A conquista pela selecção nacional de hóquei em patins do terceiro lugar no Torneio da Páscoa da modalidade após vitória sobre a Alemanha (6-3), em jogo das classificativas disputado no Pavilhão Omnisports, na Suiça, e a derrota do 1º de Agosto diante do Recreativo do Libolo (87- 86), no BAI Baskt, foram os destaques da semana desportiva.
Desde 1992, aquando da sua primeira participação nestas competições, a selecção nacional de hóquei em patins tinha como melhor classificação o quarto lugar, obtidos nas edições de 2009 e 2011.

Fonte/ANGOP
Ainda no hóquei foi referência, durante a semana, a deslocação dos juízes angolanos Patrícia Costa e Jorge Borges para Moutreux, com o objectivo de se juntarem aos árbitros da modalidade indicados para ajuizar os jogos da 65ª edição da Taça das Nações na modalidade.
No basquetebol, a selecção nacional ficou emparceirada no grupo C do Campeonato Africano das Nações que se disputa de 20 a 31 de Agosto na Costa do Marfim, com as selecções da RCA, Moçambique e Cabo Verde.
Ainda na “bola ao cesto”, o campeão nacional, Recreativo do Libolo, venceu o seu principal adversário, 1º de Agosto (87–86), na primeira jornada da segunda volta (grupo A) do Campeonato Nacional de Basquetebol Seniores Masculino “Bai Basket”, na partida de destaque da jornada.
No atletismo, a federação angolana da modalidade fez disputar neste final de semana, na cidade do Lubango, o Campeonato Nacional Sénior em ambos os sexos, tendo sido consagrados os atletas Avelino Dumbo e Ernestina Paulino, ambos do Interclube da Huíla.
Quanto ao Girabola, “desporto rei”, a equipa do Kabuscorp do Palanca manteve-se na liderança da prova com 15 pontos, após vitória sobre o Interclube (1-0) na disputa da quinta jornada do campeonato nacional da primeira divisão.
Na classificação, a formação de Bento Kangamba continua no comando da prova com 15 pontos, seguindo-se o seu principal oponente, o Interclube com oito.
Por outro lado, foi noticiado que a crise financeira que afecta o Atlético do Namibe poderá forçar a diminuição das equipas na maior prova do futebol nacional, pois os “petrolíferos” do Namibe poderão abandonar o Girabola 2013 se não se encontrar uma solução a partir dos seus principais patrocinadores.
A conquista pela selecção nacional de hóquei em patins do terceiro lugar no Torneio da Páscoa da modalidade após vitória sobre a Alemanha (6-3), em jogo das classificativas disputado no Pavilhão Omnisports, na Suiça, e a derrota do 1º de Agosto diante do Recreativo do Libolo (87- 86), no BAI Baskt, foram os destaques da semana desportiva.

O Núncio Apostólico em Angola está no Soyo, no quadro da memorável visita pastoral iniciada há dias à Diocese de Mbanza Congo.
Dom Novatus Rugambua faz-se acompanhar do Bispo da Diocese, Dom Vicente Carlos Kiaziku, liderando proeminente missão da Igreja.
Fiéis entusiasmados acolheram a missão pastoral, que foi também calorosamente recebida pelas  autoridades locais.
O Soyo é a última etapa da mais demorada digressão do representante da Santa Sé à região norte de Angola.
Tal como o fez nas visitas pastorais a outras dioceses, Dom Novatus Rugambua tem multiplicado os apelos à promoção das vocações religosas, sobretudo numa região cujas tradições e costumes se revelam como grandes obstáculos à evangelização.
Em Mbanza Congo, o representante do Papa rendeu homenagem a Dom Afonso Nteka, primeiro bispo da diocese, assim como aos antigos missionários que se notabilizaram na evangelização da região.
História
M’Banza Kongo (cidade do Kongo) é uma cidade e sede da província do Zaire, em Angola.
Tem cerca de 68 mil habitantes. Foi a capital do antigo reino do Kongo e designou-se São Salvador do Congo até 1975.
A cidade foi fundada antes da chegada dos portugueses e era a capital de uma dinastia que governava desde 1483. O local foi abandonado durante guerras civis que eclodiram no século XVII.
M’Banza Kongo foi o lar dos Menekongo, monarcas que governavam o Reino do Kongo. No ano de 1549, por influência dos missionários portugueses, foi construída uma igreja católica no local em que os angolanos reclamam ser a mais antiga da África Sub-Saariana. O nome da igreja no local é “nkulumbimbi”.

