Satélite Angolan em 2016O primeiro satélite angolano estará pronto em em 2016.

O projecto avaliado em 37 mil milhões de kuanzas (286,2 milhões de euros) será financiado pela Rússia.

Moscovo já nunciou a libertação do financiamento, pela voz do seu Embaixador, Dmitri Lobach.

O anúncio foi feito pelo diplomata à margem do segundo fórum de negócios Angola/Rússia, que decorreu em Luanda.

O Angosat, projeto a cargo de um consórcio russo e com lançamento inicialmente previsto para 2015, deverá estar concluído e lançado apenas em 2016, devido ao atraso no seu financiamento, anunciado originalmente em dezembro de 2012.

Segundo o diplomata russo, o financiamento foi feito através do Ruseximbank, banco público russo.

Em dezembro de 2012, o financiamento russo foi anunciado como sendo da responsabilidade dos bancos Ruseximbank e VTB.

“Que eu saiba esse processo vai levar dois a três anos, tendo em conta as fases de construção, lançamento do satélite e de construção dos centros de operações, que serão dois, sendo um em Moscovo e outro em Luanda”, referiu Dmitri Lobach, citado pela agência Angop.

O embaixador russo adiantou ainda que numa primeira fase os gestores do satélite vão trabalhar no centro de Moscovo, para que os angolanos ganhem alguma experiência e formação, para a operação do satélite na capital angolana.

A construção do Angosat está a cargo de um consórcio russo liderado pela RSC.

Com a entrada em funcionamento deste satélite, Angola vai fornecer serviços de suporte às telecomunicações eletrónicas, incluindo a prestação de serviços em banda larga e de televisão.

O Angosat terá um período de vida de 15 anos e possui 22 “transponders”, dispositivos de comunicação eletrónica, e o projeto inclui a criação de duas estações de rastreio, em Angola e na Rússia.

Na cerimónia formal de lançamento das obras, em dezembro de 2012, o secretário de Estado angolano das Telecomunicações e Tecnologias de Informação, Alcides Safeca, disse que o Angosat marca a entrada de Angola “numa nova era das telecomunicações, o que pressupõe a condução de um programa espacial que inclua, futuramente, o lançamento de satélites subsequentes”.

“Estas estações permitem uma intervenção russa no controlo e comando do satélite, sempre que se mostre necessário, enquanto Angola cria autonomia neste domínio”, disse na altura Alcides Safeca, acrescentando que o Angosat vai ter uma utilização de 99,2% da capacidade prevista.

sonangol-leilia-blocos-petroliferos-lA Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol) tenciona leiloar, nos próximos dois anos, 54 novos blocos petrolíferos nas bacias do Kwanza, Congo e Namibe.

A informação foi avançada na passada quinta-feira, 25 de Abril, pelo Presidente do Conselho de Administração da Sonangol, Francisco de Lemos, no âmbito do Fórum Angola-Espanha, que decorreu em Madrid.

Num discurso na capital espanhola, sob o tema «Produção e aproveitamento do gás: oportunidades e desafios», o responsável pela empresa petrolífera referiu que o Governo de José Eduardo dos Santos autorizou o início da licitação de 15 blocos «onshore» na bacia do Kwanza, com os procedimentos legais prestes a estarem concluídos.

Francisco de Lemos revelou que ainda este ano serão adjudicadas, através de um concurso, seis diferentes zonas onde existe gás natural, que despertam o interesse por companhias internacionais.

De acordo com a Sonangol, a produção petrolífera em Angola cresceu a uma taxa de 4,5% em 2012, possibilitando um acréscimo de 75 mil barris/dia. Angola é o segundo maior produtor de petróleo da África subsariana, sendo apenas ultrapassado pela Nigéria.

O Fórum Económico Angola-Espanha realizou-se nos dias 25 e 26 de Abril em Madrid, com a presença de empresários das duas nações. A delegação angolana foi representada pelos ministros da Economia, Abrão Gougel e da Agricultura, Pedro Canga.

(c) PNN Portuguese News Network

Centro de Hemodiálise em Luanda

Centro de Hemodiálise em Luanda – Girassol

Angola vai criar uma unidade de transplante, o centro deverá estar pronto dentro de um ano, e vai ser implementado com o hospital Curry Cabral de Portugal.O projecto responde a necessidade de vários pacientes que recorrem ao estrangeiro, para tratamento médico, segundo fez saber o ministro da Saúde, José Van-Dúnem, que espera que a experiência portuguesa facilite a implementação de uma unidade de transplantes no País.

