lugares santos têm sido frequentados por várias pessoas em busca de cura física.

Na maior parte das vezes as pessoas são interpeladas pelos tais servos que sugerem por troca de cura valores financeiros.

Na última reunião, em São Tomé, a CEAST publicaram uma Nota Pastoral a propósito, leia abaixo o documento:

 

NOTA PASTORAL

NOTA PASTORAL SOBRE O APARECIMENTO DE MOVIMENTOS E GRUPOS PAROQUIAIS, SEM CONHECIMENTO DOS PÁROCOS E SUA APROVAÇÃO DO BISPO DIOCESANO.

A CEAST foi informada que em algumas Paróquias de algumas Dioceses têm aparecido movimentos de cristãos em centros pastorais da periferia das grandes Paróquias sem conhecimento do Pároco, nem aprovação do Bispo Diocesano.

Alguns destes movimentos apresentam muitos aspectos positivos, mas por vezes têm como iniciadores, homens ou mulheres sem frequência de sacramentos e em situação cristã irregular e dedicam o tempo das suas reuniões à oração de Tipo Carismático, curas, libertações e louvores, conseguindo em pouco tempo concentrar centenas ou mesmo milhares de pessoas.

Porque não têm autorização da Hierarquia, nem Sacerdotes oficialmente autorizados a acompanhá-los, estes movimentos devem ser analisados pela Competente Autoridade Eclesiástica local a qual, a teor do Código de Direito Canónico e do Directório Pastoral, é a única instância com autoridade para se pronunciar sobre a conveniência ou não da existência destes grupos ou movimentos, os quais nunca poderão ser formados sem a aprovação do Bispo diocesano.

São Tomé, 15 de Março de 2014

Os Bispos da CEAST

 

prO presidente da Republica de Angola rezou com os fiéis de várias denominações que se reuniram em Luanda para a festa da oração pela Paz em Angola, nesta sexta-feira 4 de Abril de 2014.

 

O gesto foi aplaudido pela organização que também rezou pelo seu ministério. Uma religiosa espiritana que participou do evento disse ter sentido na presença do chefe de estado um interesse da própria Palavra de Deus ser presença nos destinos do país.

 

O culto ecuménico, que congrega todas as igrejas reconhecidas pelo Estado Angolano e foi marcado pelos apelos ao perdão e a reconciliação entre os angolanos. A animação de fé foi conduzida pelo padre Moma, que na arquidiocese de Luanda responde pelo ecumenismo. Dom Anastácio, bispo auxiliar emérito de Luanda presidiu a bênção final, rezando pelos frutos de fé do evento.

 

Angola, paz e reconciliaçãoAs comunidades cristãs em todas províncias vão juntar-se para a oração ecuménica em favor da Paz, em Angola, neste dia 4 de Abril de 2014.

Segundo a informação a que Angop teve acesso não haverá um ato político nacional. Em Luanda o CICA, a AEA e Arquidiocese de Luanda reúnem os fiéis no 11 de Novembro. Assim também em Cabinda, no Uije e no Namibe o evento está animar os discursos, com atos ecuménicos.

Reagindo ao fato Dom Gabriel Mbiligui pediu mais investimentos na linha da Reconciliação Nacional. Para o Presidente da CEAST o investimento em infraestruturas é incontestável, mas o país precisa de bons discursos que empenhem a paz e a reconciliação das pessoas. “Depois das armas, precisamos de calar as almas”, disse.

Os apelos multiplicam-se em todas as comunidades diocesanas, com o retomar da mensagem dos bispos a favor da reconciliação entre os angolanos. O perdão o diálogo e a familia no centro das atenções em favor de todos. A grande destaque dado as ajudas internacionais que muitas vezes impõe as nações suas escolhas e suas opções de vida, como o controle da natalidade baseado no aborto.

História da Paz em Angola

Primeiro passo para paz em Angola foi dado há 22 anos, no dia 31 de Maio de 1991. O Governo da República de Angola e a Unita assinaram, em Portugal, os Acordos de Bicesse, que marcaram a fase decisiva do fim de uma longa guerra civil no país. À realização das Primeiras Eleições gerais seguiu-se uma guerra a té ao Protocolo de Lusaka foi um tratado de paz angolano que durou cerca de quatro anos e tinha como base a desmobilização das tropas /FAA e as tropas da UNITA/FALA. O tratado foi assinado na capital da Zâmbia, Lusaka, no dia 20 de Novembro de 1994, pelo então Ministro das Relações Exteriores do Governo angolano, Venâncio de Moura e o então Secretario Geral da UNITA, Eugénio Ngolo Manuvakola.

Porém foi a morte de Jonas Savimbi a 22 de Fevereiro de 2002, no Lucusse, Moxico, foi um dos factos que facilitou a paz no país, com a assinatura dias depois do Memorando de Entendimento do Luena, para materializar os compromissos e obrigações obtidos no Protocolo de Lusaka.

A adenda foi assinada inicialmente no Moxico pelo Chefe do EstadoMaior Adjunto das Forças Armadas Angolanas, general Geraldo Sachipengo Nunda, e o então chefe do Alto Comando das FALA, general Abreu Muengo Ucuachitembo “Kamorteiro”.

“Kamorteiro” rubricou ainda a 4 de Abril de 2002 o acordo geral no Palácio dos Congressos, em Luanda, com o Chefe de Estado-Maior das FAA, general Armando da Cruz Neto, na presença do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, corpo diplomático, líderes religiosos e personalidades da sociedade civil.

 

A iniciativa é da comunidade Piode Nossa Senhora de Fátima do Chiyange, nos Gambos, com padre Pio Wakussanga.

O projeto tem agora as condições necessárias para a sua materialização do projeto, no âmbito da estratégia local para o combate a fome que há mais de 3 anos assola a região do sul de Angola.

Pelo menos perto de 20 toneladas de sementes de mandioca e batata-doce foram adquiridas pela comunidade paroquial de Nossa Senhora de Fátima do Chiyange. O objetivo de dar arranque ao projecto hortas das capelas, que visa contribuir no combate a fome que afecta boa parte das populações nos Gambos.

As hortas, de acordo com o padre Pio Wakussanga devem funcionar como um viveiro para a multiplicação das sementes para posterior distribuição as famílias afetadas. A intenção é potenciar as populações de novas culturas para o cultivo, capazes de independentemente da seca e criação de reservas alimentares.

As ajudas para a comunidade foram da Caritas Nacional, Diocese do Caxito, Christian Aid, bem como do Vaticano. Atualmente a comunidade dispõe de algumas motobombas em lugares estratégicos.

A comunidade de Nossa Senhora de Fátima do Chiyange foi ereta a poucos dias a categoria de paróquia, no âmbito da valorização da sua ação interventiva junto dos mais pobres. A proposta foi aplaudida pela comunidade que já fala na construção de infra estruturas sociais de assistência social.

 

 

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