Foi elevada ao “status” de catedral em 1596. O papa João Paulo II visitou a catedral em 1992.
O nome São Salvador do Congo apareceu pela primeira vez em cartas enviadas por Álvaro I do Kongo ou Álvaro II do Kongo, entre os anos de 1568 e 1587. A cidade voltaria a se chamar M’Banza Kongo, após a Independência de Angola em 1975.
Quando os portugueses aí chegaram, ela já era uma grande cidade, a maior da África sub-equatorial. Durante o reinado de Afonso I, edificações de pedra foram criadas, incluindo o palácio e muitas igrejas. Em 1630 foram relatados cerca de 4000 a 5000 baptismos na cidade com uma população de 100.000 pessoas.
A cidade foi saqueada várias vezes durante as guerras civis do século XVII, principalmente na batalha de Mbwila e foi abandonada no ano de 1678, sendo reocupada em 1705 por seguidores de Dona Beatriz Kimpa Vita. A partir desta época a cidade não foi mais abandonada.

Missas em lugares impróprios preocupam o Governo angolano, segundo a ministra da cultura.

O facto tem desarticulado a “própria lógica da urbanidade”, segundo Rosa Cruz e Silva.

A  governante falava em Luanda, durante um encontro sobre “o fenómeno religioso” no  país.

Disse que o surgimento desordenado de novos movimentos religiosos tem preocupado Governo angolano.

Rosa Cruz e Silva não citou denominações. No entanto, ao falar de novos movimentos religiosos dirigiu-se, certamente, às seitas que proliferam no país

“Por isso, criou-se uma comissão interministerial que constitui continuidade  da comissão anterior que analisou o mesmo fenómeno no ano transacto”, disse.

Segundo Rosa Cruz e Silva, o problema é complexo e precisa de perseverança e o engajamento de todos até que se encontre soluções institucionalizadas que conduzam aos objectivos preconizados.

Sublinhou que o papel que as  instituições religiosas assumem ao longo do processo histórico e sociológico angolano, de modo geral, foi e continua a ser fundamental para a reconstrução do país.

an image

Augue ut volutpat elit eros et lobortis feugiat tempus nunc morbi.

Lacus fusce rhoncus orci risus pellentesque dolor quis. Quisque dolor nibh ipsum ac tincidunt nulla sagittis. Nunc aliquam rutrum. Venenatis posuere mollis proin varius porta aenean ante nisl. Vel aliquet augue. Pellentesque est maecenas praesent nisl ipsum sodales elit eros non. At urna sed quisque lorem etiam erat ante ut. Risus vivamus dignissim suspendisse enim cursus. Continue reading

O futebol angolano subiu novamente no ranking da FIFA.

A selecção nacional de futebol subiu um lugar no ranking da Federação Internacional de Futebol Associado (FIFA).

A representação angolana ocupa agora a 93ª posição.

O facto é indicado na actualização efectuada no site da organização gestora da modalidade no mundo.

O combinado nacional é a 22ª selecção a nível de África, com 401 pontos, sendo a Côte D’Ivoire a primeira, e décima segunda no mundo, com 1008 pontos.

A próxima actualização está marcada para 6 de Junho.

O músico angolano Waldemar Bastos apresenta, em Abril, dois concertos em Portugal, o mais recente trabalho, “Classics of My Soul”, que gravou com a Orquestra Sinfónica de Londres

Os espetáculos em Portugal estão agendados para o dia 28 de Abril, no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, e no dia seguinte, na Casa da Música, no Porto, com produção Uguru.