“Tínhamos esta urgência porque temos poucas unidades de hemodiálise, os angolanos tinham que ir para o exterior para fazer hemodiálise, mas neste momento a hemodiálise é um acto que já se faz em vários pontos do País e o passo a seguir é o transplante renal e temos que estar preparados para que isso aconteça”, disse.

Portugal tem uma boa experiência, prosseguiu o governante “é o desejo de utilizar essa boa experiência que nos levou a colabora com Portugal para nos apoiar na implantação de uma unidade de transplantes em Angola”.

Fonte. RNA

Padre angolano assume liderança dos capuchinhos em África

Frei Afonso Nteka lidera dos capuchinhos em África

Padre angolano assume Presidência dos Capucinhos em África.

O Frei Afonso Nteka foi eleito Presidente da Conferência dos Superiores Capuchinhos da Africa Austral e Ocidental, durante o capítulo dos superiores maiores 2013, em Abdjan, na Côte D’Ivoire.

O eleito é responsável dos Capuchinhos, em Angola e está no cargo em substituição do Frei Lukondo.

Na Côte D’Ivoire, participou dos trabalhos, em representação da fraternidade angolana e foi eleito como delegado de Angola. A organização é governada pelos superiores maiores capuchinhos dos 14 países.

Até a data, Frei Nteka é o primeiro angolano a assumir o cargo. Os Capuchinhos estão em Angola, desde 1645 e foram elevados a categoria de vice – província, em 1988.

Dezasete pessoas morreram e quatro outras estão gravemente feridas, na sequência de um acidente de viação, ocorrido domingo, na localidade do Kulango, município do Lobito, província de Benguela. As vítimas são adeptos da equipa de futebol da Académica do Lobito.

De acordo com o porta-voz do comando municipal da Polícia Nacional, inspector-chefe Enoque Chicunha, o acidente ocorreu na estrada 250, quando a viatura que transportava adeptos embateu contra um camião que se encontrava avariado. O excesso de velocidade esteve na base da tragédia.

O oficial adiantou que 14 pessoas, das quais o motorista do Hiace, perderam a vida no local. Outros dois faleceram no Hospital Geral do Lobito, enquanto os quatro feridos estão sobe cuidados intensivos na mesma unidade sanitária.

Os adeptos da equipa petrolífera regressavam da vizinha província do Huambo, onde assistiram a partida de futebol da terceira jornada da serie B, em que a Académica perdeu para o Petro do Huambo, por 2-0.

Esta é a segunda tragédia envolvendo adeptos que regressavam de um jogo. A primeira aconteceu há dois anos, com a claque da equipa do Kabuscorp do Palanca, de Luanda.

A antiga praça de touros de Luanda vai ser transformada em Palácio da Cultura. As obras de requalificação do edifício começam no próximo ano, após a conclusão do estudo de viabilidade, garantiu o director nacional de Acção Cultural, Carlos Vieira Lopes.

Palácio da Cultura nasce na Tourada

Palácio da Cultura nasce na Tourada

Erguida na década de 1960, a praça de touros de Luanda foi inaugurada a 1 de Março de 1964, mesmo sem estar concluída. A abertura do recinto teve honras de primeira página nos jornais da época, ao trazer a Angola alguns dos nomes mais sonantes da tauromaquia em Portugal.

Localizado no distrito urbano da Maianga, o edifício, que chama a atenção pela sua forma circular, nunca foi concluído porque “os empresários portugueses que estavam à frente da construção do imóvel ficaram descapitalizados”, diz Pascoal Diniz, morador do bairro da Calemba há mais de 50 anos.

Depois da independência, o Ministério da Cultura, com o intuito de aproveitar o recinto, assumiu a gestão da praça de touros, onde passaram a realizar-se, esporadicamente, espectáculos culturais. Alguns deles trouxeram a Angola nomes famosos da música internacional, como foi o caso “do primeiro projecto espectacular denominado Kandando Angola-Brasil, no qual participaram músicos dos dois países, entre os quais Chico Buarque, Djavan, Martinho da Vila, Alcione e muitos outros”, recorda Carlos Vieira Lopes.