O músico angolano afirmou que não vai ser uma orquestra em palco, mas sim o seu quinteto, com três violinos, sendo as canções interpretadas com “novos arranjos só para cordas”.

Sobre o disco, Waldemar Bastos afirmou: “Para mim, foi um sonho que sempre acalentei pela música de Angola”, disse o músico, referindo que, no seu primeiro álbum, também gravou alguns temas com a Orquestra Municipal do Rio de Janeiro.

“Tive sempre o sonho de cantar uns clássicos da música de Angola, vestidos com outra roupagem, neste caso os arranjos feitos pela Orquestra Sinfónica de Londres”, que é dirigida por Nick Ingman.

O novo álbum, disse, intitula-se “Classics of My Soul” e nele o músico angolano destacou “o papel fundamental” do produtor, Derek Nakamoto, que foi pianista de Michael Jackson.

“Trabalhámos com franqueza relativamente ao que se estava a fazer, o Derek Nakamoto já tem o problema do ego resolvido e era arte o que queríamos fazer”, disse, acrescentando que “foi uma sorte trabalhar com ele, mas foi fundamental para este álbum, em que procuro cantar a alma angolana”, rematou o artista.

Além de temas cantados em português, o álbum, editado pela Enja, inclui canções em umbundo e em quimbundo. O novo disco inclui ainda 11 temas, entre os quais “Teresa Ana”, “Calção roto no rabo”, “Humbi Humbi Yangue”, “Muxima” e “Mbiri Mbiri”.

“Foi um disco suado, foi duro fazer isto, houve uma longa caminhada para chegar a estes pormenores”, disse o músico, que acrescentou: “Quis realmente mostrar ao mundo aquela música ancestral que é a angolana e os arranjos musicais dão uma maior dimensão à própria realidade da música angolana”.

“O violão e a minha voz é que são determinantes neste disco”, sublinhou o músico. Nos palcos portugueses, com Waldemar Bastos (violão e voz), vão estar Derek Nakamoto (piano), Mitchell Long (violão acústico), Mafwala Komba (percussão e bateria) e Jonas Dowouna-Hammond (contrabaixo).

Nascido há 59 anos, em Mbanza Congo, no norte de Angola, o músico realçou que nos primeiros tempos foi influenciado pelo seu pai, que compunha música sacra. Hoje, as novas gerações de músicos apontam-no como uma referência, mas não se sente uma estrela.

“Falam do meu trabalho, tomam-me como uma referência, mas eu ando na rua, abraço todos e tenho a felicidade, graças a Deus, que tudo sabe, de ser reconhecido em todo o país, em qualquer lado que vá, isso é verdade”, afirmou.

Com o disco “Classics of my soul”, Waldemar Bastos conta actuar, ainda este ano, em França, Áustria, Coreia do Sul e Brasil. “Em 2014 provavelmente actuarei em Lisboa, com a Orquestra Gulbenkian”, adiantou.

Waldemar Bastos começou a tocar acordeão aos sete anos, seguindo-se as aulas de viola e de formação musical. Constituiu uma banda, a Jovial, com a qual actuou em várias regiões de Angola. Waldemar Bastos formou outros grupos de baile com êxito, como o realizado em Luanda, em 1990, ao qual assistiram 200 mil pessoas, segundo dados do músico.

Na década de 1980 viveu no Brasil e, com o apoio do músico Chico Buarque, com o qual colaborou anos antes no projecto Kalunga, gravou o seu primeiro disco, “Estamos Juntos” (1983).

Viajou para Paris e, depois, para Lisboa, onde gravou os álbuns “Angola Minha Namorada” (1990) e “Pitanga Madura” (1992). Em 1997, na cidade de Nova Iorque, gravou “Pretaluz” (1997), ao qual se seguiu, em 2002, o disco “20 Anos de Carreira”.

Do álbum “Pretaluz”, os temas “Muxima”, “Sofrimento” e “Querida Angola” integraram a banda sonora do filme “Sweepers”, de Dolph Lundgren.