A gestão, feita por uma comissão composta apenas por funcionários do Ministério da Cultura, “faliu por falta de meios, como o equipamento de iluminação e a aparelhagem de som, o que impediu que se pudesse continuar a realizar espectáculos e eventos culturais”, afirmou o director nacional de Acção Cultural.

“Os organizadores de espectáculos e eventos culturais não aceitavam realizá-los num recinto a céu aberto, onde o sol e a chuva acabavam por estragar os equipamentos, até o palco de madeira se estragou”, acrescentou.

Por tudo isto, a praça de touros “ficou votada ao abandono por algum tempo, os marginais aproveitaram-se do local para fazer das suas e só saíram de lá com a intervenção da Polícia”. Para que o recinto não fosse reocupado, sobretudo por marginais, e para garantir a sua manutenção, o Ministério da Cultura atribuiu a gestão da praça à empresa Organização Kizomba, mas, antes, teve de reservar espaços para instalar a Brigada Jovem de Literatura, o Ballet Nacional e a Associação Provincial do Carnaval.

Além disso, cedeu compartimentos para escritórios a diversas instituições colectivas, “porque, como se sabe, esses grupos têm várias dificuldades, incluindo de espaço”, realçou Carlos Vieira Lopes, acrescentando que a praça está aberta a quem quiser realizar eventos.
Pascoal Diniz reconheceu que, com a gestão da empresa Organizações Kizomba, tem sido possível garantir, com algumas deficiências, a manutenção da infra-estrutura.

“Antes, quando o imóvel estava abandonado, nós, os moradores mais próximos, tínhamos o perigo à porta devido ao vandalismo, prostituição e consumo de drogas praticados pelos bandidos que ali se alojaram, situação que só teve fim com a intervenção da Polícia. A situação, em termos de higiene, era lastimável”, referiu.

Apesar da forma arquitectónica atractiva, pela sua estrutura em forma de círculo com bancadas de cima a baixo, a praça apresenta uma imagem exterior de abandono, com imensa poeira nas paredes, cuja cor de confunde com o castanho original. À volta, vêem-se pequenos amontoados de lixo, os cantos junto à parede servem de urinóis e à volta existe uma mistura de casebres e residências de construção definitiva.

Hoje, a praça está mais voltada para actividades comerciais, entre oficinas de automóveis e motorizadas, lojas de material de construção civil, electrodomésticos e produtos alimentares, uma pensão, um salão de beleza e lanchonetes, num corredor, com cadeiras e mesas brancas expostas, barracas de comes e bebes, lavadores de carros e muitas outras actividades.

Comes e bebes

Apesar da falta de higiene, o local é muito frequentado por trabalhadores de instituições e empresas que funcionam nas redondezas e, aos fins-de-semana, recebe convivas, não apenas da zona, mas de outras partes da cidade que, apesar da pouca iluminação, tornam mais activos os negócios realizados na parte exterior do edifício, por norma até ao amanhecer.

No interior, a actividade termina por volta das 21h00.Maria de Fátijma, 60 anos, vende bebidas e comida há mais de quatro anos na barraca número 28, depois de ter passado à reforma. Diz que a concorrência no ramo é grande, mas não desiste. “Apesar das dificuldades, já estou habituada. É daqui que sai o dinheiro para alimentar a família”, afirma. A vendedora lamentou o estado em que se encontra a infra-estrutura, mas desconhece as razões por que as obras não estão concluídas.

“Sei que esta obra teve início ainda no tempo colonial, mas depois o dono abandonou-a sem concluir e foi-se embora. Agora, cabe ao Executivo zelar por este espaço”.Maria de Fátima explicou que, para poder vender aí, teve a autorização de um elemento da administração da praça, e paga actualmente cerca de oito mil kwanzas por mês.

Ana Paula, 38 anos, proprietária de uma lanchonete, diz ter conseguido o espaço por intermédio do falecido marido, que esteve ligado à Cultura, pelo que não precisou de pagar qualquer valor. Após a morte do companheiro, há seis meses, decidiu gerir o espaço para sustentar a família e paga 1.500 kwanzas por mês à administração local. Serve pratos caseiros, como feijoada, calulu, mufete, bitoques e hambúrgueres.

Angelina Dala, 43 anos, está há mais de dois anos na praça, onde procura, todos os dias, usar os dotes de culinária que afirma possuir para ajudar o marido no orçamento do lar. O professor de dança Domingos Suibinzanga, responsável do Ballet Nacional, afirmou que o espaço utilizado para os ensaios foi cedido pelo Ministério da Cultura, a título provisório, após o encerramento do Teatro Avenida.

Requalificação para breve
O Executivo, através do Ministério da Cultura, vai requalificar a antiga Praça de Touros de Luanda e transformá-la no futuro Palácio da Cultura.
Projecta-se uma infra-estrutura que sirva para todas as actividades culturais, pelo que a sua requalificação vai mais além do edifício e abranger a área circundante, como os acessos, o sistema de saneamento e iluminação, e até mesmo as habitações existentes em redor, prevendo-se a substituição dos actuais casebres por casas melhor estruturadas e serviços de apoio ao Palácio da Cultura.

“Antes do início do processo de requalificação, vai ser realizado, ainda este ano, um estudo de viabilidade sobre o imóvel, para depois ser constituída uma comissão de avaliação e realizado um concurso público para a gestão do mesmo”, garantiu, o director Nacional para Acção Cultural, Carlos Vieira Lopes.

“Neste momento, está a ser feito o levantamento de todos os inquilinos do local, o que vai permitir, no próximo ano, tal como está programado, dar início ao processo para desalojar as pessoas e dar-se início à efectiva requalificação”, acrescentou.

O director do Gabinete Jurídico do Ministério da Cultura, Aguinaldo Cristóvão, salientou que todo o trabalho está a ser realizado com um elevado nível de organização e o espaço destinado à Cultura vai ser melhor aproveitado.

Aguinaldo Cristóvão garantiu que a praça não está abandonada, ao contrário do que se possa supor. “Tratando-se de um património público, existem regras e procedimentos próprias, que o Ministério deve observar antes de tomar qualquer decisão”, referiu o jurista do Ministério da Cultura.

imigrantes-ilegais-tentando-atravessar-o-rioA província de Cabinda partilha uma vasta fronteira com a República Democrática do Congo e o Congo Brazzaville, que tem sido diariamente invadida por cidadãos estrangeiros em situação ilegal, desde crianças a adultos de ambos os sexos, que procuram em Angola as melhores condições de vida.

Os imigrantes em situação ilegal utilizam a província de Cabinda como trampolim para atingirem outras zonas do país, como Luanda e as regiões diamantíferas das Lundas. Outros assentam arrais na província, promovendo todo tipo de actividades ilícitas. Com isso aumenta a criminalidade.

O actual quadro migratório da região é preocupante. Já residem no território da província de Cabinda centenas de milhares de estrangeiros em situação ilegal.

Muitos dedicam-se ao comércio ambulante e actividades religiosas. Mas há também traficantes de drogas e alguns fazem assaltos à mão armada. Entre as mulheres em situação ilegal, um número elevado de jovens dedica-se à prostituição.

A imigração ilegal altera o quadro demográfico o que cria grandes dificuldades na aplicação de programas sociais, que implicam uma definição, ainda que aleatória, da população.

Quando as autoridades vão para o terreno encontram sempre muito mais gente. São os imigrantes em situação ilegal que provocam esses desequilíbrios.

O problema tem uma dimensão cultural. Neste momento o “lingala” é uma língua comum na província. E há cada vez mais práticas de feitiçaria que afectam sobretudo as crianças. A proliferação de seitas religiosas com origem na RDC está a causar sérios problemas.

Os pastores afirmam que têm artes mágicas e fazem desse “poder” um negócio onde corre muito dinheiro. As camadas mais pobres da população são as principais vítimas do charlatanismo.

O comandante provincial da Polícia Nacional, comissário Eusébio Domingos Costa, afirma que “devido aos problemas de ordem económica nos seus países de origem, milhares de imigrantes entram ilegalmente em Angola pelas fronteiras de Cabinda”.

A governadora de Cabinda teve um encontro com as autoridades tradicionais para analisar o “fenómeno de imigração ilegal”.

Na reunião, o comissário Eusébio Costa referiu que a província é propensa à imigração ilegal devido às facilidades que os cidadãos estrangeiros encontram para entrar no país através dos caminhos existentes ao longo da linha de fronteira e a utilização de passes de travessia, violando o acordo migratório tripartido existente entre Angola (Cabinda), RDC (Baixo Congo) e Congo Brazzaville (Ponta Negra).