O álbum “Renascence” foi lançado em 2005, com o selo da neerlandesa World Connection.

A convite de David Byrne, Waldemar Bastos participou ainda na recompilação “Afropea 3: Telling Stories to the Sea”, na qual também participou Cesária Évora.

Conferência Internacional Sobre a Raínha Lueji A’Nkonde No Dundo

Mais de 400 universitários dentre eles estudantes e docentes da região académica IV, participam desde da sexta-feira, no Dundo, província da Lunda Norte, na 1ª conferencia Internacional sobre a Rainha Lueji A’Nkonde, sob o lema “Universidade e Comunidade, Um Espaço de Interacção”.

O workshop de três dias, promovido pela reitoria da Universidade Lueji A’Nkonde tem como finalidade o resgate da história sobre a Rainha Luenji A’Nkonde, conhecimentos sobre esta imponente figura histórica assim como assegurar a difusão dos valores culturais no seio da Universidade e comunidades da região.

Ministrada por 10 prelectores, os participantes irão abordar temas sobre a escrita de Lueji- nascimento de um império, o Império Lunda e a configuração linguística do leste e migração dos povos Aruund Tucokue assim como comunidades aparentadas na região leste de Angola, subdivididos em três painéis.

No evento presidido pelo prelector para cooperação da referida instituição académica, Carlos Pedro Yoba, participam também docentes estrageiros da comunidade académica. A Universidade Lueji A’Nkonde ( ULAN ), é de âmbito regional, desenvolve as suas actividades na região académica IV abrangendo as províncias da Lundas Norte e Sul, e Malanje.

Fonte: Angop

O primeiro bispo da diocese de Mbanza Congo faleceu num trágico acidente aéreo ocorrido no município do Noqui, província do Zaire a 10 de Agosto de 1991.

Nesta terça-feira, em Mbanza Congo, foi realizada uma peregrinação em memória daquele que é considerado “um homem da Igreja”.

Na hora de lembranças, Dom Vicente Kiaziku, actual bispo da Diocese, falou da necessidade de continuar o programa traçado pelo malogrado.

“É uma figura que continua viva aqui no meio da diocese, no seio do povo da diocese de Mbanza Congo e não só. Era um bispo muito dinâmico, cheio de iniciativas e criatividade e marcou de tal forma o povo” – disse.

“Para mim também é um aspecto positivo. Estimula-me a seguir o exemplo que ele deixou, os planos que ele traçou. É importante para mim, como terceiro bispo, inspirar-me na acção, ao alegado, que Dom Afonso deixou como primeiro bispo” – acrescentou.

Por sua vez, o Frei Afonso André Teka, sobrinho do malogrado e religioso capuchinho fala da vivência desta data.

“Neste momento estamos a celebrar o décimo nono aniversário, a programação nestes dois últimos anos temos revivido este momento na terra sua natal.

Dom Afonso Teka faleceu, quando o helicóptero em que seguia, juntamente com uma comitiva do governo provincial do Zaire, se despenhou.

A delegação deslocava-se ao encontro de cidadãos angolanos que regressavam da República Democrática do Congo.

O bispo nasceu a 13 de Março de 1940, na localidade de Kazumbi, 20 Km a sul da vila de Damba.

Foi ordenado Padre da Ordem dos Capuchinhos a 5 de Setembro de 1971, depois da sua formação religiosa na Itália e na Bélgica.

Exerceu as também as funções de Padre Superior da Diocese do Uige e Mbanza Kongo. Com o desmembramento da diocese, foi nomeado Bispo da Diocese de Mbanza Kongo, no dia 8 de Novembro de 1984.

A peregrinação anual à Muxima bateu mais um record no último fim-de semana.

Estimativas oficiosas avançaram o número de 700 mil peregrinos neste ano.

O balanço oficial do ano passado apontara cerca de 150 mil fiéis.

Quase quintuplicou, portanto, a devoção mariana à Muxima, expressão autóctone da fé ao coração milagroso da Santa Virgem Maria, Mãe de Deus encarnado em Cristo.