Repatriamento compulsivo

O número de imigrantes ilegais em Cabinda é elevado, pois diariamente entram dezenas na província. O comandante provincial da Polícia Nacional, Eusébio Domingos Costa, afirma que, durante ano passado, os Serviços de Migração Estrangeiro (SME), repatriaram mais de 14 mil imigrantes ilegais, além dos oito mil que deixaram o país voluntariamente.

Só no primeiro semestre deste ano foram já repatriados mais de oito mil, maioritariamente da República Democrática do Congo.

O auxílio à imigração ilegal e a facilitação de documentos de cidadania nacional são outros males que a Policia Nacional está a combater energicamente.

“Muitos cidadãos estrangeiros em situação ilegal são detidos e exibem Bilhete de Identidade e Passaporte nacionais” disse o comissário Eusébio Costa.

Isso só acontece, acrescentou, porque cidadãos angolanos que trabalham em instituições do Estado intervêm no processo de atribuição de cidadania nacional.

Autoridades tradicionais

A contribuição das autoridades tradicionais desde regedores, sobas e coordenadores de bairros no combate à imigração ilegal, denunciando todos os que de forma clandestina residem nas suas áreas de jurisdição, pode ser a maneira mais segura, fácil e duradoura de impedir que os estrangeiros em situação ilegal se fixem no país, defende o comandante provincial da Polícia Nacional.

Se cada regedor ou qualquer outra autoridade tradicional convidar os cidadãos estrageiros ilegais que se encontram na sua área de jurisdição a saír de maneira voluntaria ”podemos ter a certeza absoluta de que vamos diminuir em grande escala a imigração ilegal, até podemos chegar à estaca zero”, disse o comissário Eusébio Costa.

“O combate à imigração clandestina não é apenas uma tarefa das estruturas da Polícia Nacional e do Ministério do Interior, tem de dhaver uma participação de todos” alertou o oficial.

A Polícia Nacional tem estado a promover palestras, seminários e encontros com associações,autoridades tradicionais, administrativas e coordenadores de bairros para os sensibilizar para o combate à imigração ilegal.

O comandante da Polícia Nacional em Cabinda considerou preocupante a imigração ilegal na província pelos contornos negativos que está a atingir.

“Peço aos cidadãos uma consciência patriótica, um sentido de Estado porque o que está a acontecer coloca em perigo a soberania e o Estado”, disse Eusébio Costa.

Em Cabinda, disse o comandante Eusébio Domingos Costa, os imigrantes ilegais, estão a praticar crimes graves, como furtos e assaltos à mão armada que muitas vezes culminam em mortes.

O comandante Eusébio Domingos Costa revelou que na cadeia do Yabi estão detidos mais de 500 estrangeiros que cometeram crimes graves, sendo metade deste número cidadãos da República Democrática do Congo. “A maior partes dos assaltos que acorrem na cidade de Cabinda é praticada por cidadãos da República Democrática do Congo que faziam parte de grupos de delinquentes em Kinshasa”, disse aquele oficial superior da Polícia Nacional.

Fiscalização nos bairros

O regedor Simão Congo é de opinião que, com um pouco mais de trabalho na vertente de fiscalização nos bairros se pode reduzir o número de cidadãos estrangeiros em situação ilegal.

“Ninguém pode aceitar que cidadãos estrangeiros além de estarem ilegais no país, roubem, fazem todo o tipo de desmandos e matem ao seu bel-prazer”, afirmou.

O município de Buco-Zau, situado 120 quilómetros a norte de Cabinda, começa a registar também um número crescente de imigrantes ilegais. Muitos conseguem obter a nacionalidade angolana, com o auxílio de autoridades locais.

O regedor de Buco-Zau, Filé Matoco Boma, lança um apelo à sociedade no sentido de não dar tréguas aos imigrantes ilegais e sugere um severo castigo aos que auxiliam a imigração ilegal e também a todos cidadãos estrangeiros em situação ilegal que cometem crimes graves.

Defesa da soberania

A governadora provincial de Cabinda defendeu a necessidade de todas as forças vivas da região redobrarem esforços para estancar a “invasão silenciosa” de que está sendo alvo a província mais ao norte do país, por parte de estrangeiros em situação ilegal.