O constante salto é fruto das melhores facilidades de acesso ao local, com certeza, mas, também, do próprio carisma desta sacra efeméride.

A edição deste ano teve por lema “A Família e a Reconciliação”. Um binómio, muito singular, na conjuntura em termos sociológicos, espirituais e mesmo do calendário político nacional. A homilia de Dom Filomeno Vieira Lopes, Bispo de Cabinda, vice-presidente da CEAST e Presidente da principal celebração de acção de graça, abrangeu todas estas vertentes. E fê-lo numa esplêndida eloquência interactiva, temperada de teologia fluente, melódica e dialogante com a piedosa assembleia.

A tradição, recordou o Prelado, remota aos primeiros momentos da evangelização de Angola.

Desde então, só foi cimentando o santuário de um povo altamente cristão.

Na conexão directa com o presente, o Prelado advogou a conversão colectiva para «o amor reconciliador», entoando com os fiéis a seguinte estrofe: «Angola nunca mais a guerra. Angola nunca mais a exclusão. Angola nunca mais o tribalismo. Angola diga sim à pessoa”.

Na esteira, reforçou, que «das guerras, são responsáveis não só os que as procuram directamente, mas também aqueles que não fazem todo o possível para as impedir.» Prosseguiu, pregando: «para que vivamos na harmonia justa, fecunda e dignificante, é necessário assegurar os direitos dos indivíduos à existência, à liberdade, ao desenvolvimento honesto. Pois, onde actua mais o poder do que o amor, procuram-se os próprios interesses e não os interesses de todos.»

Como pastor – atencioso em não perder ovelhas –, ressalvou não pretender acusar ninguém com estas palavras. Quis, tão-somente, iluminar os caminhos da autentica reconciliação da família angolana, em verdade e amor mútuo.

No fundo, a pregação traduziu bastante a postura requerida pela Exortação Apostólica ‘Africae Munus’. Este texto pontifical esteve, por sinal, no centro de uma sessão do Simpósio das Conferências Episcopais da África e Madagáscar (SECAM), realizada em Luanda de 31 de Julho a 3 de Agosto do corrente.

A sessão agrupou os presidentes das comissões episcopais de justiça e paz, consagradas doravante por este profundo guião que interpelou a Igreja em África no seguinte remate: “Coragem levanta-te que ele (o Pai Celeste) chama-te”.

Mais bênção coincidente sobre Angola tem sido a estadia da relíquia de São João Bosco entre nós, desde o dia 1 de Agosto.

Os restos mortais deste missionário enaltecem o ânimo colectivo da fé e as virtudes cristãs no país até ao dia 16 deste mês.

Os referidos eventos soam, todos, como orações implorando a graça divina pela passagem exitosa da provação eleitoral, a consumar-se dentro em breve.

Para esta fase decisiva, também a CEAST assumira frontalmente a sua responsabilidade profética, com a seguinte luz acerca dos elegíveis. Citámos:

«É importante que os programas dos partidos dêem resposta aos graves problemas da sociedade, tais como: pobreza, aumento do fosso entre ricos e pobres, desigualdade de oportunidades, assimetrias regionais, defesa da vida a partir da concepção, defesa da família, recuperação dos valores tanto éticos como espirituais que nos caracterizam.

As opções éticas daqueles que pedem o nosso voto devem ser tidas em conta na hora da votação». Fim de citação de uma passagem da Nota Pastoral sobre as Eleições, datada de 21 de Março de 2012.

(Uma coprodução de Siona Casimiro e P. Maurício Camuto. Apresentação de Tomás de Melo no programa ‘Visão Jornalística’ da Rádio Ecclesia, na quinta-feira 09 de Agosto de 2012)

O Apostolado Nas Redes Sociais

Twitter O ApostoladoFacebook Jornal O Apostolado

Apostolado Divisoria


Apostolado Divisoria


Apostolado Divisoria


Apostolado Divisoria