Aldina Matilde da Lomba afirmou que apesar da província de Cabinda partilhar uma longa fronteira com dois países não pode servir de base à imigração ilegal: “temos de estar cada vez mais vigilantes na defesa da soberania nacional identificando os cidadãos nacionais que auxiliam os estrangeiros em situação ilegal”.

A governadora de Cabinda defendeu a necessidade da população denunciar todos aqueles que vêm à província para fins inconfessos, como sendo a delinquência, e outros actos que em nada ajudam a fortalecer a paz conquistada.

A criminalidade na cidade de Cabinda é em grande parte protagonizada por cidadãos estrangeiros em situação ilegal. A governadora Aldina Matilde da Lomba lembrou que “começamos a assistir a assaltos à mão armada e à morte dos proprietários das habitações ou casas comerciais que os meliantes assaltam diariamente”.

A governadora fez referência ao recente assalto às bombas de combustíveis na aldeia de Caio perpetrado por um grupo de marginais composto por cidadãos nacionais e congoleses democráticos e que culminou na morte de um elemento da segurança privada. “Esta situação exige a contribuição de todos, para o bem de Cabinda”, concluiu.

Palanca Negra Gigante Ameaçada

Repovoamento da Palanca Negra Gigante Ameaçada

A caça furtiva e a exploração de inertes no Parque Nacional de Cangandala, na província de Malange, estão a comprometer os esforços de repovoamento da Palanca Negra Gigante, disse em Luanda a consultora ambiental Sendi Baptista.

Colaboradora da Fundação Kissama, a especialista referiu que os últimos dados da organização indicam que existem no Parque Nacional menos de 100 animais devido à instalação de armadilhas e queimadas, o que coloca a espécie em vias de extinção por ser endémica.

A ambientalista frisou que há necessidade de consciencializar a população para acabar com a caça e a exploração de inertes na reserva, para impedir a fuga e o abate de mais animais. “A protecção efectiva da Palanca deve contribuir a médio prazo para a melhoria das condições de vida das comunidades e o desenvolvimento da região”, frisou.

O Projecto de Conservação da Palanca criou, em 2004, uma equipa de pastores com membros das comunidades, dando início ao processo de localização e preservação do animal. Segundo dados da Fundação Kissama, até aos anos 70 estimava-se uma população de 2.500 palancas, sublinhando que hoje estão reduzidas a menos de cem.

Espécie rara, a Palanca Negra Gigante tem o seu habitat natural no Parque Nacional de Cangandala e na Reserva Natural do Luando, na província de Malange.

Fonte: JA

Bandeiras Angola e Italiana

Bandeiras Angola e Italiana

O acordo sobre a isenção recíproca de vistos de curta duração entre Angola e a Itália para os titulares de passaportes diplomáticos e de serviço está em vigor desde o dia 12 de Julho de 2013, soube hoje (segunda-feira) a Angop de fonte oficial.

O acordo foi rubricado pelo ministro angolano das Relações Exteriores, Georges Chikoty, e pelo ex-ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Giulio Terzi, durante a visita oficial que o governante angolano efectuou a Itália, de 17 a 20 de Junho de 2012.

Nesta altura, o governante angolano rubricou também um acordo de cooperação cultural, científico e tecnológico para os anos 2012/2016.

A Itália reconheceu Angola no dia 18 de Fevereiro de 1976, e no dia 4 de Junho, do mesmo ano, estabeleceram-se as relações diplomáticas entre os dois Estados.

Fonte: Angop

Equipa Naciona de Hóquei testa diante do 1º de Agosto

Equipa Naciona de Hóquei testa diante do 1º de Agosto

A pré-selecção nacional sénior masculina de hóquei em patins testa na próxima quarta-feira diante da formação do 1º de Agosto, em jogo de preparação tendo em vista a participação na 12ª edição do torneio internacional José Eduardo dos Santos, a decorrer de 22 a 25 do corrente, em Malanje.

O desafio acontece às 19 horas no pavilhão anexo da Cidadela, naquele que será o primeiro jogo amistoso do combinado nacional, onde o seleccionador Orlando Graça vai testar os níveis técnicos , físicos e desportivos do conjunto.

O progrma de preparação prevê ainda a realização de jogos com equipas que participam no campeonato provincial de Luanda.

A viagem para o palco da competição acontece dia 13, um dia depois da inauguração do pavilhão, construído a propósito do evento enquadrado nas festividades natalícias do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, a assinalar-se a 28 deste mês.

Fonte: Angop

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